Artigos
O Espectro Invisível das Pesquisas
Multimídia
Bruno Monteiro diz que fechamento do TCA expôs "vácuo" de grandes teatros em Salvador
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
politec
Um homem que era motorista de carro por aplicativo foi encontrado morto, nesta quinta-feira (23), dentro de um veículo em uma valeta, no Bairro Morada do Bosque, em Sorriso, no norte De Mato Grosso. Ao lado do corpo, foi encontrado um bilhete em que o autor do homicídio diz que a vítima abusou sexualmente da filha dele.
De acordo com o sargento Almeida, da Polícia Militar, o corpo foi encontrado por outros motoristas que passavam pela estrada e acionaram a PM.
“Encontramos uma carta escrita à mão, colocado no banco do motorista informando que se trata de vingança pelo crime de pedofilia. É uma situação que ainda será investigada pela polícia”, disse o sargento.
No bilhete encontrado ao do corpo do motorista, o suspeito aponta a motivação do crime: "Motivo da morte: ele é pedófilo, abusou da minha filha sexualmente e gente assim merece morrer, como aconteceu com ele. Agora vai abusar de menina de menor no inferno", escreveu.
A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) esteve no local e constatou que o homem tinha várias perfurações, possivelmente, causadas por arma de fogo.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.