Artigos
A mãe da gula
Multimídia
Deputado Adolfo Menezes critica gastos com cachês de artistas em festas no interior da Bahia
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
pgj da bahia
O procurador-geral de Justiça da Bahia, Pedro Maia, afirmou, nesta sexta-feira (27), que o Ministério Público da Bahia terá atuação “muito firme” no enfrentamento ao crime organizado durante o ano eleitoral. A declaração foi dada antes da cerimônia de posse e recondução ao cargo.
Segundo ele, o trabalho será realizado de forma integrada com o Ministério Público Eleitoral, além de órgãos de inteligência e o GAECO.
“Então, o Ministério Público baiano vai fazer uma atuação muito firme, juntamente com o Ministério Público Eleitoral. Os promotores e procuradores eleitorais atuarão alinhados. Nossos órgãos de inteligência e o GAECO estão acompanhando as movimentações e deflagraremos operações de enfrentamento a essas organizações criminosas e a pessoas que estejam sendo financiadas por elas”, afirmou.
Pedro Maia também destacou diálogo com o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia e o Tribunal Superior Eleitoral para coibir tentativas de infiltração criminosa no processo eleitoral.
“A Bahia tem um cenário desafiador na segurança pública, mas esse cenário não passa pela infiltração do crime organizado nos cargos de cúpula dos poderes e das instituições de Estado”, declarou.
O PGJ prometeu ainda a realização de pelo menos duas operações “padrão-ouro”, nos moldes da Operação Carbono Oculto, deflagrada no ano passado, quando foram cumpridos mandados de busca e apreensão contra mais de 350 alvos e determinado o bloqueio de mais de R$ 1 bilhão em bens, como imóveis e veículos.
De acordo com ele, as novas ações devem ocorrer em articulação nacional por meio do Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC), com foco em impedir o financiamento ou a eleição de candidatos ligados a organizações criminosas.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.