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predio de luxo em salvador
Membros da família de Manoel Francisco da Silva, de 54 anos, morto após queda de um elevador em um prédio de luxo em Salvador, cobram justiça. Também foi a óbito Ariston de Jesus Santos, de 61 anos. Os dois trabalhavam para uma empresa de mudança e estavam no condomínio Splendor Reserva, situado na Rua Waldemar Falcão, no bairro do Horto Florestal, quando ocorreu o acidente no final da manhã desta quinta-feira (14).
Segundo o G1, o filho de Manoel Francisco, Emerson Oliveira, disse que havia relatos que o elevador já tinha apresentado "problemas" em outras ocasiões. Marlon Souza, sobrinho de Manoel, também clama por justiça. Outros três funcionários da empresa de mudança estavam no local, mas não chegaram a entrar no elevador no momento do acidente.
Em nota, a Atlas Schindler, empresa responsável pela manutenção do elevador, disse que lamenta o ocorrido e se solidariza com as vítimas e familiares.
Ao site, especialistas apontaram que tanto o síndico do prédio de luxo e a empresa responsável pela manutenção do equipamento podem responder pelo ocorrido nas esferas cível e criminal.
Segundo o Corpo de Bombeiros, o elevador caiu do sexto andar do edifício, de uma altura de quase 25 metros, e ficou totalmente danificado.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.