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Artigos

Cecília Avena
Economia do Mar: o Brasil pode se tornar uma potência náutica?
Foto: Tom Almeida/ Divulgação

Economia do Mar: o Brasil pode se tornar uma potência náutica?

O setor náutico brasileiro movimenta anualmente bilhões de reais, gerando milhares de empregos diretos e indiretos. Um mercado em franca expansão, que vai muito além do crescimento em vendas de embarcações: passou a integrar uma agenda estratégica de desenvolvimento, baseada na “Economia do Mar”.

Multimídia

Vereador Randerson Leal fala sobre autoria do projeto da faixa azul na Bonocô: “Quando o filho é bonito, todo mundo quer ser pai”

Vereador Randerson Leal fala sobre autoria do projeto da faixa azul na Bonocô: “Quando o filho é bonito, todo mundo quer ser pai”
Em entrevista ao Projeto Prisma, nesta segunda-feira (13), o vereador Randerson Leal (PDT), ao ser questionado a respeito das diferentes versões sobre a autoria da faixa exclusiva para motocicletas na Avenida Bonocô, assegurou que a lei é sua e pontuou planos futuros.

Entrevistas

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
Foto: Divulgação / Agência AL-BA
De volta à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desde janeiro, após assumir a vaga aberta com a morte do deputado Alan Sanches, Luciano Ribeiro (União) concedeu entrevista ao Bahia Notícias na última semana e falou sobre a produtividade do Legislativo para 2026, ano que será marcado pela disputa eleitoral, e o cenário político para a corrida ao governo da Bahia. O deputado também tratou da formação da chapa de oposição e afirmou que, neste momento, descarta disputar a reeleição. Desde o seu retorno, Luciano passou a ocupar a vice-liderança da oposição e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

primeiro comando da capital

Trump diz que "não poderia se importar menos" com Lula e chama presidente de "volátil"
Ricardo Stuckert / PR

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a fazer críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta sexta-feira (19). Em entrevista ao site norte-americano Axios, o republicano afirmou que "não poderia se importar menos" com o chefe do Executivo brasileiro e o classificou como uma pessoa "muito volátil".

 

Ao ser questionado sobre sua relação com Lula, Trump declarou que não costuma pensar no presidente brasileiro. "Não se trata de ser fã ou não ser fã. Para ser sincero, eu não penso nele. Realmente não penso nele. Não poderia me importar menos. Mas agora ele é um tipo diferente de pessoa. Muito volátil", afirmou.

 

As declarações ocorrem em um momento de tensão entre os dois países. Recentemente, o governo dos Estados Unidos anunciou novas tarifas sobre produtos brasileiros e passou a classificar as facções Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas.
 

Lula pede a Durigan que avalie possíveis prejuízos de medidas dos EUA
Foto: Lula Marques/ Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu ao ministro da Fazenda, Dario Durigan, que avalie os possíveis prejuízos a empresas e a bancos brasileiros provocados pela decisão do governo dos Estados Unidos de considerar o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas.

 

Segundo informações da Agência Brasil, os dois se reuniram no Palácio da Alvorada nesta segunda-feira (1°). O ministro revelou que a principal preocupação do governo brasileiro consiste no impacto que protocolos externos podem ter sobre a soberania econômica e a estabilidade das instituições nacionais.

 

Dario Durigan ressaltou que o governo teme que o excesso de "discricionariedade" por parte do governo Donald Trump possa gerar prejuízos "irreais ou fantasiosos" para a economia brasileira. 

 

"Vamos seguir combatendo as organizações criminosas, então nós insistimos nesse ponto e evitar que haja prejuízo irreal, fantasioso para nossa economia. Nós temos que evitar isso com todo custo. é uma grande injustiça", declarou ao retornar do encontro.

 

Segundo o ministro, o ponto central da estratégia brasileira é evitar que empresas e bancos do país se tornem alvos de sanções ou restrições baseadas em critérios que não representem uma realidade concreta.

