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pretas por salvador
Em um vídeo divulgado nas redes sociais, na última quarta-feira (18), as co-vereadoras do mandato coletivo Pretas por Salvador (PSOL) denunciaram um militante de direita por atacar o seu gabinete. As imagens, publicadas pelas socialistas, mostram o militante gritando e batendo na porta.
“Estávamos trabalhando no gabinete quando fomos ameaçados aos gritos pelo representante, que começou a esmurrar a porta do gabinete nos acusando e nos ameaçando pelo viés fundamentalista que o mesmo prega e buscando nos amedrontar. Fascista algum vai nos parar", escreveu na publicação.
O coletivo relatou também que o homem já teria atacado elas em outros momentos, através das redes sociais.
“O mesmo já fez vários vídeos cometendo fake news, incitando o ódio, mas dessa vez ultrapassou os limites, nos ameaçando no ambiente de trabalho. É assim que os fascistas vão nos violentando e buscando nos matar”, disse.
Em nota enviada à imprensa, o Coordenador-Geral da Federação dos Trabalhadores Públicos do Estado da Bahia (Fetrab), Kleber Rosa, afirmou que o atentado ao gabinete da mandata coletiva Pretas Por Salvador (PSOL), por um militante de extrema direita representa a "violência política de gênero e a ousadia do fascismo". O caso ocorreu nesta semana, em Salvador.
O político solicitou que os órgãos competentes investiguem e apurem imediatamente o crime com as devidas medidas jurídicas cabíveis ao caso.
"Não podemos admitir que mais situações como essa continuem a ocorrer. Infelizmente, os ataques à militância e às lideranças do PSOL são recorrentes porque fazemos um enfrentamento real ao nazifascismo e a todos os tipos de opressões do sistema capitalista. A mandata faz um trabalho sério na capital baiana de resistência ao carlismo, ao machismo, à heteronormatividade, ao racismo. Não vão conseguir nos calar!", manifestou Kleber Rosa.
O PSOL divulgou também uma nota nas redes sociais, apontando que “repudia veementemente o ataque e a atitude agressiva” do homem.
As vereadoras fizeram Boletim de Ocorrência e denunciaram o caso.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.