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Em sessão especial, realizada no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), o desembargador José Edivaldo Rocha Rotondano foi empossado no cargo de presidente da corte. A cerimônia foi marcada pela leitura do compromisso de posse pelo próprio magistrado, que enfatizou seus deveres com as leis do país e do estado.
Veja momento:
VÍDEO: Em sessão especial, José Edivaldo Rotondano assume a presidência do TJ-BA para o biênio 2026-2028
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) February 2, 2026
Confira?? pic.twitter.com/yy5RFcztLj
Em seu discurso, o novo presidente fez questão de declarar publicamente seu compromisso institucional. "Eu me comprometo a desempenhar bem, realmente bem, os deveres inerentes ao cargo de presidente do Tribunal de Justiça da Bahia, cumprir e fazer cumprir a Constituição da República Federativa do Brasil, a Constituição do Estado da Bahia e as leis do meu país", afirmou.
Rotondano também revisitou uma promessa feita há 14 anos, reafirmando seu compromisso pessoal com a melhoria contínua do tribunal. "E mais uma vez eu ratifico aquilo que disse há 14 anos: lutar incansavelmente para fazer dessa Corte a melhor, se não a melhor, uma das melhores cortes do país", declarou, finalizando com um "obrigado".
O desembargador José Rotondano foi eleito com 32 votos e vai suceder a desembargadora Cynthia Maria Pina Resende no comando da Corte. A disputa afunilou entre ele e o desembargador Edmilson Jatahy Júnior, que recebeu 26 votos. A eleição da nova mesa diretora ocorreu no dia 19 de novembro de 2025.
A solenidade comemorativa de posse da nova Mesa Diretora, que comandará os trabalhos no biênio 2026/2028, está marcada para o próximo dia 5 de fevereiro. O ato público será realizado às 9 horas no Salão Nobre do Fórum Ruy Barbosa, em Salvador.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.