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prefeitura de itanagra
Um vídeo que circula nas redes sociais desde esta quarta-feira (4) registrou uma cena inusitada e ilegal. Uma ambulância da prefeitura de Itanagra, no Agreste baiano, foi flagrada recolhendo parte da carga de uma carreta tombada na BR-101, perto de Alagoinhas, na mesma região.
Segundo o Alagonews, parceiro do Bahia Notícias, as imagens mostram uma servidora usando o veículo [destinado exclusivamente a atendimentos de saúde] para transportar caixas espalhadas às margens da rodovia. O caso viralizou e gerou críticas.
Nas redes sociais, internautas resgataram a célebre frase do ex-governador baiano Octávio Mangabeira. “Pense em um absurdo, na Bahia tem precedente.” Segundo testemunhas, moradores já haviam iniciado o saque da carga momentos antes da chegada da ambulância, que então passou a recolher parte dos produtos usando o utilitário público.
Após o ocorrido, o prefeito de Itanagra, Marcus Sarmento (Avante), fez um vídeo e classificou o episódio como “muito grave”. Ele afirmou que a motorista da ambulância já foi identificada e que a administração municipal acionou a Polícia Civil e a Justiça para a adoção das medidas legais.
Sarmento também anunciou a abertura de um procedimento administrativo para apurar responsabilidades e aplicar as punições cabíveis. “A ambulância deveria estar servindo à população e não envolvida em situações irregulares. Não aceito e não vou aceitar o uso de um bem público para favorecimento próprio, muito menos para algo ilícito”, declarou.
A prefeitura de Itanagra, no Litoral Norte, convocou os trabalhadores culturais do município para discutir a distribuição de recursos da Lei Paulo Gustavo. A gestão foi autorizada pelo governo Federal a receber os recursos da lei, criada durante a pandemia para socorrer os produtores afetados pela pandemia da Covid-19.
Segundo a prefeitura, o objetivo é trazer os "fazedores" de cultura do município para um encontro explicativo em que serão discutidos questões, como elaboração dos editais que contemplarão os projetos.
“Recebemos esta notícia com muita alegria. A área da cultura foi uma das mais afetadas pela pandemia da Covid-19 e nada mais junto que agora seja contemplada com a Lei Paulo Gustavo. Vamos incentivar os 'fazedores' de cultura do nosso município a participarem ativamente dos editais, elaborando importantes projetos para alavancar a cultura do nosso município” disse o prefeito Marcus Sarmento (Avante).
O repasse da lei será de R$ 3,8 bilhões para os estados, municípios e o Distrito Federal.
O patrulhamento de ronda escolar foi intensificado em Itanagra, no Litoral Norte e Agreste Baiano, pela Prefeitura, através da Secretaria de Educação. A ação, que conta com o apoio da Guarda Municipal da cidade, chega após a onda de fake news e boatos sobre ameaças de ataques às escolas no país.
De acordo com o coordenador da Guarda Municipal, Jone Rildo, nos primeiros dias a operação foi realizada em regime de contingência de riscos e seguirá em um modelo permanente a partir da próxima segunda-feira (17).
O secretário de Educação, Eder Araújo, disse que a gestão da cidade solicitou o apoio da Polícia Militar e que a instituição tem dado suporte necessário à Guarda Municipal, porteiros e vigilância das unidades escolares.
“São deploráveis as fakes news sobre ataques às escolas que ocorrem em diversas cidades do país. Gostaria de parabenizar a Polícia Militar que agiu rápido na apreensão de quem disseminou estes conteúdos na Bahia. Assim como, em outros municípios, a Secretaria de Educação de Itanagra vem atuando de forma célere para tranquilizar todas as comunidades das escolas. Desde o começo da nossa gestão, a educação pública tem sido uma prioridade”, afirmou o prefeito Marcus Sarmento (PP).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Cuba não está passando fome porque não sabe produzir, porque não sabe construir sua energia. Cuba está passando fome porque não querem que Cuba tenha o que todo mundo deveria ter direito".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao afirmar que a crise alimentar em Cuba não é resultado de incapacidade produtiva, mas consequência de decisões políticas que, segundo ele, impedem a ilha de ter acesso ao que deveria ser um direito básico.