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Um abaixo-assinado criado nesta segunda-feira (19), já conta com mais de 300 mil assinaturas que exigem um sistema de checagem de fatos em tempo real durante o último debate presidencial entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), transmitido pela Rede Globo, nesta sexta-feira (23).
“Nós, eleitores, exigimos que a Rede Globo, uma das maiores e mais influentes emissoras do país, implemente um sistema de checagem de fatos em tempo real durante o último debate presidencial nesse segundo turno. Este procedimento garantiria que, ao assistir um debate, o público possa perceber imediatamente se um candidato está deturpando dados ou apresentando informações incorretas”, diz a petição.
As queixas surgiram após o debate exibido pela Rede Bandeirantes, no último domingo (18). Insatisfeitos com a dinâmica do debate, espectadores passaram a compartilhar pelas redes sociais, reclamações acompanhadas do termo fact-checking (checagem de fatos).
As cobranças culminaram no abaixo-assinado que tem sido divulgado pelas redes e reúne, até o momento de escrita desta matéria, 327.339 assinaturas.
“No último debate do segundo turno, na Rede Bandeirantes, presenciamos momentos de desinformação e propagação de fake news, mesmo na presença de jornalistas experientes. Isso não apenas afeta o resultado das eleições, mas também enfraquece a confiança das pessoas em nosso sistema democrático”.
O texto ainda cita os Estados Unidos como exemplo de sucesso na prática. Segundo o autor da petição, Rafael Brito, o país utilizou o mecanismo durante o debate presidencial de 2016, entre o então candidato republicano Donald Trump e a candidata democrata Hillary Clinton.
Um grupo formado por mais de 2,5 mil artistas promove uma petição pública (confira) para cobrar o impeachment do presidente Jair Bolsonaro, por causa da atuação do governo federal durante a pandemia do novo coronavírus, que já vitimou mais de 420 mil brasileiros. O lançamento oficial do manifesto será realizado em uma live, nesta segunda-feira (10), às 18h, no Youtube (clique aqui).
A campanha é assinada por nomes como os baianos Luis Miranda e Fabrício Boliveira, além de Anna Muylaert, Andrea Beltrão, Antônio Pitanga, Caco Ciocler, Camila Pitanga, Chico Buarque, Chico César, Cláudia Abreu, Denise Fraga, Débora Block, Dira Paes, Djamila Ribeiro, Edgard Scandurra, Elisa Lucinda, Emicida, Ivan Lins, Glória Menezes, Gregório Duvivier, Letícia Sabatella, Liniker, Marco Ricca, Matheus Nachtergaele, Marieta Severo, Mônica Iozzi, Otávio Muller, Paulo Betti, Renata Sorrah, Sônia Braga, Tarcísio Meira, Zeca Baleiro e Zezé Polessa.
Intitulado “Artistas pelo Impeachment", o manifesto compara a crise sanitária vivida no país com outras tragédias como o naufrágio do Titanic e os ataques ao World Trade Center, e critica a passividade diante das mortes.
“Atualmente assistimos, de maneira estranhamente naturalizada a um número maior de perdas diárias. Se pudessem ser enfileirados, os mortos pela COVID-19, apenas no Brasil, formariam um inacreditável corredor capaz de cobrir uma vez e meia a distância entre a Terra e a Lua. Estamos no epicentro mundial da Pandemia e seguimos em clara progressão. Os números do mês de abril ultrapassaram todas as métricas mundiais e a tendência é de piora no quadro. Todos os dias o país afunda, desaba, morre sufocado”, diz texto, segundo o qual o presidente é o responsável pela tragédia brasileira: “O comandante deste barco que naufraga, e segue em direção aos recifes, tem nome e sobrenome conhecidos: Jair Messias Bolsonaro”.
No protesto, que conta com mais de 8,8 mil assinaturas, os artistas destacam que o governo deixou de tomar medidas para reduzir o número de mortes e que, pelo contrário, seguiu a direção oposta disto. “O descaso e a negação das conquistas científicas continuam sendo incentivados. Com isto aumenta a cada dia o número de vidas humanas perdidas. Ou seja, vivemos sob a tutela de um governo criminoso que, por diligência engendrada e condução irracional da crise sanitária, causa um número de óbitos muito superior ao que seria o inevitável”, argumentam.
