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Última pesquisa sobre a corrida presidencial no segundo turno, divulgada ainda na madrugada antes do início da votação neste domingo (25), o PoderData/Aya apurou que o senador Flávio Bolsonaro (PL) recebeu 51% das intenções de votos válidos. Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) alcançou 49%.
A pesquisa PoderData/Aya teve as entrevistas realizadas entre 23 e 24 de outubro, nos dois dias anteriores ao segundo turno das eleições 2026. As intenções de votos válidos dos dois candidatos são exatamente as mesmas registradas no levantamento divulgado na últma quinta (22).
Depois do primeiro turno, em 4 de outubro, Flávio Bolsonaro saiu à frente com seis pontos percentuais de vantagem na primeira pesquisa PoderData/Aya. Na sequência, Lula avançou e a distância entre eles caiu para zero, com cada um marcando 50% dos votos válidos.
Agora, no dia de votação, a distância entre os os candidatos volta ao patamar de dois pontos percentuais. No primeiro turno das eleições, Flávio teve 47,03% dos votos e Lula, 45,16%.
Quando se consideram os votos totais, Lula preserva a preferência em segmentos estratégicos do eleitorado. Entre as mulheres, o presidente registra 53% das intenções de voto, contra 42% do senador do PL.
Flávio vai melhor no Centro-Oeste (58%) e no Sul (62%). Lula mantém grande vantagem no seu reduto histórico, o Nordeste (62%). E, no Sudeste, onde está o maior eleitorado do país, o candidato do PL tem 52% contra 44% do líder petista.
O levantamento PoderData/Aya ainda fez a seguinte pergunta aos entrevistados: “No 2º turno da eleição para presidente, quem você acha que tem mais chance de vencer?”.
Entre os entrevistados, 51% avaliam que Flávio tem mais chances de vencer a eleição, enquanto 43% consideram Lula o candidato com maior probabilidade de vitória. Outros 6% não souberam responder.
A pesquisa foi realizada pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, em parceria de divulgação com o Aya Bancah. Os dados foram coletados por meio de ligações para celulares e telefones fixos.
Foram quatro mil entrevistas em 914 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,6 ponto percentual. O intervalo de confiança é de 95%. Está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o nº BR-02828/2026.
O instituto Palver divulgou neste sábado (24) sua nova pesquisa para presidente da República na véspera do segundo turno das eleições de 2026, e o resultado mostra que o candidato Flávio Bolsonaro (PL) registra 50% das intenções de voto, enquanto o presidente Lula (PT) marca 49%.
A Palver foi a única pesquisa que, no primeiro turno, acertou o placar do candidato Flávio Bolsonaro. Das 11 pesquisas que saíram na véspera do pleito, somente a Palver registrou Flávio Bolsonaro com 47%, índice confirmado pelas urnas.
Cenário estimulado - votos totais
Flávio Bolsonaro (PL): 50%
Lula (PT): 49%
Branco/Nulo/Não vai votar: 1%
Indecisos: 0%
Na comparação com o levantamento anterior, divulgado no dia 20 de outubro, o líder petista oscilou um ponto para cima, enquanto o candidato do PL permaneceu com o mesmo percentual.
Metodologia: 5.000 entrevistados pela Palver de 22 a 24 de outubro de 2026. A pesquisa foi contratada pelo próprio instituto. Nível de confiança: 95%. Margem de erro: 2,2 pontos percentuais. Registro no TSE sob o nº BR-01794/2026.
As últimas pesquisas da Quaest e do Datafolha antes do segundo turno das eleições presidenciais de 2026 apontam a menor diferença numérica entre os candidatos desde 2006.
Nos dois levantamentos, Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 51% dos votos válidos, contra 49% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), uma distância de dois pontos percentuais. Consideradas as margens de erro, os institutos indicam empate técnico.
A diferença é inferior à registrada nas pesquisas de véspera de eleições presidenciais anteriores. Em 2014, por exemplo, o último levantamento do Datafolha apontou Dilma Rousseff (PT) com 52% dos votos válidos, contra 48% de Aécio Neves (PSDB), uma vantagem de quatro pontos percentuais.
Em 2022, Quaest e Datafolha também registraram a mesma diferença nas pesquisas de véspera do segundo turno. Na ocasião, Lula tinha 52% dos votos válidos, enquanto Jair Bolsonaro (PL) aparecia com 48%. Já o levantamento Ibope/Ipec indicava 54% para Lula e 46% para Bolsonaro, uma distância de oito pontos percentuais.
