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pl aborto
Ministra do Orçamento e Planejamento, Simone Tebet usou as redes sociais para se posicionar contra o Projeto de Lei (PL) nº 1.904/24, que equipara o aborto ao crime de homicídio.
Em publicação no X (antigo Twitter), neste sábado (15), a ministra afirmou que o texto, "além de desumano, é uma ação criminosa da política, que deveria protegê-las. Só as mais pobres não têm acesso à saúde pública antes das 22 semanas".
“Não se iludam. Esta cruzada por pautas sensacionalistas está apenas começando, porque o que muitos querem é acabar com os casos permitidos por lei (estupro, risco à mulher e anencéfalos). Gritem nas suas redes. #NÃO, NÃO e NÃO”, escreveu.
“Ser contra o aborto não pode significar defender o PL do estupro”, pontuou Tebet.
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"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.