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A final da Copa do Mundo de Ginástica Rítmica encerrou a primeira etapa da temporada de 2026, nesta segunda-feira (30). Entretanto, a competição, realizada em Sofia, na Bulgária, ficou marcada por um gesto que chamou a atenção no pódio do arco, quando a atleta russa Sofia Ilteriakova, que subiu ao segundo lugar, permaneceu de costas para as bandeiras durante a execução do hino da Ucrânia.
Taisiia Onofriichuk, atleta ucraniana, ficou com o ouro e conquistou o título tanto no arco quanto na bola. Apesar do protesto na hora do hino, Ilteriakova cumpriu os ritos seguintes, posando para foto oficial ao lado das outras medalhistas.
Copa do Mundo de Ginástica Rítmica ????
— Esportes Infos (@esportes_infos) March 30, 2026
Etapa de Sofia ????????
Resultado - Arco
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Segundo ouro de Onofriichuk na carreira no Arco em provas de Copa do Mundo pic.twitter.com/yZGNJRCJ2F
Os atletas russos pararam de usar a bandeira nacional e o hino em competições internacionais de alto nível a partir de 2017, devido a escândalos de doping, mas a restrição foi intensificada com a invasão da Ucrânia em 2022.
Desde então, eles competem como Atletas Individuais Neutros (AIN), representando a Rússia e Belarus. O termo passou a ser utilizado após o Comitê Olímpico Internacional (COI) proibir as delegações dos dois países como parte das punições pela guerra. Sofia disputou toda a competição sob essa condição; a delegação neutra é representada por um logo específico criado pelo COI, e o hino é apenas instrumental, sem letra.
Ainda sobre a Copa do Mundo de GR, Geovanna Santos representou o Brasil na fita. A ginasta brasileira avançou para a decisão com a quinta melhor nota das classificatórias, mas terminou a competição na sexta colocação após somar 26.550 pontos.
Baiano, de Monte Santo, na região nordeste do estado, Fábio Jesus Correia conquistou o terceiro lugar na centésima edição da Corrida Internacional de São Silvestre. Com o tempo de 45min6s, o atleta conhecido como “Guerreiro do Sertão” bateu sua própria marca de quarto colocado em 2022, que já era a melhor de um brasileiro na prova masculina.
“É muito treino e muita dedicação para a gente chegar aqui. Competir contra os africanos não é fácil. Treinamos demais, nos dedicamos demais, e que pena que o Brasil não incentiva tanto no atletismo, que é um esporte tão importante. Só tenho a agradecer ao meu treinador, ao exército brasileiro e a minha Bahia, que tem uma energia positiva. Agradeço ao meu povo baiano, nordestino e de todo o Brasil que torce pelo Guerreiro do Sertão”, declarou.
Antes do brasileiro, chegou o etíope Muse Gizachew, que venceu a prova com 44min28s, e o queniano Jonathan Kipkoech, que ficou em segundo lugar com 44min32s de marca. Gizachew surpreendeu ao ultrapassar Kipkoech nos 50 metros finais da corrida.
A atleta baiana Núbia de Oliveira voltou a se destacar na Corrida Internacional de São Silvestre ao conquistar o terceiro lugar na edição centenária da prova. Com o tempo de 52min42s, a corredora natural de Campo Formoso, no norte da Bahia, alcançou o pódio pelo segundo ano consecutivo.
“Estou muito feliz. Toda honra e toda glória seja dada a Deus. Agradeço demais a todos brasileiros que ficaram na torcida, agradeço demais a minha família, meus pais, meu marido e o meu treinador, professor Ferreirinha”, declarou logo após a prova.
Esta foi a quarta participação de Núbia na tradicional corrida realizada em São Paulo. Aos 23 anos, a atleta, que reside no distrito de Flamengo, no município de Jaguarari, consolida seu nome entre os principais destaques do atletismo.
“Estou aqui representando Jaguarari, Campo Formoso e todos que me acompanham. Foi uma excelente prova, porque o meu objetivo era chegar aqui e ser melhor que no ano passado. Graças a Deus consegui melhorar a minha marca, mas eu tinha um objetivo maior, que era o primeiro lugar, não veio nesse ano, mas eu tenho muita fé em Deus que isso ainda vai acontecer. Tenho certeza que vou voltar aqui e vencer essa prova”, afirmou Núbia.
A vitória na prova feminina ficou com a tanzaniana Sisilia Panga, que completou o percurso em 51min09s. O segundo lugar foi da queniana Cynthia Chemweno, com o tempo de 52min30s, repetindo a mesma colocação obtida na edição de 2024.
