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Um dos suspeitos na morte do ex-ator mirim João Rebello, morreu em uma troca de tiros com a polícia nesta sexta-feira (20) em Porto Seguro, na Costa do Descobrimento. O fato ocorreu durante uma diligência em Arraial d’Ajuda, distrito de Porto Seguro, quando policiais militares foram averiguar uma denúncia de tráfico de drogas.
O suspeito que morreu nesta sexta foi identificado como Anderson Nascimento Sena, o Danda. Segundo a Polícia Militar (PM-BA), Danda e outro comparsa, identificado como Kurin, foram baleados e não resistiram aos ferimentos. Segundo a PM, eles eram líderes da organização criminosa em Arraial d'Ajuda e Trancoso.
João Rebello foi morto a tiros em Trancoso, após os atiradores o confundirem. Dias após o crime, a polícia identificou os três suspeitos de matar o ex-ator. Um deles se entregou na delegacia em 1º de novembro e os outros dois seguiam foragidos.
Ainda segundo informações, o suspeito morto nesta sexta já tinha mandados de prisão em aberto por homicídio e tráfico de drogas. Com os suspeitos mortos nesta sexta, foram apreendidos: duas pistolas, 24 gramas de crack, 88 gramas de cocaína e 580 gramas de skank.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Rui Costa
"Há uma regra definida, inclusive por decisão do plenário do STF, que estabelece o volume de emendas e como esse montante pode crescer. Tudo o que estiver fora do pactuado não será executado. A forma de não execução está em discussão: se será veto, bloqueio de recursos ou remanejamento, mas não será executado além do combinado, que é o que está previsto legalmente. Algo em torno de R$ 11 bilhões está acima do limite legal e do pactuado".
Disse o ministro da Casa Civil, Rui Costa ao afirmar que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estuda formas de barrar cerca de R$ 11 bilhões reservados pelo Congresso para o pagamento de emendas parlamentares no Orçamento de 2026.