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pm de feira de santana
Após fazer uma denúncia contra policiais militares em uma abordagem em Feira de Santana, o pedreiro Nailson Santos da Silva, de 30 anos, se mudou do local onde morava por temer represálias. Segundo a TV Subaé, o trabalhador também registrou o caso na Polícia Civil e na Corregedoria da Polícia Militar.
Por meio de nota, a PM informou que os agentes envolvidos no caso foram afastados das funções na rua e ficarão no trabalho administrativo. A situação ocorreu no último domingo (6) e foi filmada pela esposa do pedreiro. O homem teve a casa invadida pelos agentes e a camisa rasgada durante ação. Como forma de justificativa, os agentes disseram que o homem tinha corrido para casa após a aproximação da viatura. O pedreiro retrucou, afirmando que tinha entrado para residência em busca de um celular.
“O meu ajudante trabalhou no sábado, na minha residência. No domingo de manhã, ele voltou à minha residência para procurar o celular, e então eu liguei do meu celular para o número dele, para ver se encontrava. Nesse momento que eu adentrei na minha residência, eu não vi a viatura, não tinha noção que tinha polícia patrulhando bairro", relatou. Ainda em nota, a PM declarou que “os fatos serão apurados sob as luzes dos dispositivos legais norteadores correcionais, vigentes na Instituição. Para efeito de preservar a Instituição e os Policiais Militares envolvidos, os mesmos foram afastados e responderão a escala administrativa até finda as apurações”, disse.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.