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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta terça-feira (12) que o governo norte-americano está preparado para iniciar um diálogo com Cuba. Em publicação na rede social Truth Social, o republicano descreveu a ilha como “um país falido” que estaria “pedindo ajuda” em meio à crise econômica enfrentada pelo país.
Trump afirmou que nenhum integrante de seu partido o procurou para tratar do tema, mas sinalizou abertura para negociações. “Cuba está pedindo ajuda e nós vamos conversar!!! Enquanto isso, estou indo para a China!”, escreveu o presidente.
A sinalização ocorre em um momento de endurecimento da política externa de Washington contra Havana. O governo Trump intensificou recentemente sanções econômicas contra indivíduos e associações ligadas aos setores de energia, mineração, segurança e defesa cubanos. As medidas também atingem a Gaesa, empresa controlada pelos militares da ilha.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, defendeu as sanções afirmando que elas não têm como alvo a população cubana, mas sim uma empresa que, segundo ele, estaria “roubando” recursos do povo para beneficiar poucos.
Já o governo cubano, liderado pelo presidente Miguel Díaz-Canel, declarou que responderá a qualquer tentativa de agressão e criticou o que classificou como ameaças “perigosas” de ação militar por parte dos Estados Unidos.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na última quinta-feira (8) que deve se reunir com a líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, na próxima semana, em Washington. A declaração ocorre após o republicano tê-la deixado de lado no processo de transição de poder após a prisão de Nicolás Maduro.
“Entendo que ela virá na próxima semana e estou ansioso para cumprimentá-la”, disse Trump em entrevista à Fox News, concedida na Casa Branca.
María Corina tentou se aproximar do presidente americano e, no início desta semana, ofereceu a Trump o Prêmio Nobel da Paz que recebeu no ano passado — honraria que o republicano ambiciona publicamente há anos. Ela já havia dedicado o prêmio ao presidente dos EUA.
Apesar disso, Trump afirmou que a opositora, embora tenha liderado uma campanha eleitoral bem-sucedida em 2024 contra Maduro, não teria apoio nem respeito suficientes dentro da Venezuela para governar o país.
Na última segunda-feira (5), María Corina disse à Fox News que a entrega do prêmio seria um gesto de gratidão do povo venezuelano pela destituição de Maduro. Mesmo afastada do processo de transição, ela afirmou que “planeja voltar para casa o mais rápido possível”.
Segundo informações do jornal O Globo, Trump já havia decidido, antes mesmo da entrada em Caracas, que não apoiaria María Corina no cenário pós-Maduro. A decisão teria sido baseada em avaliações da inteligência americana, no desgaste da relação da opositora com autoridades em Washington e, segundo fontes próximas à Casa Branca, até mesmo na aceitação do Prêmio Nobel da Paz, título cobiçado pelo presidente dos EUA.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Capitão Alden
"Eu acho que chega a ser inocência demais você pensar assim. A pesquisa que foi feita indica que, a cada 10 votos que ACM Neto teve na última eleição, a cada 10 votantes, cerca de 7 a 8 teriam votado em Lula”, contextualiza. “Então, na cabeça deles, se eles apoiarem, por exemplo, o Flávio Bolsonaro, esse votantes ou aqueles que votaram e Lula poderiam não votar neles, mas chega a ser inocência você dizer ‘olhe, é certo que eu vou apoiar Flávio no segundo turno".
Disse o deputado federal da Bahia, Capitão Alden (PL) ao avaliar como “inocência” a hesitação do pré-candidato ao governo da Bahia, Antônio Carlos Magalhães (ACM) Neto (União), em declarar apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na disputa pela Presidência da República.