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presidente da cbv
O presidente da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), Radamés Lattari, de 67 anos foi reeleito para completar seu segundo mandato na direção da entidade. Ao assumir o comando, o dirigente afirmou que Bernardinho e José Roberto Guimarães estarão à frente das Seleções masculina e feminina até os Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028.
Em entrevista com o portal O Globo, Radamés foi questionado sobre a Seleção Brasileira de vôlei não ter tido o resultado esperado e afirmou que nos esportes em geral, acha que não haverão mais hegemonias como antigamente.
“Particularmente, acho que daqui a pouco tempo nem no basquete os americanos serão tão dominantes quanto já foram. Eu acredito que com a globalização dificilmente nós vamos ter grandes hegemonias em qualquer modalidade esportiva. A maior prova foi no vôlei de praia. Quando imaginamos que o campeão ia ser a Suécia e a Noruega. Nós temos uma grande desvantagem em relação a todos os outros, o câmbio”, disse o presidente.
Além disso, o dirigente ainda falou sobre seus desejos a serem cumpridos com o vôlei brasileiro durante seu segundo mandato.
“A única coisa que eu tenho na cabeça é o vôlei nesses próximos quatro anos, quero colocá-lo na melhor posição possível. Eu quero terminar esses quatro anos dizendo que o Brasil cresceu na base, tanto na quadra quanto na praia. Que o vôlei atingiu todos os cantos do país. Que o Brasil tem uma confederação totalmente idônea, totalmente confiável, com credibilidade”, completou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.