 

COOPERAÇÃO INTERNACIONAL
O ministro reiterou ter interesse em conversar com autoridades dos Estados Unidos para tratar da classificação de facções como terroristas. Durigan, no entanto, disse não haver conversas agendadas com o secretário do Tesouro estadunidense, Scott Bessent.

 

"Eu estou sempre aberto [a reuniões com Bessent]. Tenho contato direto com as autoridades norte-americanas, mas, por enquanto, não. A gente está reunindo as informações, vendo o que vem pela frente, avaliando os próximos passos", declarou.

 

Em entrevista ao canal SBT News, também na segunda-feira, Durigan disse que poderia ligar para Bessent. Segundo o ministro, o governo brasileiro está traçando diagnósticos. "Tendo as informações todas, tendo o diagnóstico claro e a posição, eu vou levar para o Scott Bessent, sem nenhuma dúvida", garantiu.

Trump pode receber moção de aplausos na AL-BA após EUA classificarem PCC e CV como terroristas
Daniel Torok / White House

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, poderá receber uma moção de aplausos na Assembleia Legislativa da Bahia após a decisão do governo americano de classificar o Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras. A proposta foi protocolada pelo deputado estadual Leandro de Jesus (PL), que acompanhou o senador Flávio Bolsonaro (PL) em viagem aos Estados Unidos para discutir o tema com o governo americano.

 

No documento enviado à Casa, o parlamentar afirma que as facções representam ameaça à segurança pública e destaca crimes ligados ao tráfico de drogas, armas, lavagem de dinheiro e homicídios. O texto também menciona os impactos da atuação criminosa em cidades baianas, incluindo episódios de violência armada e domínio territorial.

 

 

“A iniciativa do Governo norte-americano reforça a necessidade de ampliação da cooperação internacional no enfrentamento ao crime organizado transnacional”, diz a moção.

 


Divulgação

 

Além da moção de aplausos, o deputado também apresentou um projeto para criar a Política Estadual de Combate ao Narcoterrorismo na Bahia, com ações voltadas ao enfrentamento de organizações criminosas e fortalecimento da presença do Estado em áreas afetadas pela violência.

Flávio Bolsonaro comemora decisão dos EUA contra PCC e CV e critica Lula
Reprodução/Instagram @flaviobolsonaro

O senador Flávio Bolsonaro (PL) reagiu nesta quinta-feira (28) à decisão dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas estrangeiras. Em vídeo publicado nas redes sociais, o parlamentar comemorou a medida e fez críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

 

Pré-candidato ao Palácio do Planalto, Flávio afirmou que sua viagem aos Estados Unidos produziu mais resultados no combate às facções do que os governos petistas. Segundo ele, Lula teria atuado para impedir a classificação das organizações criminosas.

 

“Um, em cada quatro brasileiros, moram em áreas dominadas por esses narco-terroristas. Ou seja, não possuem soberania, nem dentro das suas próprias casas. Um governo que não tem controle sobre seu próprio território, que não controla nem as cadeias, é porque é conivente com o crime organizado”, disse.

 

Na publicação, Flávio agradeceu ao presidente Donald Trump e ao secretário de Estado Marco Rubio pelo atendimento ao pedido feito durante sua visita aos EUA. 

 

ASSISTA:

 

O anúncio oficial foi realizado pelo Departamento de Estado americano, que informou a inclusão do PCC e do CV na lista de Organizações Terroristas Estrangeiras. A medida passa a valer a partir de 5 de junho e faz parte da política do governo Trump de endurecimento contra grupos ligados ao narcotráfico internacional.

EUA oficializam PCC e Comando Vermelho como grupos terroristas internacionais
Agencia Brasil e Google Street View

O governo dos Estados Unidos confirmou nesta quinta-feira (28) a classificação do Primeiro Comando da Capital e do Comando Vermelho como organizações terroristas internacionais. A medida foi anunciada pelo secretário de Estado Marco Rubio e passa a valer oficialmente a partir de 5 de junho de 2026.

