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prefeito de sorocaba
O prefeito de Sorocaba, no interior de São Paulo, Rodrigo Manga (Republicanos), conhecido como ‘Prefeito Tiktoker’ teve seus bens bloqueados em 2023 por suspeita de superfaturamento de uma compra para educação.
Atualmente, o prefeito é alvo da operação ‘Copia e Cola’, deflagrada na última quinta-feira (10), pela Polícia Federal. A operação visa desarticular uma organização criminosa voltada ao desvio de recursos públicos destinados à saúde no município de Sorocaba.
O bloqueio dos bens de Manga foi determinado pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, em maio de 2023, após a suspeita de uma compra superfaturada de 30 mil kits de robótica, realizada no final de 2021.
Segundo a CNN, a acusação diz que os produtos foram adquiridos no valor de R$ 740, cada kit, apesar de existir kits semelhantes sendo vendidos no mercado por um valor entre R$ 14 a R$ 29.
A investigação da PF, deflagrada nesta semana, teve início em 2022, antes do bloqueio dos bens do prefeito. Também foram investigados pela ‘Copia e Cola’ ator de lavagem de dinheiro, por meio de depósitos em espécie, pagamento de boletos e negociações imobiliárias.
Além de Sorocaba e Vitória da Conquista, os mandados são cumpridos nas cidades paulistas de Araçoiaba da Serra, Votorantim, Itu, São Bernardo do Campo, São Paulo, Santo André, São Caetano do Sul, Santos, Socorro, Santa Cruz do Rio Pardo e Osasco.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.