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plantio de maconha
Um homem foi preso em uma ação que erradicou de quase 5,6 mil pés de maconha em Umburanas, no Piemonte da Diamantina, nesta quinta-feira (6). Segundo a Polícia Federal (PF), as ações foram feitas em conjunto com a CIPE-Caatinga/PMBA, no âmbito da Operação Carcará II. Levantamentos feitos pelas polícias Federal e Militar descobriram a plantação que ocupava uma área de 3,1 mil metros quadrados.

Foto: Divulgação / Polícia Federal
Ainda segundo a PRF, o ciclo produtivo da cannabis [maconha] é monitorado pelos policiais federais e novas ações são realizadas nos períodos próximos à colheita, coibindo, assim, a finalização do cultivo.
A PF reforçou que a persistência da erradicação de plantios de maconha tem como efeito direto a diminuição da oferta de maconha no mercado consumidor.
O fato também contribue para o desabastecimento dos pontos de venda de droga no Nordeste do país, evitando assim a escalada da violência como roubos, furtos, homicídios, latrocínios, guerra pelo domínio dos territórios de drogas, dentre outros crimes violentos.
Uma ação da Polícia Federal (PF) prendeu nesta sexta-feira (15) duas pessoas acusadas de financiar o plantio de maconha em Campo Formoso, no Piemonte Norte do Itapicuru. Além dos dois mandados de prisão temporária, os agentes também cumpriram dois de busca e apreensão no âmbito da Operação Colheita. A ação é um desdobramento da Operação Polígono 3, deflagrada em junho do ano passado.
Na ocasião, os policiais erradicaram uma plantação – de duas tarefas de área – com 12 mil pés de maconha, em Campo Formoso. Os presos seriam responsáveis pelo financiamento do cultivo ilegal. Os investigados poderão ser indiciados pelo crime de cultivar maconha sem autorização.
Ainda segundo a PF, o nome da operação faz referência ao amadurecimento dos trabalhos investigativos, que permitiram identificar os responsáveis pela roça erradicada na Operação Polígono, em paralelo ao desenvolvimento da cultura ilícita.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Bruno Monteiro
"É realmente uma questão que precisa se encontrar uma solução. Tanto do ponto de vista de se colocar limite, quanto na garantia de contratação dos artistas do forró da Bahia. É uma discussão que nós temos interesse".
Disse o secretário de Cultura do Estado da Bahia, Bruno Monteiro ao comentar a situação dos cachês milionários pagos aos cantores durante os festejos de São João. A declaração aconteceu em entrevista à Antena 1 nesta segunda-feira (9).