A nova rodada da pesquisa AtlasIntel/Bloomberg aponta que o senador Flávio Bolsonaro (PL) pontua 50,8% dos votos válidos, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) soma 49,2%, configurando empate técnico.
Com a margem de erro do levantamento sendo de 1 ponto percentual, as intenções de voto de Flávio Bolsonaro variam entre 51,8% e 49,8%. Por outro lado, a pontuação de Lula oscila entre 50,2% e 48,2%. O nível de confiança da pesquisa é de 95%.
No levantamento dos votos totais, que contabiliza indecisos, votos brancos e nulos, Flávio Bolsonaro registra 49,9% das intenções de voto, contra 48,4% de Lula. Os eleitores que declararam voto em branco, nulo ou que não souberam responder somam 1,7%.
O levantamento foi realizado com 4.990 respondentes em todo o território nacional entre os dias 18 e 23 de outubro, através de recrutamento digital aleatório (Atlas RDR — Random Digital Recruitment), sob o registro no TSE: BR-06380/2026.
Na pesquisa anterior, do dia 18 de outubro, Flávio tinha 49,8% das intenções de voto, contra 47,6% de Lula.
Segundo o Datafolha, 46% dos eleitores dizem que não votariam em Lula (PT), ante 45% que afirmam o mesmo sobre Flávio Bolsonaro (PL).
Foi o que aferiram os pesquisadores ao ouvir 4.050 pessoas com 16 anos ou mais na sexta-feira (23) e neste sábado (24). O levantamento foi contratado pela Folha e pela TV Globo, e está registrado na Justiça Eleitoral com o código BR-09540/2026.
Nesta quinta-feira (22), quando o instituto havia divulgado a rodada anterior de pesquisa sobre o pleito, diziam rejeitar o filho de Jair Bolsonaro 46%, ante 45% que afirmavam não votar no presidente. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.
São 2% os que afirmam não votar nem no petista nem no congressista, e 6% não rejeitam nenhum dos dois.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PP) aparecem em situação de empate técnico na mais recente pesquisa CNT/MDA, divulgada neste sábado. Flávio tem 50,7% dos votos válidos, enquanto Lula registra 49,3%.
A pesquisa coloca o senador do PL liderando a disputa em segundo turno com uma diferença de apenas 1,4 ponto percentual nos votos válidos. Como a margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, configura-se o empate técnico.
A CNT/MDA fez também um cenário espontâneo, quando não são falados os nomes dos candidatos antes da resposta do eleitor. Neste cenário, Flávio tem 45,4% e Lula, 43,5%. Brancos e nulos são 5,8% e indecisos, 5,3%.
O levantamento entrevistou 2.032 eleitores em todo o país entre os dias 21 e 23 de outubro, por meio de entrevistas presenciais. A coleta abrangeu todas as regiões do Brasil e incluiu eleitores de 16 anos ou mais.
A pesquisa está registrada no TSE sob o protocolo BR-02136/2026. O nível de confiança do levantamento é de 95%, o que significa que, em 95 de cada 100 simulações com a mesma metodologia, os resultados estariam dentro da margem de erro declarada de 2,2 pontos percentuais.
A primeira de uma série de pesquisas que serão divulgadas neste sábado (24) foi apresentada pelo Instituto França, e mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL) mantém vantagem no segundo turno sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
De acordo com o Instituto França, o senador Flávio Bolsonaro tem 51,4% das intenções de voto contra 48,6% do presidente Lula neste segundo turno das eleições. O resultado considera os votos válidos.
Como a margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, os dois candidatos estão tecnicamente empatados. Nesse cenário, a pesquisa desconsidera os votos brancos e nulos.
No cenário de votos totais, Flávio marca 45,6% das intenções de voto, contra 43,1% de Lula. Em relação à pesquisa anterior do instituto, Flávio oscilou 0,6 ponto percentual para cima, e Lula, 0,6 ponto para baixo.
A pesquisa ouviu 1.537 eleitores brasileiros de 21 a 23 de outubro de 2026. O grau de confiança é de 95%. Está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04863/2026. O estudo custou R$ 50.000, pagos com recursos próprios.
Durante o dia, são esperadas pesquisas BTG/Nexus, PoderData/Aya, AtlasIntel, Veritá, Datafolha, Quaest, Palver, Paraná Pesquisas e CNT/MDA.
Pesquisa Real Time Big Data, divulgada nesta sexta-feira (23), mostra um cenário de segundo turno em que o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 52% dos votos válidos, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 48%. O resultado mostra um empate técnico no limite da margem de erro, que é de dois pontos percentuais.
