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Cristiano Sevieri, o fotógrafo e produtor de vídeos que capturou o lance irregular do gol de Memphis Depay no primeiro jogo da semifinal da Copa do Brasil contra o Cruzeiro, afirmou que ficou sem credencial para trabalhar no duelo de volta, que acontece neste domingo (14/12) na Neo Química Arena.
No jogo de ida, realizado no Mineirão, Sevieri estava posicionado atrás do gol defendido por Cássio e conseguiu filmar o domínio da bola com o braço de Memphis, algo que não foi registrado pelas câmeras de TV ou pelo VAR, validando o tento que deu a vitória ao Corinthians por 1 a 0.
O profissional lamentou a situação, que atribuiu à grande reação negativa dos torcedores do Corinthians nas redes sociais:
“Ontem fizeram a festa com meu nome. Fui até acusado de manipular com IA a verdadeira imagem. Daquele mesmo ângulo que já estive em diversos jogos e competições. LOUCURA! Amanhã estou sem credencial, nem me procure no campo”, desabafou Sevieri.
Corintiano declarado e ex-funcionário da Corinthians TV (até julho de 2021), Sevieri defendeu sua intenção ao publicar o vídeo, negando qualquer má-fé contra o clube.
“Estarei no meio dos meus, na torcida. E se você achar que eu preciso ser cobrado, estarei lá pra dialogar e trocar ideia. Eu nunca quis prejudicar o Corinthians (e sei que não prejudiquei). No fim, o resultado do jogo foi o mesmo que te deixou de boa”.
Ele explicou que a publicação foi feita tarde da noite e não teve intenção de gerar polêmica ou viralizar:
“Eu gravei a minha visão do lance, como sempre fiz e postei o vídeo… 2h30 da matina… para engajamento? Seria uma das piores estratégias. Eu apenas achei foda a imagem do Memphis passando em slow com o Cássio, nosso ídolo, caindo dentro do gol… 1×0… caos… CORINTHIANS PRA CARALHO!”.
O gol em questão ocorreu aos 21 minutos do primeiro tempo no Mineirão. Após cruzamento de Carrillo e escorada de Yuri Alberto, Memphis dominou com o braço e marcou. O lance foi validado imediatamente pelo árbitro Anderson Daronco e o VAR não interveio.
Após um mês afastado das competições organizadas pela CBF, o árbitro Ramon Abatti Abel voltou a apitar e foi novamente centro de polêmicas. Ele comandou a vitória do Athletic sobre a Ferroviária por 2 a 1, na noite de sexta-feira (7), pela 36ª rodada da Série B, em confronto direto contra o rebaixamento.
Afastado desde o clássico São Paulo x Palmeiras, pela 27ª rodada do Brasileirão — partida marcada por reclamações de ambos os clubes, especialmente do Tricolor —, o catarinense havia retomado as atividades recentemente, atuando no VAR de Mirassol x Botafogo (Série A) e apitando Figueirense x Marcílio Dias, pela Copa Santa Catarina.
No duelo entre Athletic e Ferroviária, Ramon distribuiu 11 cartões, sendo nove amarelos — sete deles para o time mineiro, o que causou forte insatisfação dos jogadores — e dois vermelhos para atletas da equipe paulista.
O árbitro também anulou um gol da Ferroviária no segundo tempo, que deixaria o placar em 2 a 1 para os visitantes, após revisão no VAR, e expulsou o atacante Vitor Barreto, em lance que originou o gol da vitória do Athletic, marcado aos 50 minutos da etapa final. Por protestar contra a marcação, o técnico Claudinei Oliveira também foi expulso.
Ao término da partida, Ramon foi cercado por jogadores da Ferroviária e precisou de escolta da Polícia Militar para deixar o gramado. Os atletas alegavam que, no gol anulado, a bola teria desviado no corpo do jogador antes de tocar em sua mão, aberta no salto.
Na súmula, o árbitro relatou que Claudinei Oliveira xingou a equipe de arbitragem, afirmando que “todos eram ladrões”.
A Ferroviária ainda reclamou de um pênalti não marcado em Fau, no segundo tempo, quando o placar ainda era de 1 a 1. Chamado pelo VAR, Ramon revisou o lance, mas manteve a decisão de campo.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.