Artigos
Avanços na cadeia produtiva dos jumentos no Nordeste
Multimídia
Após deixar Podemos, Raimundo da Pesca comenta convites e explica escolha pelo PSD
Entrevistas
VÍDEO: Sílvio Humberto fala sobre cultura de Salvador, critica Executivo e comenta pré-candidatura a deputado; confira entrevista
presidente da sociedade brasileira de coloproctologia
A Bahia voltou a conquistar espaço de destaque na medicina nacional. O cirurgião colorretal baiano Ramon Mendes foi eleito presidente da Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP) para o biênio 2029/2030, durante o Congresso Norte-Nordeste da especialidade. O pleito marca o retorno de um baiano ao comando da entidade após um intervalo de 25 anos.
A SBCP é a segunda maior sociedade de cirurgia colorretal do mundo e desempenha papel estratégico na formação, atualização e regulamentação da prática da coloproctologia no país. A eleição de Ramon Mendes representa não apenas um reconhecimento à sua trajetória profissional, como também recoloca a Bahia no centro das decisões da especialidade.
Aos 45 anos, Ramon é fundador e coordenador do Núcleo de Coloproctologia do Instituto Brasileiro de Cirurgia Robótica (IBCR), além de ser reconhecido nacionalmente por sua atuação técnica e institucional. “Feliz e honrado com essa escolha, espero fazer uma gestão cuidando dos direitos dos membros e buscando cada vez mais a aproximação dos cirurgiões colorretais do Brasil”, declarou o médico.
A futura gestão já tem um marco importante previsto: Salvador será sede, em 2030, de um dos maiores congressos da história da SBCP, com expectativa de reunir cerca de dois mil especialistas. A escolha da capital baiana reforça o protagonismo regional e deve impulsionar ainda mais o intercâmbio científico e profissional no campo da coloproctologia.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.