 

Em comunicado, o Departamento de Estado afirmou que as duas facções estão entre as organizações criminosas “mais violentas do Brasil” e possuem atuação além das fronteiras brasileiras. Segundo o governo americano, os grupos comandam milhares de integrantes e são responsáveis por ataques contra policiais, agentes públicos e civis.

 

Rubio declarou que a gestão do presidente Donald Trump continuará utilizando “todas as ferramentas disponíveis” para bloquear financiamento e recursos destinados ao que chamou de “narcoterroristas”. O anúncio ocorre após viagem do senador Flávio Bolsonaro aos Estados Unidos. Durante a agenda, o parlamentar se reuniu com Trump, Rubio e o vice-presidente JD Vance.

 

CONFIRA:

 

Com a classificação, pessoas ligadas aos grupos podem ter bens bloqueados nos EUA, sofrer sanções econômicas e ficar impedidas de entrar no país. Instituições financeiras americanas também passam a ser obrigadas a reportar movimentações suspeitas relacionadas às organizações. 

 

A legislação brasileira prevê enquadramento por terrorismo apenas em casos motivados por xenofobia, discriminação ou preconceito com objetivo de provocar terror social generalizado. Já a legislação americana permite a classificação de grupos estrangeiros considerados ameaça à segurança nacional dos EUA.

 

Militares paraguaios são condenados por tráfico internacional de armas para facções brasileiras
Foto: Governo do Brasil

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), condenou quatro militares paraguaios por integrarem uma organização criminosa transnacional de tráfico internacional de armas e munições para o Brasil. As condenações, parte da Operação Dakovo, foram proferidas pela Justiça Federal e atingem integrantes da Dirección de Material Bélico (Dimabel), a agência paraguaia de controle de armas.

 

De acordo com o MPF, os militares utilizavam os cargos públicos para receber vantagens indevidas e facilitar a importação, o registro e a movimentação de armas e munições no Paraguai em favor de uma empresa importadora. Essa empresa, por sua vez, destinava o material bélico a compradores brasileiros ligados a facções criminosas.

 

Foram condenados uma capitã, uma tenente, um coronel e um general. As penas definitivas variam de seis anos e oito meses a sete anos e seis meses de reclusão, a serem cumpridas em regime inicial fechado. A Justiça determinou a manutenção das prisões preventivas dos condenados, que estão custodiados no Paraguai aguardando o processo de extradição. A sentença também impôs a cada réu o pagamento de 150 dias-multa e uma multa de R$ 50 mil por danos morais coletivos, valores revertidos ao Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP).

 

Embora tenha obtido a condenação, o MPF recorreu ao TRF1 pedindo o aumento das penas-base, fixadas em quatro anos para todos os réus. O órgão argumenta que as penas não foram proporcionais “à gravidade da conduta e ao alto grau de responsabilidade dos militares, que usaram cargos públicos para favorecer o esquema”. O MPF pleiteia que as penas-base sejam estabelecidas no patamar máximo de oito anos.

 

A sentença reconheceu quatro agravantes que justificaram o aumento da pena: o envolvimento de funcionários públicos, a transnacionalidade da organização, a ligação com facções criminosas e a destinação das armas ao exterior. Segundo o MPF, a atuação dos condenados representou “uma grave afronta à segurança pública brasileira, fortalecendo economicamente organizações criminosas e ampliando o poder bélico das facções”.

 

OPERAÇÃO DAKOVO
A Operação Dakovo teve início após a apreensão de fuzis de origem croata em Vitória da Conquista, na Bahia, em 2020. A investigação revelou uma rede que importava armas da Europa e da Turquia para o Paraguai, de onde eram vendidas ilegalmente para o Brasil, abastecendo facções como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV).

