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peter shilton
O Maracanã foi palco de uma noite que ficará marcada para sempre na carreira de Fábio. Aos 44 anos, o goleiro do Fluminense atingiu um feito histórico ao se tornar o jogador com mais partidas disputadas na história do futebol mundial. Ao todo, foram 1391 jogos disputados.
A homenagem aconteceu antes do duelo contra o América de Cali, pelas oitavas de final da Copa Sul-Americana, na última terça-feira (19). O camisa 1 foi ovacionado pela torcida tricolor e recebeu uma placa celebrando a marca que o coloca à frente do inglês Peter Shilton, que detinha o recorde anterior com 1.390 partidas.
CARREIRA
O número impressiona, mas a trajetória de Fábio explica o feito. A maior parte da carreira foi vivida no Cruzeiro, onde disputou 976 partidas e se consolidou como um dos maiores ídolos da história do clube. Para se ter ideia, o segundo jogador com mais jogos pela Raposa, o ex-meia Zé Carlos, tem 633 — 343 a menos que o goleiro.
No Fluminense, onde chegou com a experiência de quem já era referência, Fábio soma 234 atuações e coleciona títulos. Antes, foram 150 partidas pelo Vasco, clube que o revelou para o futebol nacional, além de 30 jogos com a camisa do União Bandeirante, no início da carreira.
Ranking dos atletas com mais jogos no futebol:
- Fábio (goleiro) — 1.391 jogos
- Peter Shilton (goleiro) — 1.390 jogos
- Cristiano Ronaldo (atacante) — 1.283 jogos
- Rogério Ceni (goleiro) — 1.265 jogos
- Frantisek Planicka (goleiro) — 1.187 jogos
A noite especial ficou completa dentro de campo. Com gols de Kevin Serna e Martinelli, o Fluminense venceu o América de Cali por 2 a 0 e garantiu vaga nas quartas de final da Sul-Americana. O adversário da próxima fase sairá do duelo entre Lanús e Central Córdoba, que se enfrentam nesta quinta-feira (21).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.