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principe andrew
O ex-príncipe Andrew, irmão do rei Charles III do Reino Unido, foi solto nesta quinta-feira (19) após ser preso por 11 horas por suspeita de má conduta no exercício de cargo público. Andrew foi fotografado pela agência Reuters saindo de uma delegacia na Inglaterra.
A prisão do filho da Rainha Elizabeth II ocorreu no âmbito de uma investigação sobre a ligação entre o ex-príncipe e o empresário Jeffrey Epstein, após divulgação de relatórios e emails confidenciais trocados entre Andrew, que atuava como representante especial do Reino Unido para o Comércio Internacional, e o americano acusado de liderar uma rede de abuso sexual.
Segundo autoridades locais, as autoridades afirmaram que o ex-príncipe “foi liberado enquanto as investigações continuam”. Segundo a polícia, buscas continuam em um endereço ligado a ele.
Os arquivos do caso divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos desde dezembro citam Andrew diversas vezes. Entre os materiais, há fotos em que ele aparece ajoelhado ao lado de uma mulher com o rosto censurado.
Andrew também foi acusado de agressão sexual por Virginia Giuffre, testemunha central do caso Epstein, quando ela ainda era menor de idade. Giuffre tirou a própria vida na Austrália, em abril de 2025, aos 41 anos. O ex-príncipe nega todas as acusações, tanto as relacionadas ao envio de informações confidenciais quanto as de agressão sexual.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.