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politica de feira de santana
O anúncio da desistência de Pablo Roberto (PSDB) de concorrer às eleições deste ano surpreendeu aliados e observadores da política de Feira de Santana.
Segundo o Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, o agora ex-pré-candidato havia declarado, em diferentes ocasiões, que disputar o cargo de deputado federal era um projeto pessoal.
Apesar disso, Pablo Roberto também reconhecia que a candidatura dependeria de apoio coletivo, o que incluía o aval do prefeito José Ronaldo (União), liderança do grupo político ao qual está vinculado.
Após anunciar a desistência, o político publicou uma mensagem em uma rede social que gerou interpretações sobre os bastidores da decisão. O texto apresenta uma metáfora associada à Semana Santa, com referências a termos como “traição”, “dor” e “silêncio”, antes da chegada do “domingo”, relacionado à ideia de vitória.
No contexto político, a publicação tem sido interpretada como um possível indicativo de insatisfação com o processo interno do grupo, especialmente após a conversa com José Ronaldo que antecedeu a retirada da pré-candidatura. A menção à “traição” pode sugerir percepção de perda de espaço ou pressões nos bastidores.
Por outro lado, a mensagem também pode ser entendida como sinalização de recuo estratégico. Ao afirmar que “nós também vamos vencer” e que “o domingo está chegando”, Pablo Roberto indica a possibilidade de movimentos políticos futuros.
A referência ao domingo também carrega simbolismo no contexto cristão, por marcar a ressurreição de Jesus Cristo, além de representar, no cenário político, o dia tradicional das eleições.
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Geraldo Alckmin
"Quem defende ditadura não deveria ser candidato".
Disse o vice-presidente Geraldo Alckmin, durante sua despedida do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços ao indicar ter ficado “honrado” com o convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para compor novamente a chapa nas eleições de 2026, e também fazer duras críticas ao principal adversário do atual governo, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).