Mesmo jovem, Núbia de Oliveira já reúne um currículo expressivo no esporte. A corredora é campeã do Troféu Brasil nos 1.000 metros, campeã sul-americana, vice-campeã pan-americana de cross country e soma 13 títulos brasileiros de atletismo.
No último domingo (6), sete brasileiros estiveram presentes no Aberto de Taekwondo, em Montenegro. Desses atletas, cinco subiram ao pódio. Milena Titoneli ficou com a medalha de prata na categoria até 67kg feminino. Fillipe Rabello e João Victor Diniz (68kg), Lucas Ostapiv (80kg) e Allif Souza (87kg) foram medalhistas de bronze.
Apesar da desistência na final, o maior destaque dentre atletas brasileiros foi para Milena Titoneli que conquistou a medalha de prata. A jornada da taekwondista começou nas quartas de final. A brasileira venceu a croata Nika Keplac por 2 a 0 e garantiu uma medalha, porque o regulamento prevê que os quatro semifinalistas de cada categoria garantem, no mínimo, o bronze. Em sequência, Milena deixou a russa Liliia Khuzina pelo caminho após derrota-lá e avançou para a final. Nas redes sociais, Milena Titoneli se pronunciou sobre a desistência.
“Decidi não lutar para evitar qualquer lesão. Ao chegar na final deste torneio eu alcancei os 20 pontos do ranking olímpico, que é a pontuação limite que podemos fazer em um ano. O objetivo aqui no Aberto de Montenegro era chegar nessa pontuação máxima, além de colocar em prática alguns ajustes dos treinos. Como atleta, eu preciso saber ouvir o meu corpo e saber a hora de não arriscar uma lesão”, explicou Milena.
Na categoria até 68kg masculino, o Brasil conquistou duas medalhas de bronze. Filipe Rabello estreou vencendo o russo Ilia Danilov por 2 a 1. Nas quartas de final, o brasileiro derrotou o búlgaro Stefan Stamenov por 2 a 0 de forma expressiva. Filipe acabou perdendo para o húngaro Levente Mark Jozsa, ficando com o bronze. Ainda na mesma categoria, João Victor Diniz avançou diretamente para as quartas de final, onde venceu o lutador da casa Mario Vukovic por 2 a 0. Na semifinal, o brasileiro foi derrotado pelo croata Matija Crep por 2 a 1 e assegurou o terceiro lugar no pódio.
Na categoria 80kg, Lucas Ostapiv venceu duas lutas por 2 a 1, contra o russo Magomedrasu Omarov e o anfitrião Vasilije Perunicic. Ao chegar na semifinal, o brasileiro acabou derrotado para o croata Matej Nikolic por 2 a 1. Na classe 87kg, Alif Souza entrou diretamente nas semifinais diretamente e o atleta brasileiro perdeu para o russo Alexander Pryazhnikov por 2 a 0. Lucas e Alif ficaram com a medalha de bronze.
Neste domingo (29), foi encerrado o Campeonato Brasileiro de Ginástica Rítmica 2024, competição realizada em Lauro de Freitas (BA), onde a baiana Keila Santos se destacou com apenas 16 anos. A jovem atleta conquistou a medalha de bronze no aparelho bola, na categoria elite.
Após fazer a pontuação de 31.200, a ginasta ficou com o terceiro lugar no pódio do aparelho bola. Keila é uma promessa da ginástica baiana, e apesar da pouca idade, a ginasta conseguiu assegurar sua vaga no pódio em sua primeira participação pela categoria elite.
A competição foi promovida pela Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) com apoio da Federação Bahiana de Ginástica (FBG), Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre) e Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb), além do patrocínio oficial das Loterias Caixa.
Confira o pódio de cada aparelho no Campeonato Brasileiro de Ginástica Rítmica - Elite:
Bola:
1º Geovanna Santos - INCESP/ES
2º Maria Eduarda Alexandre - AGITO/PR
3º Keila Santos - GORBA/BA.
Arco:
1º Maria Eduarda Alexandre - AGITO/PR
2º Geovanna Santos - INCESP/ES
3º Ana Luísa Neiva - Escola de Campeãs/ES
Maças:
1º Maria Eduarda Alexandre - AGITO/PR;
2º Geovanna Santos - INCESP/ES;
3º Ana Luísa Neiva - Escola de Campeãs/ES.
Fitas:
1º Geovanna Santos - INCESP/ES
2º Ana Luísa Neiva - Escola de Campeãs/ES
3º Samara Sibin - AGITO/PR
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Não tenho que justificar nada para ninguém".
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL) ao comentar sobre a sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro, preso no caso do Banco Master. Em coletiva realizada em frente ao Quartel-General da Polícia Militar do Rio, onde acompanhou a entrega de armamentos e viaturas, o parlamentar afirmou que não precisava avisar a aliados sobre sua relação com Vorcaro.