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prefeito preso
Preso na Operação Palácio do Saber, o prefeito de São Félix do Coribe, na Bacia do Rio Corrente, Jutuai Eudes Ribeiro Ferreira (PP), fez um vídeo, afirmando ser inocente. Chepa Ribeiro, como é conhecido, disse que a arma encontrada e que dez gramas de maconha achadas na casa dele não eram de sua propriedade. O gestor foi solto após pagar fiança de R$ 3,3 mil e após audiência de custódia.
Prefeito preso pela PF no Oeste baiano alega retaliação e diz que droga não era dele pic.twitter.com/GLNkOGPgEq
— BN Municípios (@BNMunicipios) October 12, 2023
O prefeito chegou a dizer que a operação seria uma retaliação do governo baiano, após ele ter rompido com o grupo. "O Brasil precisa mudar. Não é mudar de presidente. É mudar a postura. Nós não podemos ser mais retaliados como estão sendo", disse em um trecho do vídeo.
Ribeiro também considerou a operação da Polícia Federal (PF) desnecessária. "Apareceu aqui em minha casa dez gramas de maconha que não era [sic] minha. Para vocês verem o quanto eu estou sendo prejudicado por dez gramas", declarou em outro trecho. A operação Palácio do Saber é em referência à construção da escola municipal de mesmo nome.
Segundo a PF, a suspeita é que os contratos de licitações para a obra da escola causaram um prejuízo de R$ 15 milhões. O prefeito declarou que o problema teria sido causado pela compra da área e pela regularização do chamado título dominial, que o prefeito disse que "regularizou".
"Eles alegaram que nos compramos um terrerno que o proprietário tinha comprado por R$ 150 mil e nós compramos o terreno por R$ 300 mil. Liberamos o título dominial. O município não doa terrenos para terceiros através do título dominial, apenas regulariza. O processo [se referindo à operação] começou pelo título dominial", se defendeu.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.