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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na última quinta-feira (8) que deve se reunir com a líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, na próxima semana, em Washington. A declaração ocorre após o republicano tê-la deixado de lado no processo de transição de poder após a prisão de Nicolás Maduro.
“Entendo que ela virá na próxima semana e estou ansioso para cumprimentá-la”, disse Trump em entrevista à Fox News, concedida na Casa Branca.
María Corina tentou se aproximar do presidente americano e, no início desta semana, ofereceu a Trump o Prêmio Nobel da Paz que recebeu no ano passado — honraria que o republicano ambiciona publicamente há anos. Ela já havia dedicado o prêmio ao presidente dos EUA.
Apesar disso, Trump afirmou que a opositora, embora tenha liderado uma campanha eleitoral bem-sucedida em 2024 contra Maduro, não teria apoio nem respeito suficientes dentro da Venezuela para governar o país.
Na última segunda-feira (5), María Corina disse à Fox News que a entrega do prêmio seria um gesto de gratidão do povo venezuelano pela destituição de Maduro. Mesmo afastada do processo de transição, ela afirmou que “planeja voltar para casa o mais rápido possível”.
Segundo informações do jornal O Globo, Trump já havia decidido, antes mesmo da entrada em Caracas, que não apoiaria María Corina no cenário pós-Maduro. A decisão teria sido baseada em avaliações da inteligência americana, no desgaste da relação da opositora com autoridades em Washington e, segundo fontes próximas à Casa Branca, até mesmo na aceitação do Prêmio Nobel da Paz, título cobiçado pelo presidente dos EUA.
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Donald Trump
"O governo cubano está conversando conosco e eles têm problemas muito sérios, como vocês sabem. Eles não têm dinheiro, não têm nada agora, mas estão conversando conosco e talvez vejamos uma tomada de poder amigável em Cuba”, disse o presidente a repórteres ao sair da Casa Branca para uma viagem ao Texas. “Sabe, temos pessoas morando aqui que querem voltar para Cuba".
Disse o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao comentar que está considerando uma "tomada de controle amigável" de Cuba, enquanto Washington pressiona a ilha comunista.