Diante do quadro, eles questionam o que o povo está esperando e apresentam o impeachment como “remédio” para “estancar esta mortandade de imediato”. Para os artistas, “o descaso e a ineficiência do governo no combate à pandemia são motivo mais do que suficientes para um pedido de impeachment”, mas eles apresentam outros fatos que também deveriam ser levadas em consideração para o impedimento, a exemplo das “ações anti republicanas” de Bolsonaro.
“A democracia, hoje, não é uma abstração, é uma afirmação da cidadania e uma convocação à vida. O Congresso Nacional tem em seu poder mais de CEM PROCESSOS de impeachment aguardando apreciação. Nós convidamos a nação brasileira a um PLEITO ÚNICO, urgente e fundamental para que tenhamos a possibilidade de enxergar um futuro através da discussão pública e ampla do processo de impugnação do atual mandato da presidência da república”, diz a petição, que cobra a discussão imediata do impeachment pelos deputados.
“Não podemos mais assistir impassíveis a essas manobras macabras e irresponsáveis que nos fazem perder, diariamente, milhares de vidas humanas para a Covid-19 através de calculado genocídio. Isto posto, nós infra-assinados, NOS JUNTAMOS A TODOS OS PEDIDOS DE IMPEACHMENT agora em tramitação no Congresso Nacional. Na certeza de que a representação legislativa cumpra a vontade popular”, conclui o texto.
Os atores Sônia Braga, Andrea Beltrão, Glória Menezes, Tarcício Meira e Renata Sorrah são alguns dos artistas que preparam um novo manifesto pelo impeachment do presidente Jair Bolsonaro a ser lançado no próximo dia 30 de abril.
"A democracia, hoje, não é uma abstração, é uma afirmação da cidadania e uma convocação à vida", afirma o texto, que também tem a assinatura dos cantores Chico Buarque, Chico Cesar e Mart'nália.
"O Congresso Nacional tem em seu poder mais de cem processos de impeachment aguardando apreciação. Nós convidamos a nação brasileira a um pleito único, urgente e fundamental para que tenhamos a possibilidade de enxergar um futuro através da discussão pública e ampla do processo de impugnação do atual mandato da presidência da república", continua o manifesto.
Segundo a colunista Mônica Bergamo, batizado de "Artistas pelo Impeachment", o pedido será lançado em uma transmissão ao vivo nas redes sociais.
A lista de artistas, escritores e produtores culturais que subscrevem a petição inclui ainda Djamila Ribeiro, Dudu Bertholini, Eliane Brum, Emicida, Francis Hime, Gregório Duvivier, Ivan Lins, Jeferson De, José Celso Martinez Correa, Laís Bodanzsky, Liniker, Márcia Tiburi, Marcos Palmeira, Mônica Iozzi, Patrícia Pillar, Paula Lavigne, Ruy Guerra, Silvio Tendler, Zezé Polessa, Ailton Graça, Ailton Krenak, Anna Muylaert, Antônio Pitanga, Aroeira, Caco Ciocler, Camila Pitanga, Cecília Boal, Claudia Abreu e Daniela Thomas.
Uma petição em defesa da proteção da comunidade indígena brasileira frente ao coronavírus será lançado, neste domingo (3), na plataforma Avaaz. De acordo com O Globo, a iniciativa é do fotógrafo Sebastião Salgado, que nos últimos sete anos esteve fotografando as populações indígenas pelo país.
O manifesto do brasileiro já garantiu a assinatura de estrelas nacionais e internacionais, entre elas, Chico Buarque, Paul McCartney, Madonna, Brad Pitt, Meryl Streep, Gisele Bündchen, cineastas e escritores como Pedro Almodóvar, Fernando Meirelles e Mario Vargas Llosa, além do príncipe Albert de Mônaco e o cientista Carlos Nobre.
“A situação é muito grave. Se o coronavírus chegar às comunidades indígenas, será um genocídio, porque elas não têm os mesmos anticorpos que possuímos para as doenças europeias, de brancos. A responsabilidade do Brasil será muito grande se isso ocorrer, e o país será levado às cortes internacionais por não ter tomado posição em relação a populações em perigo, julgado e condenado”, declarou Salgado.
No documento, que também é um manifesto, Salgado pretende pressionar os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Ele também aproveita para fazer críticas ao governo Bolsonaro. Para o fotógrafo, o presidente e sua equipe estão mais preocupados com a questão econômica e com uma “posição muito incoerente em relação à proteção dos indígenas”.
