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A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) divulgou, nesta quinta-feira (23), as novas diretrizes do seu código esportivo para 2025. Além de outras mudanças, foi adicionada uma regra no artigo 12.2 para pilotos que proferirem palavrões ou levarem manifestações políticas e religiosas para as pistas.
As punições para ações como essas serão variadas entre multas, redução de pontos ou até suspensão por um mês. A questão vale para todas as competições regidas pela FIA, incluindo a Fórmula 1.
Caso a multa seja imposta para um piloto da elite do automobilismo europeu, os valores impostos serão multiplicados por quatro, ou seja, se o preço definido pela entidade for de 10 mil euros, um corredor da F1 pagará 40 mil.
As punições possuem três níveis, que vão subindo a partir da rescindência do profissional. No entanto, o piloto que receber sua primeira pena não ganhará necessariamente a menor punição, visto que cada situação deverá ser analisada individualmente.
O presidente da Federação, Mohammed Ben Sulayem, é um defensor da redução dos palavrões utilizados pelos competidores. Em setembro de 2024, o dirigente deu uma declaração polêmica afirmando que era necessário “diferenciar o automobilismo da música rap”.
A entidade responsável pela Fórmula 1, Federação Internacional de Automobilismo (FIA), pediu para que os pilotos parassem de xingar durante as transmissões das competições do torneio. As expressões já são normalmente silenciadas, mas o aumento de xingamentos preocupou o órgão.
Mohammed Ben Sulayem, o presidente da FIA, afirmou entender a emoção do momento, mas, disse que os pilotos são responsáveis pelo que se comunica nos rádios também.
Alguns pilotos de F1 reagiram ao pedido da Federação, com é o exemplo de Lando Norris, da McLaren, e Max Verstappen, da RBR.
“São apenas os caras no calor do momento, sob estresse, sob pressão, lutando, tendo grandes acidentes. É muito mais fácil para eles dizerem do que para nós fazermos, porque estamos na pista, colocando nossos corações em risco ao tentar correr com as pessoas e estamos dando tudo de nós. Nossos batimentos cardíacos estão muito altos. Estamos apenas colocando nossa paixão e nosso amor nisso. É claro que haverá alguns palavrões do outro lado.” afirmou Norris.
Sulayem, após a reação dos corredores, ainda afirmou tomar medidas para a redução das palavras de baixo calão.
“Temos que diferenciar nosso esporte, o automobilismo, da música rap. Não somos rappers, você sabe. Eles dizem a palavra com 'F' quantas vezes por minuto? Não fazemos parte disso. Eles são eles e nós somos nós.”
O argumento que a Federação Internacional de Automobilismo utiliza para silenciar as palavras chulas é a ‘proteção dos jovens fãs do esporte’.
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"Quando o povo toma uma decisão, seja de direita, de esquerda ou do centro, temos que aceitar esse resultado. Eu nunca teria imaginado que um metalúrgico, que já foi líder sindical como eu, fosse eleito três vezes para a presidência. Mas aqui estou eu!".
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