Justiça Federal condena quatro integrantes de esquema internacional de tráfico de armas para facções no Brasil
Foto: Divulgação / PF

A Justiça Federal da Bahia condenou mais quatro pessoas envolvidas no esquema internacional de tráfico de armas investigado na Operação Dakovo. As sentenças, proferidas pela 2ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária da Bahia no início de junho, atingem integrantes do núcleo de vendedores baseado no Paraguai, responsável por comercializar armamentos ilegais destinados a grupos criminosos brasileiros, como o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital (PCC).

 

Os condenados atuavam vendendo armas da empresa paraguaia IAS-PY para intermediários que as traziam ilegalmente ao Brasil. As investigações, conduzidas pelo Ministério Público Federal (MPF), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado na Bahia (Gaeco-MPF/BA), e pela Polícia Federal (PF), revelaram que o esquema incluía a remoção de números de série dos armamentos, uso de "laranjas" para simular vendas legais e pagamento de propina a agentes paraguaios para liberar registros falsos.


As duas principais vendedoras foram condenadas a mais de 22 anos de prisão cada. Elas participaram diretamente das negociações com compradores brasileiros e da corrupção de autoridades. O responsável por intermediar o contato com agentes da Direção de Material Bélico do Paraguai recebeu 7 anos e 6 meses de prisão. Já a encarregada da comunicação online da empresa, que monitorava apreensões no Brasil e alertava o grupo sobre operações policiais, foi sentenciada a 6 anos e 9 meses. Todos os condenados terão que pagar R$ 50 mil cada, a título de reparação por danos morais coletivos, valor destinado ao Fundo Nacional de Segurança Pública.


O MPF recorreu da decisão, solicitando que as penas pelo crime de organização criminosa sejam revisadas para "refletir melhor a periculosidade do grupo e o impacto social causado pelos crimes". O órgão pede que as penas principais dos quatro réus sejam elevadas ao máximo previsto em lei (8 anos para organização criminosa, com acréscimos por agravantes). No caso da responsável pela comunicação, o MPF argumenta que seu envolvimento com agentes públicos corrompidos deve aumentar a pena em dois terços.

 

OPERAÇÃO DAKOVO

A investigação teve início após a apreensão de fuzis croatas em Vitória da Conquista (BA), em 2020, e desvendou uma rede que importava armas da Europa e da Turquia para o Paraguai, de onde eram contrabandeadas para o Brasil. Até agora, o MPF já denunciou 28 pessoas por tráfico internacional de armas, lavagem de dinheiro e associação criminosa. Em maio, um dos investigados – integrante do núcleo de ocultação de recursos ilícitos – foi condenado a 18 anos e 9 meses de prisão.

Justiça Federal na Bahia condena quatro integrantes de esquema internacional de tráfico de armas da Operação Dakovo
Foto: Polícia Federal / Divulgação

Justiça Federal na Bahia condenou, no início de junho, mais quatro pessoas envolvidas no esquema internacional de tráfico de armas investigado na Operação Dakovo. A decisão atinge integrantes do chamado núcleo de vendedores do Paraguai, responsáveis por comercializar armamentos ilegais destinados a grupos criminosos brasileiros. Mesmo com a condenação, o Ministério Público Federal (MPF) recorreu da decisão para pedir penas mais altas, devido à gravidade dos crimes cometidos e ao impacto causado na segurança pública.

 

Segundo informações do MPF, os condenados atuavam vendendo armas da empresa IAS-PY, com sede no Paraguai, para intermediários que as traziam ilegalmente ao Brasil. As investigações, conduzidas pelo órgão, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado na Bahia (Gaeco-MPF-BA), e pela Polícia Federal (PF), mostraram que os armamentos abasteciam facções como o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital.   