“Todas as ações do governo brasileiro após a chegada do presidente Bolsonaro ao poder são de desestabilização dos territórios e das comunidades indígenas”, completou.
Os fãs brasileiros querem que a cantora Madonna grave um clipe com Anitta da música “Faz Gostos”, do novo álbum da Rainha do Pop, “Madame X”, lançado nessa quinta-feira (13). Para isso, os fãs lançaram uma petição online para Madonna nesta sexta-feira (14).
Já foram coletadas mais de 2,7 mil assinaturas. “Homofobia agora é crime por aqui e queremos celebrar fazendo bem gostoso com você. Vem pro Brasil, Madame X e grava o clipe com a Anitta por aqui!” diz a descrição da petição. A petição pode ser assinada clicando aqui.
Uma petição foi feita para que a data da morte do cantor Andre Matos, que faleceu no dia 8 de junho, vítima de um enfarte (veja aqui), se torne o Dia do Metal no Brasil.
De acordo com informações do site Extra, a petição está sendo organizada pela plataforma Avaaz. A iniciativa tem o objetivo de recolher 30.000 assinaturas. Até agora, o abaixo-assinado (acesse aqui) já conta com a participação de mais de 26.000 assinaturas.
"Andre Matos foi um maestro, cantor, compositor e fundador das bandas Viper, Angra e Shaman, onde levou o metal nacional a alcançar o patamar mundial e ser reconhecido por grandes ícones da música internacional. O cantor faleceu no dia 08/06/2019 e deixou um imenso legado para a música brasileira, uma voz insubstituível, não teve o seu devido reconhecimento em vida. Precisamos homenagear Andre de forma grande, assim como ele era. Um dia doloroso e trágico pode se transformar numa devida homenagem a quem fez tanto pela música brasileira, assim, queremos instituir o dia do Heavy Metal no dia 08/06 no calendário nacional", escreveram na descrição da petição.
Após Robert Pattinson ser anunciado como possível próximo interprete do personagem Batman, uma petição online foi criada contra a escalação do ator. O abaixo-assinado já conta com a participação de 627 pessoas. "Não cometam o erro do Batfleck de novo. Não façam isso. Pelo amor de tudo que é sagrado, parem de acabar com o Universo DC", diz o texto da petição.
A Variety informou nesta sexta-feira (17), que segundo fontes do site, Robert Pattinson é o favorito para interpretar o Batman em novo filme e sua contratação será anunciada em breve. O filme que será dirigido por Matt Reeves dever ser lançado em 25 de junho de 2021.
Uma petição pública online destinada à secretária de Cultura, Arany Santana, pleiteia a abertura do processo de tombamento de um conjunto de esculturas de autoria de Mário Cravo Júnior, artista plástico baiano morto aos 95 anos, em agosto deste ano (clique aqui). Publicado nesta quarta-feira (12), até então o abaixo assinado conta com 385 assinaturas (clique aqui para contribuir).
Localizado na sede dos Correios, no bairro da Pituba, em Salvador, o conjunto é constituído de três esculturas em latão e cobre martelado e soldado, representando os orixás: Oxalá, Exu e Iemanjá. “O conjunto inteiro é formado por uma bacia de Iemanjá e um barco de Oxalá em concreto com relevos na lateral representando dez orixás: Ogum, Iansã, Xangô, Oxum, Obá, Omolu, Nanã, Oxóssi, Ossain, Oxumaré”, diz o texto da petição. O Exu dos Correios era considerado pelo próprio Mário Cravo como a obra “mais importante que fez em sua vida”.
Preocupados com o processo de investigação sobre a morte de Prince, fãs do músico enviaram uma petição ao escritório da Procuradoria-Geral dos Estados Unidos para exigir que o inquérito seja continuado. Cerca de seis mil pessoas assinaram o documento.
Segundo informações do portal Rolling Stone Brasil, os fãs apontam que o caso não pode ser arquivado sem que novas respostas apareçam. Uma das organizadoras, Nicole Welage, destaca a necessidade de punir o responsável por vender o fentanil, opiáceo utilizado contra dores que resultou na overdose de Prince.
O músico americano morreu em abril de 2016. De acordo com a publicação, procuradores responsáveis pelo caso afirmaram que não há provas suficientes para caracterizar uma ação federal. Diante disso, eles se negaram a comentar a petição.
