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Um incêndio destruiu uma loja de eletrodomésticos que funciona em um casarão histórico de Petrópolis, no Rio de Janeiro. Segundo informações do G1, as chamas começaram por volta de 9h.
O incêndio foi registrado em imóvel localizado na Rua do Imperador. Ainda conforme as informações, um funcionário do local disse que estava esquentando água quando o botijão virou e iniciou o fogo.
Um consultório dentário e uma clínica de estética que funcionam em um casarão ao lado também foram atingidos pelo fogo.
Equipes do Corpo de Bombeiros atuam no combate às chamas.
O Grupo Petrópolis entrou com pedido de recuperação judicial a caráter de urgência na última segunda-feira (27). De acordo com o BP Money, os documentos entregues pela companhia demonstram uma dívida de R$ 4,4 bilhões. A empresa é dona de marcas de cerveja conhecidas no mercado, como Itaipava, Petra e Crystal.
O grupo apresentou o pedido à 5ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro e incluiu mais de 30 empresas do Petrópolis, incluindo os braços do grupo que atuam na geração e comercialização de energia e no setor agropecuário.
Segundo os advogados, a empresa passa por uma crise de liquidez há 18 meses, vendo o volume de vendas cair desde 2021.
“Nesse período, houve drástica redução em sua receita, fruto da queda no volume das vendas: dos 31,2 milhões de hectolitros de bebida vendidos no ano de 2020, nos anos de 2021 e 2022 o volume caiu para 26,4 e 24,1 milhões de hectolitros, respectivamente”, informou a petição.
Além da recuperação judicial, o documento também aponta para um “pedido de tutela cautelar incidental cuja imediata concessão é indispensável para evitar o iminente estrangulamento do fluxo de caixa do Grupo Petrópolis, um dos maiores grupos empresariais do País”.
O pedido de tutela foi concedido, nesta terça, pela juíza Elisabete Franco Longobardi e determinou a liberação dos recursos da companhia por Banco Santander, Fundo Siena, Daycoval, BMG e Sofisa. A juíza também nomeou como administradores judiciais o escritório de advocacia Zveiter e a empresa Preserva-Ação, do advogado Bruno Rezende.
A atriz Eloísa Mafalda morreu, aos 93 anos, na noite desta quarta-feira (16), em sua casa, em Petrópolis, no Rio de Janeiro. De acordo com informações do jornal O Globo, a morte foi confirmada pelo filho da artista, Marcos Teixeira, informando que o sepultamento será realizado na cidade natal de Eloísa, em Jundiaí, no interior de São Paulo, nesta quinta (17) ou na sexta-feira (18). Segundo a publicação, a família da atriz ainda não sabe a causa da morte. Eloísa Mafalda começou a carreira nas radionovelas da Rádio Nacional, em seguida ela fez sua estreia na TV Paulista, onde permaneceu até a emissora ser vendida para a TV Globo. Já na Globo, ela atuou em mais de 40 atrações, entre novelas, séries e especiais. Dentre seus principais papéis estão o de Dona Nenê, na versão original de “A Grande Família”; Dona Pombinha Abelhas, de “Roque Santeiro”; Maria Machadão, em “Gabriela”; Gioconda, de “Pedra Sobre Pedra” e Manuela, de “Mulheres de Areia”. Fora das telas desde “O Beijo do Vampiro”, de 2002, a atriz teve que dispensar vários convites, por problemas com a perda de memória.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.