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pf em juazeiro
A Polícia Federal, em conjunto com a Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrou, na manhã desta quarta-feira (28), a Operação Litíase em Juazeiro, no Sertão do São Francisco.
O objetivo é apurar e desarticular um esquema criminoso de direcionamento de contratações públicas no município com consequente desvio de recursos públicos destinados ao Sistema Único de Saúde (SUS). Ao todo, são cumpridos seis mandados de busca e apreensão.
Segundo as investigações, o esquema envolvia o direcionamento da locação de um imóvel durante o período da pandemia da Covid-19, com a prática se estendendo até o ano de 2023. A apuração identificou que a contratação do imóvel ocorreu sem a especificação de como seriam realizados os atendimentos e internações, além de a localização coincidir com a sede do instituto contratado para a prestação dos serviços de saúde.
A investigação também apontou indícios de direcionamento em procedimentos licitatórios, bem como a realização de pagamentos sem a devida comprovação da execução dos serviços.
Entre as irregularidades identificadas estão a ausência de informações sobre quais atendimentos e exames teriam sido realizados e em que quantidade.
De acordo com a Polícia Federal, as contratações investigadas resultaram no pagamento de mais de R$ 13 milhões às empresas envolvidas, sendo quase R$ 7 milhões provenientes de recursos do SUS.
Desde as primeiras horas da manhã, cerca de 30 policiais federais atuam no cumprimento dos mandados.
A Polícia Federal (PF) deflagrou duas operações na manhã desta terça-feira (23) no Norte baiano. As ações ocorrem em Juazeiro e Sobradinho. Na operação Raízes de Papel 2, os agentes combatem um grupo responsável por concessões indevidas em benefícios previdenciários, nas duas cidades baianas, além do Rio de Janeiro(RJ).

Foto: Divulgação / Polícia Federal
Conforme a PF, as investigações revelaram que uma advogada, que já havia sido alvo da primeira fase da operação Raízes de Papel, se valia de um gerente do INSS para facilitar as transações internas no órgão.
Ao longo das investigações, foi constatado que os suspeitos se serviam de pagamentos indevidos a servidores públicos, bem como se utilizavam de expedientes, a fim de ocultar bens e valores, bem como promovendo a lavagem de capitais.
Nessa operação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão, além de medidas cautelares como afastamento de servidor público e uso de monitoramento eletrônico da advogada. A defensora também teve o passaporte retido e está proibida de se ausentar do país, de entrar em agências do INSS e de atuar em causas previdenciárias. Também foram apreendidos 5 veículos; 4 celulares; R$ 15,7 mil; 1 notebook; e 2 HDs externos.
OPERAÇÃO RADÍCULA
No âmbito da Raízes de Papel, a PF deflagrou também nesta terça a Operação Radícula. A ação resultou na prisão preventiva de um homem em Sobradinho, por acusação de abuso sexual infantil contra uma criança da convivência do acusado.

Foto: Divulgação / Polícia Federal
Ainda segundo a corporação, na análise do material apreendido na operação Raízes de Papel, os agentes encontraram vasto material de abuso sexual infantil, além de conversas em que o homem preso tentava aliciar menores por meio de aplicativos de jogos.
A PF também declarou que após ganhar a confiança da criança, o acusado conseguia algum tipo de relação ou obtinha imagens íntimas da vítima.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Marcinho Oliveira
"Venho a público esclarecer que fui surpreendido, nesta quarta-feira (1º), com o cumprimento de mandado de busca e apreensão relacionado a uma investigação sobre contratos no município de Serrinha. Reforço que nunca exerci cargo público nem tive função de gestão no município de Serrinha, não tendo qualquer participação na condução desses contratos".
Disse o deputado estadual Marcinho Oliveira (PRD) ao usar as redes sociais no início da tarde desta quarta-feira (1°) para se pronunciar sobre a operação da Polícia Federal (PF).