 

Na sentença, a Justiça estipulou as seguintes penas, com base nas funções de cada condenado:

 

  • As duas principais vendedoras, que participaram diretamente das negociações com compradores brasileiros, da remoção de números de série das armas, do uso de laranjas para simular vendas legais e do pagamento de propina a agentes paraguaios para liberar registros falsos, foram condenadas a mais de 22 anos de prisão cada. Além da pena de reclusão, deverão efetuar o pagamento de multa e indenização por danos coletivos;

 

  • O responsável por fazer a ponte entre o grupo e os agentes corrompidos da Direção de Material Bélico do Paraguai recebeu pena de 7 anos e 6 meses de prisão;

 

  • A pessoa encarregada da comunicação online da empresa, do monitoramento de apreensões no Brasil e de informar os chefes do grupo sobre as operações policiais, foi condenada a 6 anos e 9 meses de prisão.

 

  • Além das prisões, os quatro condenados deverão pagar R$ 50 mil, cada um, como reparação por danos morais coletivos, valor que será destinado ao Fundo Nacional de Segurança Pública.


O MPF apresentou recurso contra a decisão da Justiça Federal, pedindo que as penas pelo crime de organização criminosa sejam revistas, para refletir melhor a periculosidade do grupo e o impacto social causado pelos crimes. Na apelação, foi pedido que as penas principais dos quatro réus sejam elevadas para o limite máximo previsto em lei (8 anos para o crime de organização criminosa, mais acréscimos pelos agravantes).

 

No caso da encarregada da comunicação online da empresa, também seja considerada agravante por envolvimento de agentes públicos corrompidos, o que pode aumentar a pena em dois terços.



Para o MPF, os crimes foram cometidos de forma organizada, sofisticada e perigosa, com uso de documentos falsos, alteração das armas para dificultar o rastreamento e movimentação de dinheiro por meio de casas de câmbio. Três dos réus estão atualmente presos no Paraguai, aguardando extradição para o Brasil.

 

Em maio deste ano, a Justiça Federal sentenciou um dos investigados por lavagem de dinheiro e participação em organização criminosa transnacional, investigados pela "Operação Dakovo". O réu, que integrava o núcleo responsável por ocultar recursos ilícitos, foi condenado a 18 anos e nove meses de prisão em regime fechado, além do pagamento de 419 dias-multa

 

OPERAÇÃO DAKOVO

A Operação Dakovo teve início após a apreensão de fuzis de origem croata em Vitória da Conquista (BA), em 2020. A investigação revelou uma rede internacional que importava armas da Europa e da Turquia para o Paraguai, de onde eram vendidas ilegalmente ao Brasil. Os envolvidos atuavam com empresas de fachada, simulações de vendas e corrupção de autoridades paraguaias. No total, o MPF denunciou 28 pessoas por tráfico internacional de armas, lavagem de dinheiro e participação em organização criminosa. 

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Quando eu disser, me ouçam. De há muito que eu aviso sobre a Miss CNAE, e ela só se espalhava. Tava num ponto que até o Ferragamo respirou aliviado. Enquanto isso, a política baiana virou gincana. A questão é que o povo tem que ficar atento às provas. O Missionário mesmo atirou a pedra esquecendo que tinha teto de vidro. Eu até entendo quem tá querendo fugir pra roça... Saiba mais!

Pérolas do Dia

Luciano Sandes

Luciano Sandes
Foto: Valter Pontes / Secom PMS

"De início, informa que recebeu com surpresa a operação realizada na data de ontem, que o incluiu como um dos alvos. Apesar disso, mantém serenidade e a confiança de que, ao final das apurações, todos os fatos serão esclarecidos e que sua inocência restará demonstrada".

 

Disse o ex-secretário municipal de Articulação Comunitária e Prefeituras-Bairro, Luciano Sandes, se pronunciou pela primeira vez após ser alvo da operação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Bahia (MP-BA).

Podcast

Vereador Randerson Leal é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira

Vereador Randerson Leal é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira
Foto: Projeto Prisma
O vereador Randerson Leal (Podemos) é o entrevistado do Projeto Prisma desta segunda-feira. O podcast é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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