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O policial militar Cleumário de Jesus Figueiredo foi condenado a 14 anos e três meses de prisão acusado de matar o delegado José Carlos Mastique de Castro Filho em Itabuna, no Sul. O júri começou na manhã desta terça-feira (24) e atravessou a madrugada desta quarta-feira (25), quando foi decretada a sentença.
Segundo a TV Santa Cruz, o julgamento foi marcado pela presença de membros das polícias Civil e Militar. O crime ocorreu no dia 28 de abril de 2019, em um posto de combustíveis da cidade.
Conforme informações, o delegado estava em um veículo acompanhado de um investigador quando foi acionado para atender a uma ocorrência que envolvia uma mulher que estava sendo agredida pelo companheiro. Durante a ação, a Polícia Militar foi chamada.
Segundo relatos, um dos policiais solicitou que o delegado entregasse a arma, o que foi feito. Na sequência, ao se virar para entregar uma segunda arma, o policial Cleumário efetuou um disparo. Imagens do momento indicam que o delegado chegou a entregar uma arma e se afastar.
Porém, ao realizar um novo movimento, interpretado como tentativa de sacar outra arma, o policial que estava atrás efetuou o disparo. O delegado foi socorrido após o ocorrido, mas não resistiu aos ferimentos. Após o ocorrido, Cleumário foi preso na ocasião e permaneceu detido por 20 dias.
Depois, foi liberado e passou a responder ao processo em liberdade. O julgamento foi marcado por interrogatórios e debates. Logo após a sentença, Cleumário foi encaminhado para cumprimento da pena. Ainda cabe recurso à decisão.
O delegado Carlos Mastique de Castro Filho ingressou na Polícia Civil em 1998, como escrivão, e posteriormente foi nomeado delegado. Quando ocorreu o caso, ele atuava em uma delegacia em Cajazeiras, na capital baiana.
Um policial militar foi condenado a 22 anos de prisão por um homicídio em Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo. O júri popular ocorreu nesta quinta-feira (14) no Fórum Desembargador Wilde Lima. O réu Maycon Nunes Lampanche havia sido acusado pela morte Luiz Ribeiro dos Santos, de 29 anos.

Foto: Reprodução / Blog do Valente
O crime ocorreu na noite do dia 1° de outubro de 2023, em um bar no Centro da cidade. Outras três pessoas ficaram feridas no ataque a tiros. Segundo o Blog do Valente, parceiro do Bahia Notícias, testemunhas relataram que Luiz foi atingido enquanto se dirigia ao banheiro do bar, no momento em que ocorria uma discussão entre dois homens.

Luiz Ribeiro não resistiu / Foto: Reprodução / Blog do Valente
Um deles teria deixado o local, ido até um carro, pegado uma arma de fogo e efetuado vários disparos. Os três feridos no ataque prestaram depoimento durante o julgamento.
Um policial militar foi condenado a 17 anos de prisão pelo homicídio de um promotor de vendas em Alagoinhas, no Agreste baiano. A sentença foi proferida nesta quinta-feira (15), nove anos depois do crime, ocorrido em um shopping da cidade em abril de 2014 (lembre aqui). Segundo a TV Subaé, o tenente da PM-BA Marcelo Andrade Souza chegou a ser preso por cinco anos, mas foi solto em 2019 devido à demora do julgamento. A vítima foi Herbert Menezes que foi atingido por seis disparos.
Ele foi denunciado pelo crime de homicídio qualificado, tentativa de homicídio e aguardava o julgamento em liberdade. Ainda segundo informações, a motivação seria um petisco em um bar dentro do shopping. O policial, que estava de folga, pegou um pedaço de carne na mesa do grupo sem autorização.
Herbert e os amigos não gostaram da atitude e uma confusão foi iniciada. Pessoas que estavam no local tentaram conter o PM, mas o acusado passou a atirar, atingido três clientes, um deles Herbert, que foi a óbito no local. O promotor de vendas deixou dois filhos, na época, com quatro meses e seis anos. Os familiares do promotor afirmam que vão recorrer da decisão, pedindo uma pena mais extensa.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Gabriel Galípolo
"Esse é um tipo de comportamento que não é desejável, que deve ser coibido e inibido pelos reguladores e pela gente, por isso que a gente vem trabalhando muito com o FGC, numa sucessão de medidas".
Disse o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo ao criticar a pressão de instituições não bancárias para usar o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) na captação de varejo.