Uma petição reúne mais de 220 mil assinaturas para impedir o lançamento de "Insatiable", uma nova série da Netflix que estreia nesta sexta-feira (10). Definida pela empresa como uma "comédia de vingança", a atração narra as desventuras de Patty, uma adolescente gorda que é vítima de bullying em uma escola tipicamente americana. A reviravolta se dá quanto ela retorna à escola magra e repaginada, para se vingar.
De acordo com informações do jornal O Globo, a ativista social e autora do abaixo-assinado Florence Given, defende que a série perpetua uma narrativa "que diz que, para ter sucesso ou atrair olhares masculinos, a mulher precisa ser magra". Segundo ela, "o caráter tóxico desta série é maior do que apenas está série em particular. Não é um caso isolado, mas faz parte de um problema maior que, prometo, toda mulher já enfrentou em sua vida, quando baseou seu valor a partir de seus corpos, que deveria ser desejáveis pelo olhar masculino. É exatamente isso o que esta série perpetua. Não apenas o caráter tóxico de uma cultura de dietas, mas a objetificação dos corpos femininos".
Veja o trailer da série:
Mobilizados contra a extinção do registro profissional, artistas e demais trabalhadores do setor cultural iniciaram uma campanha, com adesão de nomes como Drica Moraes, Herson Capri, Leona Cavalli, Thiago Fragoso, Ângela Vieira, Debora Falabella, Murilo Benício, Lúcio Mauro Filho, Mateus Solano, Isabel Fillardis, Cissa Guimarães, Malu Mader, Zezé Polessa, Júlia Lemmertz, Caio Blat e Paulo Betti. Isto porque a Procuradoria Geral da República (PGR) alega que a atividade de artistas, técnicos em espetáculos e músicos não se tratam de profissão, mas sim de livre manifestação artística. “No dia 26 de abril, o futuro profissional de diversos trabalhadores da cultura, estará nas mãos do Supremo Tribunal Federal. Será julgada uma ação, de natureza constitucional, para definir critérios de regulamentação de diversas profissões vinculadas a cultura”, diz texto da petição "Não à ADPF 183 e 293", realizada através do Avaaz (clique aqui). “Em reação, entidades representativas dos diversos seguimentos de trabalhadores da arte, reuniram-se em São Paulo, para discutir estratégias de enfrentamento com o objetivo de garantir a valorização profissional em um mercado hostil que já marginaliza a vida de diversos artistas em uma árdua relação de desigualdade”, segue o texto, destacando que, fruto da organização e mobilização da categoria, o reconhecimento da profissão de artista está garantido pela Lei n° 6.533/78 e dos músicos, pela Lei 3.857/60. “Hoje, a atual controvérsia nasce na alegação da Procuradoria-Geral da República é de que estas leis contém vícios de inconstitucionalidade, na medida em que estabelecem a necessidade de diploma ou de certificado de capacitação para registro profissional do Artista”, diz a categoria, alegando que “é justamente nesse ponto que surge o retrocesso”. Segundo o manifesto, “a livre manifestação artística não deve ser confundida com o exercício profissional da arte, quando existe uma relação de trabalho”. Para a categoria, colocar ambos os casos no mesmo patamar “colabora para a marginalização de profissionais que exercem a arte como meio de vida, dando tratamento igualitário para situações completamente diversas”. “Quem nunca sofreu preconceito por assumir a arte como uma profissão? Durante quase 50 anos, Artistas e Técnicos, lutam por essa declaração de legitimidade, por um atestado de não marginalidade, pois o exercício artístico profissional, durante muito tempo, é vítima de preconceitos ligados a vadiagem, prostituição, informalidade, entre outros”, argumentam, reforçando que a falta do registro profissional dificultará o acesso a benefícios como aposentadorias, auxílios-doença e maternidade.
#profissãoartista #juntossomosmaisfortes pic.twitter.com/aNQjQJZESh
— Leona Cavalli (@leonacavalli) 4 de abril de 2018
Mais de 19 mil pessoas já assinaram uma petição online que pede a retirada do ator Matt Damon do filme “8 Mulheres e um Segredo”. De acordo com informações da Folha, Damon está sendo criticado pela forma como tem se portado diante das acusações de assédios que foram expostas. E o filme, como diz o nome, é uma versão do hoje clássico "Onze Homens e um Segredo" (2001), mas com elenco formado por mulheres. No longa, as oito mulheres são recrutadas por Debbie, interpretada por Sandra Bullock, para realizar um roubo. O elenco inclui atrizes como Cate Blanchett, Anne Hathaway, Dakota Fanning, Katie Holmes, Helena Bonham Carter, Sarah Paulson e Rihanna. Matt Damon, que atuou em "Onze Homens", está escalado para um papel nesse próximo longa, que será produzido por George Clooney e Steven Soderbergh. É aos dois que a campanha é direcionada. A petição, que tem como meta a assinatura de 20 mil pessoas, já conta com 19 mil. O ator é acusado de tentar boicotar uma reportagem investigativa sobre os abusos sexuais cometidos por Harvey Weinstein. O filme deve estrear em junho, nos Estados Unidos.
A drag queen Natha Sympson ainda sofre agressões verbais após ter realizado uma apresentação em um colégio público de Salvador. Nessa segunda-feira (18), o deputado estadual Samuel Júnior (PSC) pediu para que o Ministério Público da Bahia (MP-BA) apurasse a performance (veja aqui). A drag, de 19 anos, foi convidada por sua ex-professora para participar de um projeto no Colégio Estadual Odorico Tavares, no Corredor da Vitória, sobre sexualidade e identidade de gêneros. O evento também contou com palestras, debates, apresentações de dança e de bandas (uma delas foi a TransBatucada), todas relacionadas ao tema central do projeto. A circulação do vídeo, nas redes sociais, da apresentação da artista gerou revolta em pais de alunos da instituição, e diversos comentários de repudio e ódio foram enviados a Natha. “Como se o projeto todo só fosse visado na minha apresentação, naquele exato momento, mas não foi assim, foi um projeto grande, com várias apresentações e várias pessoas incluídas naquele projeto”, defendeu. A drag disse que não esperava essa repercussão tão grande, pois como está acostumada a se apresentar em diversos lugares, até mesmo na televisão no turno vespertino, ela acreditou que as pessoas que assistissem o vídeo fossem encarar a apresentação como arte.
O deputado Samuel, autointitulado representante do “povo da igreja”, pediu que o MP aplicasse sanções penais aos responsáveis pela mostra cultural que, segundo ele, “configurou claramente apologia ao sexo, corrupção de menores e atentado ao pudor”. Na petição, Samuel solicita ainda o afastamento imediato da professora responsável pela organização do evento e do diretor do colégio até a conclusão das investigações pelo MP. Sobre a petição, Nath falou: “É o preconceito, mascarado de preocupação, porque a minha apresentação como eu disse não teve nada demais, eles apenas estão se doendo, porque era uma drag queen, numa escola, se apresentando. Eu poderia até estar de burca que eles iam falar da mesma forma, porque era uma drag queen se apresentando numa escola". “Uma coisa que não tem lógica, com tanta coisa acontecendo no mundo e ele quer investigação da apresentação”, acrescentou. A transformista afirma que em nenhum momento ela ficou nua, já que estava utilizando uma segunda pele [roupa que imita o tom da pele] e várias meias-calças. “Não tem lógica o que ele está falando, o que eu fiz é o que está presente na sociedade. Hoje em dia, a era musical é Anitta, Pabllo Vittar, vários adolescentes escutam, vão nos shows, em nenhum momento eu fiz apologia ao sexo. [...] As pessoas costumam erotizar, por ser drag queen, e por fazer parte do movimento LGBT, dizer que as pessoas são promíscuas, mas não é isso”, afirma Natha.
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Porém, enquanto atores como Matt Damon e Justin Timberlake apoiam a escolha de Ben Affleck, alguns fãs do Homem-Morcego não querem ver o astro de Hollywood nem pintado de ouro na pele de Bruce Wayne. Um cidadão americano ainda foi além e fez uma petição online, uma espécie de abaixo-assinado, para fazer com que os diretores da Warner Bros. retirem Ben Affleck do papel principal do filme. “Por favor, encontrem alguém melhor e entreguem aos fãs o que eles querem”, diz trecho do texto. Vale ressaltar que a petição online já chegou à marca de 90 mil assinaturas.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Sandro Filho
"Não é flerte, não é namoro, não é casamento. É só uma decisão de um cidadão e agora um deputado eleito acreditando que um candidato a presidente é melhor do que o outro para trazer investimentos tanto para o meu estado quanto para o meu país".
Disse o deputado federal eleito Sandro Filho (PP) rechaçou a caracterização de que sua movimentação política represente um "flerte", "namoro" ou "casamento" com o bolsonarismo.