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prefeitura de gongogi
A prefeitura municipal de Gongogi, no Médio Rio de Contas, informou em nota que "recebeu com tranquilidade as informações referentes à Operação Severus", deflagrada pela Polícia Federal (PF) e Controladoria Geral da União (CGU) nesta quinta-feira (13).
?? PF e CGU vai à casa de prefeito de Gongogi durante cumprimento de mandado
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) August 13, 2026
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No comunicado, a administração municipal disse que "reafirma seu compromisso com a legalidade, a transparência e a correta aplicação dos recursos públicos" e afirmou que o "Município está à disposição dos órgãos responsáveis para colaborar com as investigações, prestar todos os esclarecimentos necessários e apresentar os documentos que forem solicitados".
A prefeitura declarou também que "confia no trabalho das instituições e acredita que os fatos serão devidamente esclarecidos no decorrer da apuração" e acrescentou que "os serviços públicos e o atendimento à população seguem funcionando normalmente".
A Operação Severus apura um possível esquema de fraudes em contratações públicas no município de Gongogi, no Médio Rio de Contas. A ação, feita pela PF e a CGU, cumpriu 33 mandados de busca e apreensão em Gongogi e também em Itabuna, Ilhéus, Dário Meira, Ipiaú, Ibicaraí, Valença e Eunápolis.
Entre os alvos está o prefeito de Gongogi, Adriano Mendonça (Avante), que aparece em um vídeo registrado na manhã desta quinta. A operação é a segunda fase da Operação Pacto Infame.
Uma operação da Polícia Federal (PF) deflagrada nesta quinta-feira (24) cumpre 13 mandados de busca e apreensão em Gongogi, Itabuna, Ipiaú e Ibicaraí, no Sudoeste e Sul do estado. Intitulada de Pacto Infame, a operação apura suspeita de desvios de recursos públicos, fraudes licitatórias e associação criminosa envolvendo contratos na área de engenharia civil da prefeitura de Gongogi.
Segundo a PF, diversas licitações teriam sido fraudadas e direcionadas para beneficiar uma empresa de Gongogi, que celebrou quase 20 contratos e recebeu mais de R$ 7 milhões de pagamentos da prefeitura da cidade nos últimos quatro anos. As evidências apontam que o esquema ocorria desde 2017, com atuação também em outras cidades baianas.
A PF informou que nesta etapa, o objetivo é coletar provas para robustecer a investigação, bem como identificar novos crimes e envolvidos. Em caso de informações que sirvam à investigação, a PF disponibiliza para qualquer pessoa o WhatsApp 71-99258-0158.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
ACM Neto
"Tentativa de interferir no processo eleitoral com a criação e divulgação de factoides e insinuações mentirosas e falsas, através de vazamentos seletivos, que buscam associar indevidamente meu nome a situações que nunca tive envolvimento".
Disse o candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil) ao se pronunciar sobre o pedido da Polícia Federal (PF) para realizar uma busca e apreensão relacionada a ele no âmbito da 10ª fase da Operação Overclean, deflagrada nesta quinta-feira (17). A medida, no entanto, foi negada pelo ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF).