Artigos
Um novo ciclo para o cacau da Bahia
Multimídia
Após deixar Podemos, Raimundo da Pesca comenta convites e explica escolha pelo PSD
Entrevistas
VÍDEO: Sílvio Humberto fala sobre cultura de Salvador, critica Executivo e comenta pré-candidatura a deputado; confira entrevista
popularidade de lula
O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue em queda em seus índices de popularidade em terceiro mandato em frente à presidência da República. Um levantamento publicado pela Paraná Pesquisas nesta quarta-feira (2) apontou que 56,6% dos eleitores de Minas Gerais desaprovam a gestão do petista, além disso, 39,5% avaliaram os trabalhos do presidente como ruim ou péssimo.
Sobre a aprovação do presidente, 39,3% dos entrevistados pela pesquisa afirmaram que aprovam a administração petista, enquanto 4,1% não souberam responder. No caso da avaliação, 10,3% afirmam que a gestão é ruim e 39,5% disseram ser péssima. 18,7% avaliaram como boa e 7,7% como ótima. Dentre os entrevistados, 22,3% afirmaram que o governo é regular e 1,4% não soube responder.

Mais cedo, a Paraná publicou que Lula perderia a eleição presidencial para Jair Bolsonaro (PL) nas eleições de 2026 levando em consideração os votos do estado de Minas Gerais. O petista, no entanto, lidera cenários contra a esposa do ex-presidente Michelle Bolsonaro (PL) e o governador de São Paulo, Tarcísio Freitas (Republicanos), que são ventilados como possíveis candidatos.
Para a pesquisa, foram ouvidos 1660 eleitores em 70 municípios de Minas Gerais. As entrevistas foram feitas de maneira presencial entre os dias 26 e 30 de março de 2025. A confiança é de 95% e a margem de erro é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.