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A chef baiana Angeluci Figueiredo, do restaurante Preta, foi responsável pelo jantar oferecido ao presidente da França, Emmanuel Macron, durante sua passagem por Salvador, na última quarta-feira (5). O evento aconteceu no Palácio Rio Branco, no Centro Histórico, após a abertura do “Festival Nosso Futuro Brasil–França: Diálogos com a África”, no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA).
Com um menu que destacou ingredientes e sabores brasileiros, Angeluci preparou pratos como ceviche de caju com maturi, leite de castanha e frozen de limão com gengibre, além de robalo confitado no azeite com ervas, crocante de baru e emulsão de moqueca. O jantar reuniu cerca de 50 convidados, entre eles o governador Jerônimo Rodrigues, o prefeito Bruno Reis, o empresário Alex Allard e artistas como Alberto Pitta, Menelaw Sete e Daniela Mercury, que se apresentou na ocasião.
Em publicação nas redes sociais, a chef relatou os bastidores da preparação do evento. “Vivi uma experiência que ainda ecoa em mim: preparar um jantar diplomático no Palácio Rio Branco em homenagem ao presidente Emmanuel Macron. Uma noite regida por protocolo, precisão e um cronograma milimétrico, onde cada gesto, cada entrada e cada minuto tinham peso”, escreveu.
Angeluci também agradeceu à equipe envolvida no processo e ressaltou a importância de representar a gastronomia baiana na ocasião. “Minha cidade Salvador mostrou sua força: acolhedora, vibrante, à altura de receber o mundo com respeito e encanto”, afirmou.
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Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.