Em números totais, Flávio Bolsonaro registra 49% das intenções de voto, enquanto Lula alcança 45%. Outros 5% dos entrevistados declaram voto branco ou nulo, e 1% não sabe ou não respondeu.
Na comparação com a pesquisa anterior do Real Time Big Data, divulgada na última terça (20), o senador do PL apresentou uma oscilação positiva de um ponto percentual entre os votos totais, passando de 48% para 49%. Lula, por sua vez, manteve os mesmos 45% registrados no levantamento anterior.
O levantamento também apurou a rejeição aos dois candidatos. Segundo os resultados, 36% dos entrevistados afirmam que não votariam em Lula, enquanto 33% rejeitam Flávio Bolsonaro. Outros 28% dizem que não votariam em nenhum dos dois candidatos, enquanto 3% não rejeitam nenhum deles.
Outro dado do levantamento é o elevado percentual de entrevistados que afirmam já ter definido sua escolha para o segundo turno. Segundo o Real Time Big Data, 95% dos eleitores dizem ter o voto decidido.
Entre os apoiadores de Flávio Bolsonaro, 94% afirmam que não mudariam de candidato de maneira alguma. No eleitorado do presidente, o percentual é semelhante: 93% dizem que não mudariam de voto em nenhuma hipótese.
A pesquisa Real Time Big Data entrevistou 2 mil pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 19 e 22 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09670/2026.
A mais nova pesquisa da Vox Brasil sobre o segundo turno das eleições 2026, divulgada nesta sexta-feira (23), revela que o candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teria assumido a liderança na corrida presidencial, mas com vantagem dentro da margem de erro. A pesquisa apresenta Lula com 50,6% contra 49,4% do senador Flávio Bolsonaro (PL), resultado considerado empate técnico.
O instituto Vox Brasil foi um dos quatro que acertaram, no primeiro turno, a liderança de Flávio Bolsonaro sobre Lula. A pesquisa Vox Brasil na véspera do primeiro turno deu Flávio com 45,8% e Lula com 44,9% (o resultado final teve o senador do PL com 47% contra 45% do líder petista).
Na pesquisa estimulada, em que os entrevistados olham uma lista com os nomes dos candidatos, Lula soma 45,4% das intenções de voto no conjunto da amostra. Flávio aparece com 44,3%, uma distância de 1,1 ponto percentual (respostas nenhum, branco ou nulo representam 6%, enquanto 4,3% não sabem ou não opinaram).
O levantamento da Vox Brasil também perguntou em qual candidato os eleitores não votariam “de jeito nenhum” para presidente da República. Nesse recorte, Flávio tem 47,1% de rejeição, enquanto Lula registra 44,8%.
Outros 3,9% disseram que rejeitam ambos os candidatos. Já 2,2% afirmaram que não rejeitam nenhum. Os que não souberam responder ou não opinaram somam 2%.
A pesquisa ouviu 2.100 eleitores brasileiros, de 20 a 22 de outubro de 2026. A margem de erro é de 2,15 pontos percentuais, para mais ou para menos. O grau de confiança do levantamento é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-03259/2026.
O senador Flávio Bolsonaro tem 50,6% de intenções de votos, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegaria a 49,4%. Foi o que mostrou uma simulação de segundo turno feita pela pesquisa Indexa/Broadcast, divulgada nesta quinta-feira (22).
Em votos totais, Flávio Bolsonaro tem 45,2% das intenções de voto, ante 44,1% do presidente Lula. Dos entrevistados, 4,8% afirmam que não iriam votar, 4,3% dizem que votarão nulo ou em branco e outros 1,6% não sabem.
Na pesquisa espontânea, Flávio Bolsonaro tem 41,9% das intenções de votos ante 41,1% de Lula. Outros 4,5% afirmam que não iriam votar, 4,8% declararam voto nulo ou branco e 7,8% não sabem.
O duelo entre Flávio e Lula mostra uma posição invertida entre ambos no recorte e votos por sexo. Entre as mulheres, o presidente Lula tem 47,3%, ante 42,3% do senador, e entre os homens, Flávio registra 48,4%, e o líder petista, 40,7%.
Já no recorte por regiões, o presidente Lula alcança 51,8% no Nordeste, contra 38,9% de Flávio Bolsonaro. No Sul, o senador tem 55,9%, ante 31,0% do presidente. No Centro-Oeste, os índices são de 45,7% para Flávio Bolsonaro e 42,8% para Lula.
