Artigos
Cartografia da Erosão Eleitoral
Multimídia
“A política tem que voltar a conquistar as pessoas”, pede Grizenti sobre abstenção e votos nulos
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
prefeitura de correntina
O governo do estado prometeu acelerar as investigações e localizar os atiradores que feriram três homens em Correntina, na Bacia do Rio Corrente, Oeste baiano. Até esta sexta-feira (14), nenhum suspeito foi localizado. Na última terça-feira (11), as vítimas, que pertencem a comunidades tradicionais, faziam um mutirão na localidade de Fecho do Pasto do Cupim quando foram atingidas. Um delas ficou em estado grave (veja aqui).
Não há mais informações sobre o estado de saúde dela. Na quarta-feira (12), o secretário estadual da Casa Civil, Afonso Florence, participou de uma reunião na prefeitura de Correntina com integrantes de movimentos sociais e com o prefeito Nilson José Rodrigues, o Maguila (PCdoB).
“Estive no município para prestar solidariedade às famílias, coordenar as ações do Estado para coibir atos criminosos como esse e para avançar na solução dos conflitos fundiários na região. O Governo do Estado emprega esforços, imediatos, para preservar a vida e a integridade física das famílias atacadas pelos pistoleiros. O Estado vai coibir a violência contra fecheiros e comunidades tradicionais”, disse Afonso Florence.
Também participaram da reunião o Coletivo de Fundo e Fecho e Pasto, a Comissão Pastoral da Terra (CPT), a Associação dos Advogados Trabalhadores Rurais (AATR) e o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB). O governo informou que outras pastas também colaboram na resolução do caso, como as secretarias de Segurança Pública; Justiça e Direitos Humanos; Promoção da Igualdade Racial; e Desenvolvimento Rural.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Eu acho que nós fizemos uma campanha aquém da minha possibilidade. Acho que a gente poderia ter feito mais. Eu disse para o Edinho que essa foi a campanha menos organizada que eu participei desde 1989. E normalmente a gente colhe aquilo que a gente planta".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira (7) que a campanha de primeiro turno deste ano foi a menos organizada entre todas as que disputou desde 1989. A declaração foi dada a aliados, ao lado de Edinho Silva, presidente do PT e coordenador da campanha de reeleição do petista.