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A Rússia enviou um submarino e outros navios de guerra para escoltar o petroleiro Bella 1, uma embarcação antiga que vem sendo monitorada pelos Estados Unidos há quase três semanas. As informações são do jornal norte-americano Wall Street Journal e foram divulgadas na terça-feira (6).
Segundo a publicação, Moscou reivindica a propriedade do navio, o que pode gerar um novo impasse diplomático entre Washington e o Kremlin sobre o destino da embarcação. Autoridades americanas acompanham de perto o deslocamento do petroleiro e avaliam a possibilidade de apreensão.
O Bella 1 foi sancionado pelos EUA em 2024 por integrar uma chamada “frota sombra”, formada por navios utilizados para o transporte de petróleo de origem ilícita. Inicialmente, a embarcação seguia em direção à Venezuela, mas mudou de rota em dezembro para evitar uma possível apreensão pela Guarda Costeira dos Estados Unidos.
No mês passado, a Rússia apresentou um pedido diplomático formal exigindo que os EUA interrompessem a perseguição ao navio. Ao reivindicar o petroleiro como propriedade russa, Moscou pode tornar mais complexas as questões legais envolvendo uma eventual apreensão.
A Casa Branca se recusou a comentar o caso. A emissora CBS News foi a primeira a informar que os Estados Unidos estudam apreender o petroleiro.
A Rússia deslocou um submarino e outras embarcações para escoltar um petroleiro venezuelano que está sendo monitorado pelos Estados Unidos em seu caminho para a Venezuela. A informação é do Wall Street Journal.
O navio, identificado por entidades marítimas como Bella 1, está sendo perseguido pelos EUA há cerca de duas semanas. Segundo a Reuters, a embarcação é alvo de sanções e já havia sido alvo de uma tentativa de apreensão no domingo. Esta seria a terceira embarcação interceptada pelo governo Trump.
O Kremlin já havia feito um pedido diplomático na última quarta-feira (31), para que a perseguição ao petroleiro fosse interrompida. A Casa Branca, o Departamento de Estado dos EUA e o governo russo não se pronunciaram sobre o caso.
Segundo informações do jornal, os EUA alegaram que o navio operava sem uma bandeira nacional válida, o que permitiria uma interceptação já que o petroleiro não responde a legislação de nenhuma nação.
O jornal relata ainda que o Bella 1 agora tem um registro oficial de navios da Rússia, com um novo nome, Marinera. O porto de origem indicado é Sochi, cidade russa no mar Negro.
Na última semana, os EUA impuseram sanções a quatro empresas que operam no setor de petróleo da Venezuela. A Reuters informou que a Casa Branca determinou que as Forças Armadas dos EUA concentrem esforços na aplicação de um bloqueio ao petróleo venezuelano pelos próximos dois meses.
A Guarda Costeira dos Estados Unidos realizou mais uma operação para interceptar um petroleiro na região próxima à Venezuela. Segundo informações divulgadas pelas agências Reuters e Bloomberg neste domingo (21), a embarcação foi abordada em águas internacionais, mas o local exato da ação não foi informado.
De acordo com a Bloomberg, o navio tem bandeira do Panamá e seguia em direção à Venezuela, onde seria carregado com petróleo. Uma autoridade ouvida pela Reuters afirmou que a embarcação estava incluída em listas de sanções internacionais. A Casa Branca foi procurada, mas não respondeu aos questionamentos das agências.
A nova interceptação ocorre poucos dias após uma ordem do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para endurecer o cerco a petroleiros ligados ao país sul-americano. Na terça-feira (16), o republicano determinou o bloqueio total de embarcações sancionadas que entrem ou saiam da Venezuela. Em publicação na rede Truth Social, Trump acusou o governo venezuelano de roubar petróleo e terras de cidadãos norte-americanos.
No sábado (20), outro petroleiro também foi apreendido na mesma região. Assim como no caso mais recente, a embarcação tinha bandeira do Panamá e transportava petróleo venezuelano. A operação contou com apoio do Pentágono, segundo relatos da imprensa internacional.
O diretor do Conselho Econômico Nacional dos EUA, Kevin Hassett, afirmou que os dois primeiros navios apreendidos neste mês estariam fornecendo petróleo a países que também sofrem sanções internacionais.
A primeira ação desse tipo em dezembro ocorreu no dia 10, quando autoridades norte-americanas apreenderam o petroleiro Skipper. A embarcação estava sob sanções por manter ligações com o Irã. Se confirmada oficialmente, a operação deste domingo será a terceira realizada pelos Estados Unidos contra petroleiros ligados à Venezuela apenas neste mês.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Quando o povo toma uma decisão, seja de direita, de esquerda ou do centro, temos que aceitar esse resultado. Eu nunca teria imaginado que um metalúrgico, que já foi líder sindical como eu, fosse eleito três vezes para a presidência. Mas aqui estou eu!".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fala sobre seus planos para a eleição deste ano, das pesquisas atuais e do principal adversário, Flávio Bolsonaro, e a respeito das suas estratégias para lidar com Donald Trump.