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policia turca
A polícia turca prendeu cerca de 150 pessoas que protestavam contra a repressão à comunidade LGBTQIA+ nesta terça-feira (15). Os manifestantes estavam reunidos em frente ao Palácio da Justiça de Ça?layan, no lado europeu de Istambul, e foram detidos após se recusarem a deixar o local.
"Viva a luta pela liberdade!", "Apesar do ódio, viva a vida!" e "Libertem os presos imediatamente!", gritavam os manifestantes. O grupo também carregava uma faixa com a frase "Ser LGBTQIA+ e se organizar não é crime."
"Enquanto tantos crimes graves ficam impunes, o governo agora faz operações contra ativistas LGBTQIA+. Essas pessoas não cometeram nenhum outro crime além de serem quem são e defenderem seus direitos ou os direitos dos outros", disse um dos manifestantes no local à agência de notícias AFP.
O partido pró-curdo DEM, figura-chave no processo de paz entre Ancara e os combatentes curdos do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), condenou as batidas policiais contra pessoas LGBTQIA+.
"A linguagem da paz não pode ser acompanhada de repressão", escreveu a legenda na rede social X.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.