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preservacao ambiental
A urgência para preservação ambiental e o convívio harmônico com a natureza foram as escolhas da fantasia pensada pelo ator Demian Reis, para brincar e protestar na Mudança do Garcia nesta segunda-feira (12). Integrante do bloco Paxamama, ele chegou ao tradicional evento do carnaval de Salvador vestido de árvore.
“Para lembrar que sem as florestas não tem vida para o ser humano, nenhum animal, nenhum ser vivo. As florestas são a fonte a partir do qual tudo pode acontecer, agora sem elas nada vai acontecer. Então é para trazer a importância, a urgência, a prioridade que são as florestas e, particularmente, as florestas brasileiras que são cuidadas pelos povos originários”, explicou em entrevista ao Bahia Notícias.
Ao pontuar que os povos indígenas cuidam da floresta e guardam com ela uma convivência harmônica, criativa, espiritual e cultural, Demian Reis criticou a relação do “homem branco, patriarcal, ocidental, capitalista”, que, para ele, tem lidado com a natureza e animais “unicamente como recurso”.
Sobre a preservação ambiental na capital baiana, o ator classificou o cenário como “problemático”. “Salvador, por exemplo, onde o prefeito liberou diversas áreas verdes no momento em que o mundo e as cidades cosmopolitas do mundo estão preservando as árvores. O BRT é um exemplo, mas outro exemplo foi nessa gestão aqui agora foram liberadas diversas áreas verdes para a construção de prédios, então a especulação imobiliária infelizmente passa por cima de toda a proteção florestal, inclusive APAS”, disse.
“Tudo é dinheiro. No final, o consumismo humano, o antropocentrismo humano é o grande mal a ser combatido. Nós não somos o centro do universo porra nenhuma, nós somos uma parte e a gente tem que ser satisfeito e ser muito grato por ter a oportunidade de estar vivo junto com tantos seres maravilhosos”, criticou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.