Artigos
Multimídia
Duda Sanches critica segurança do estado e dispara sobre violência: "a Bahia já virou o Rio de Janeiro"
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
previa da inflacao
Apesar de altas consideráveis de preços de alimentos e de despesas pessoais, a prévia da inflação no país teve uma forte queda em março na comparação com o mês de fevereiro. Foi o que revelou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) divulgado nesta quinta-feira (26) pelo IBGE.
De acordo com o resultado, o IPCA-15 de março ficou em 0,44%, uma queda de 0,4% em relação aos 0,84% de fevereiro. No ano de 2026, a prévia da inflação chegou a 1,49%, e nos últimos 12 meses registrou um índice de 3,90%.
O IPCA-15 de março foi influenciado, principalmente, pelos grupos de Alimentação e bebidas, com alta de 0,88%, e de Despesas pessoais, que subiu 0,82%. Em março de 2025, o IPCA-15 havia registrado alta de 0,64%.
Todos os nove grupos de produtos e serviços pesquisados registraram variação positiva em março. No grupo Alimentação e bebidas (0,88%), a alimentação no domicílio acelerou de 0,09% em fevereiro para 1,10% em março.
Contribuíram para esse resultado as altas do açaí (29,95%), do feijão-carioca (19,69%), do ovo de galinha (7,54%), do leite longa vida (4,46%) e das carnes (1,45%). No lado das quedas destacam-se o café moído (-1,76%) e as frutas (-1,31%).
A alimentação fora do domicílio saiu de 0,46% em fevereiro para 0,35% em março. A refeição (0,31%) registrou variação inferior à verificada no mês anterior (0,62%), enquanto o lanche aumentou de 0,28% para 0,50%, no mesmo período.
Além de Alimentação e bebidas, o grupo Despesas pessoais (0,82%) também exerceu forte influência no índice geral, com destaque para os subitens serviço bancário (2,12%) e empregado doméstico (0,59%). No grupo Saúde e cuidados pessoais (0,36%), os destaques foram o plano de saúde e os artigos de higiene pessoal, que subiram 0,49% e 0,38%, respectivamente.
No grupo Transportes (0,21%), o destaque foram as passagens aéreas (5,94%). No resultado para ônibus intermunicipal (1,29%), estão contemplados o reajuste de 11,69% a 12,61% no Rio de Janeiro (12,59%) e de 7,27% em Curitiba (1,70%).
Os combustíveis apresentaram redução de 0,03%, com decréscimos nos preços do gás veicular (-2,27%), do etanol (-0,61%) e da gasolina (-0,08%), enquanto o óleo diesel teve variação positiva de 3,77%.
Regionalmente, dez das onze áreas tiveram alta em março. A maior variação foi registrada em Recife (0,82%), por conta das altas do tomate (46,27%) e da gasolina (1,37%). Já o menor resultado ocorreu em Curitiba (-0,06%), que apresentou queda nos preços do emplacamento e licença (-4,83%), das frutas (-3,78%) e da gasolina (-0,84%).
Em Salvador, o IPCA-15 de março ficou em 0,45%, acima dos 0,44% da média nacional. Já a variação acumulada nos últimos 12 meses foi de 3,18%, bem abaixo da média nacional de 3,90%.
A prévia da inflação para a Região Metropolitana de Salvador (RMS) durante o mês de abril, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), registrou um crescimento de 0,30%, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O índice teve uma segunda desaceleração consecutiva, registrando, novamente, uma alta menor que a do mês anterior. Em fevereiro o IPCA-15 registrou uma variação positiva de 1,19%, enquanto em março ele desacelerou e registrou um aumento de 0,37%.
Também foi o 3º menor IPCA-15 do país, dentre os 11 locais pesquisados separadamente, mantendo-se inferior ao nacional (0,57%). Os maiores índices em abril foram registrados nas seguintes Regiões Metropolitanas: Curitiba/PR (0,85%); Belém/PA (0,80%) e Brasília/DF (0,80%). Abaixo da Região Metropolitana de Salvador, ficaram Belo Horizonte/MG (0,27%) e Recife/PE (0,29%).
No acumulado do ano de 2023, o IPCA-15 da RMS está em 2,48%, menor que o do Brasil como um todo (2,59%) e o 3º mais baixo entre as 11 áreas pesquisadas. Nos 12 meses encerrados em abril, por sua vez, a RMS tem o maior IPCA-15 acumulado do país (5,17%). O índice nacional está em 4,16%.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Bacelar
"É a melhor que poderia ser construída".
Disse o deputado federal da Bahia, Bacelar (PV) ao avaliar a escolha do grupo governista em manter uma chapa “puro-sangue” para a disputa estadual deste ano. Em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, na Rádio Antena 1 Salvador, nesta segunda-feira (25), o parlamentar alega que esta formação é “a melhor chapa que poderia ser construída”.