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pontos de observacao na orla
A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano (Sedur) autorizou, por meio de portaria, a Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF) a implantar 39 módulos de observação e 17 módulos de apoio ao longo da Orla Atlântica de Salvador. A autorização ambiental é válida por dois anos.
De acordo com o documento, os módulos serão destinados à prestação de serviços de guarda-vidas e distribuídos no trecho entre o Farol da Barra e a Praia de Ipitanga. A área está delimitada pelas coordenadas geográficas.

A portaria determina uma série de condicionantes que devem ser observados pela Fundação durante a vigência da licença. Entre as exigências, está a obrigação de manter a Sedur informada sobre qualquer alteração ou obra adicional relacionada ao projeto.
Outro ponto destacado no documento é a preservação da integridade natural da faixa de praia, evitando qualquer intervenção que altere as características originais da área, como a remoção de vegetação nativa, movimentação ou acréscimo de areia. As intervenções devem garantir segurança, visibilidade e acessibilidade para os profissionais e frequentadores da praia, minimizando impactos ambientais, sobretudo sobre a vegetação de restinga.
A portaria também estabelece que as condições sanitárias do projeto devem seguir rigorosamente as recomendações da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa). Em caso de implantação de sistema alternativo, como fossas sépticas, será necessário seguir as normas técnicas específicas.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.