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O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) soma 108 obras paradas em todo o Brasil, conforme dados do Tribunal de Contas da União (TCU). Os projetos interrompidos incluem serviços de recuperação, manutenção e conservação de rodovias federais e pontes, com investimento total previsto de R$ 3,7 bilhões.
Além disso, outras 973 obras estão em andamento, segundo informações do painel do TCU. O Dnit, que é vinculado ao Ministério dos Transportes, também é responsável por vias de navegação e ferrovias, além das rodovias federais. As informações são do site Metrópoles.
Os números mostram uma redução no total de obras paradas e em execução em comparação aos anos anteriores. Em 2023, havia 250 obras paradas e 1.551 em andamento. Em 2022, os números eram de 277 suspensas e 1.680 em construção.
O Dnit é responsável pela ponte que desabou entre Tocantins e Maranhão. A Ponte Juscelino Kubitschek desabou no último domingo (22) e ligava Aguiarnópolis (TO) a Estreito (MA). Já são nove mortos e oito desaparecidos. Corpos de duas vítimas foram encontrados a, aproximadamente, 35 metros de profundidade na última quinta-feira (26).
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André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.