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policia militar de sao paulo
A Polícia Civil de São Paulo indiciou quatro policiais militares pela execução de um homem colombiano em um apartamento na região central da capital paulista. O crime ocorreu na véspera de Natal, em 24 de dezembro, e foi registrado por câmeras corporais, cujas imagens estão sendo analisadas pelos investigadores.
ATENÇÃO, IMAGENS FORTES:
??VÍDEO: Polícia Civil de SP indicia quatro PMs por execução de colombiano em apartamento
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) March 13, 2025
Confira???? ?? pic.twitter.com/bcuEdl9KKK
Os agentes foram acionados para atender a uma ocorrência de ameaça. No local, encontraram a vítima, que aparentemente estava em surto, ferindo um cachorro. Durante mais de 10 minutos, tentaram negociar para que ele se entregasse.
Nas imagens obtidas pela TV Globo, cerca de 10 policiais aparecem no corredor do prédio, enquanto o homem permanece dentro do apartamento, com a porta aberta. Os agentes pedem que ele se acalme, largue a faca e a empurre para fora. Em um momento da negociação, um dos policiais afirma: “Ninguém vai machucar você.”
O colombiano chega a colocar a faca de lado, mas a retoma e ameaça um agente que se aproximava. Os policiais recuam, e um deles saca uma arma de choque, aparentemente tentando utilizá-la, mas nenhum eletrodo é disparado.
Menos de dois minutos depois, uma sequência de tiros é efetuada, gerando uma nuvem de fumaça causada pela explosão da pólvora. Os PMs entram no apartamento, encontram a vítima ferida, mas ainda viva, e efetuam novos disparos, concluindo a execução.
Após o crime, os policiais discutiram como relatar o caso às autoridades. Segundo a perícia, foram mais de 40 disparos realizados, que atingiram tanto o homem quanto o cachorro. O colombiano teve 35 perfurações.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.