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policial ingerindo bebida alcoolica
Um policial militar se envolveu em uma confusão em um bar na zona rural de Camamu, no Baixo Sul baiano. O caso ocorreu na noite desta quarta-feira (28) no povoado do Travessão e resultou ainda na prisão de uma mulher. Em um vídeo feito no local o PM, ainda não identificado, aparece com um copo e fardado com a identificação da Polícia Militar.
Em Camamu, PM agride mulher ao ser questionado por ingerir bebida alcoólica em serviço e recebe garrafada na cabeça
— BN Municípios (@BNMunicipios) February 29, 2024
Veja ?? pic.twitter.com/KSOszxUCHu
Do lado, em uma mesa, uma mulher o questiona sobre o porquê de ele estar bebendo, ao que o PM a agride com um tapa no rosto. A mulher, então, arremessa uma garrafa que atinge a cabeça do policial.
Com sangue na região da cabeça, o agente ainda sai para o meio da rua, chama alguém e dá um tiro para o alto.
Em nota, a Polícia Militar da Bahia informou que já determinou a abertura de um procedimento apuratório pela Corregedoria da instituição, após tomar conhecimento da conduta de um policial da 33ª CIPM. A Corporação disse ainda que lamenta o ocorrido e reitera que abomina qualquer tipo de excesso cometido por integrantes da corporação no exercício das suas atividades.
"Esse tipo de comportamento, contrário aos ditames legais e disciplinares, diverge dos ensinamentos e doutrina institucionais", diz trecho da nota. Já a Polícia Civil informou que a delegacia de Camamu iniciou investigações para apurar o possível cometimento dos crimes de abuso de autoridade e disparo de arma de fogo.(Atualizado às 12h42)
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.