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pgj da bahia
O procurador-geral de Justiça da Bahia, Pedro Maia, afirmou, nesta sexta-feira (27), que o Ministério Público da Bahia terá atuação “muito firme” no enfrentamento ao crime organizado durante o ano eleitoral. A declaração foi dada antes da cerimônia de posse e recondução ao cargo.
Segundo ele, o trabalho será realizado de forma integrada com o Ministério Público Eleitoral, além de órgãos de inteligência e o GAECO.
“Então, o Ministério Público baiano vai fazer uma atuação muito firme, juntamente com o Ministério Público Eleitoral. Os promotores e procuradores eleitorais atuarão alinhados. Nossos órgãos de inteligência e o GAECO estão acompanhando as movimentações e deflagraremos operações de enfrentamento a essas organizações criminosas e a pessoas que estejam sendo financiadas por elas”, afirmou.
Pedro Maia também destacou diálogo com o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia e o Tribunal Superior Eleitoral para coibir tentativas de infiltração criminosa no processo eleitoral.
“A Bahia tem um cenário desafiador na segurança pública, mas esse cenário não passa pela infiltração do crime organizado nos cargos de cúpula dos poderes e das instituições de Estado”, declarou.
O PGJ prometeu ainda a realização de pelo menos duas operações “padrão-ouro”, nos moldes da Operação Carbono Oculto, deflagrada no ano passado, quando foram cumpridos mandados de busca e apreensão contra mais de 350 alvos e determinado o bloqueio de mais de R$ 1 bilhão em bens, como imóveis e veículos.
De acordo com ele, as novas ações devem ocorrer em articulação nacional por meio do Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC), com foco em impedir o financiamento ou a eleição de candidatos ligados a organizações criminosas.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.