No Sudeste, o candidato do PL aparece com 45,8%, e o petista, com 44,2%. No Norte, ambos estão empatados numericamente em 43,5%.
Entre os católicos, Lula tem 51,3%, e Flávio Bolsonaro, 36,7%. Entre os evangélicos, o senador marca 69,7%, ante 23,2% do presidente. No grupo com renda domiciliar de até dois salários mínimos, o petista registra 47,6%, contra 38,9% de Flávio Bolsonaro.
Outro recorte está no estrato dos que recebem mais de cinco salários mínimos, grupo em que o senador tem 52,6%, e Lula, 40,6%. Já entre os que recebem entre dois e cinco salários mínimos, Flávio Bolsonaro tem 44,6% contra 44,2% de Lula.
Em meio a jovens de 16 a 24 anos, Lula registra 47,8% contra 44,6% de Flávio Bolsonaro. Entre pessoas com 60 anos ou mais, Flávio Bolsonaro tem 46,4% contra 43,5% de Lula.
O levantamento revela que entre pessoas com 45 a 59 anos, o senador tem 47,5% das intenções de voto e Lula 41,7%. Entre eleitores com 25 a 34 anos, Lula registra 47,5% ante 39,1% de Flávio Bolsonaro. Em meio a pessoas com 35 a 44 anos, Flávio Bolsonaro tem 47,6% e Lula, 42,4%.
Por grau de escolaridade, Lula lidera entre os entrevistados com ensino até fundamental com 46,1% ante 42,6% de Flávio Bolsonaro. Já entre os que possuem ensino superior ou mais, o senador do PL registra 47,9% ante 41,4% do petista.
A pesquisa Indexa/Broadcast ouviu 2.000 eleitores por meio de entrevistas individuais por telefone, entre 20 e 21 de outubro de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02348/2026.
A mais nova pesquisa PoderData/Aya sobre as intenções de voto dos brasileiros para o segundo turno revela uma aproximação do presidente Lula, mas com vantagem ainda para o candidato Flávio Bolsonaro (PL). De acordo com o levantamento, divulgado nesta quinta-feira (22), Flávio estaria com 51% dos votos válidos, com 49% do líder petista.
Na primeira pesquisa PoderData/Aya divulgada após o primeiro turno, em 8 de outubro, Flávio Bolsonaro havia saído na frente, com 53% contra 47% de Lula. Na pesquisa seguinte, em 18 de outubro, o senador do PL marcava 52% contra 48% de Lula. De 8 de outubro para essa quinta, Flávio caiu dois pontos percentuais e Lula cresceu os mesmos dois pontos.
Quando se consideram os votos totais, o presidente Lula preserva a preferência em segmentos estratégicos do eleitorado. Entre as mulheres, o presidente registra 55% das intenções de voto, contra 41% do senador do PL.
O senador Flávio Bolsonaro obtém mais apoio no Centro-Oeste (62%) e no Sul (60%). Já Lula mantém grande vantagem no seu reduto histórico, o Nordeste (64%). E, no Sudeste, onde está o maior eleitorado do país, o candidato do PL tem 52% contra 43% do petista.
Em relação à rejeição, nesta nova rodada do PoderData/Aya, 47% dos entrevistados dizem que não votariam “de jeito nenhum” no atual presidente. O líder petista é o “único em que votariam” para 46% – um aumento de quatro pontos percentuais em relação ao levantamento anterior.
Entre os que rejeitam o candidato Flávio Bolsonaro, a taxa oscilou um ponto percentual para cima, de 44% para 45% em 3 dias. Outros 47% afirmam que Flávio é o “único em quem votariam”.
A pesquisa foi realizada pelo PoderData, em parceria com o Aya Bancah. Os dados foram coletados por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram quatro mil entrevistas em 865 municípios das 27 unidades da Federação.
A margem de erro da pesquisa PoderData/Aya é de 1,6 ponto percentual. O intervalo de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o nº BR-07926/2026.
O instituto Palver, que no primeiro turno foi o único que acertou o percentual de 47% dos votos válidos para o candidato Flávio Bolsonaro, divulgou sua nova pesquisa nesta quarta-feira (21), e o resultado mostra o senador do PL com dois pontos à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva neste segundo turno.
Segundo a pesquisa do Palver, Flávio Bolsonaro registra 50% das intenções de voto, enquanto Lula marca 48%. Eles estão empatados tecnicamente dentro da margem de erro do levantamento, que é de 2,4 pontos percentuais.
Na rodada anterior da Palver, divulgada na última quinta (15), Flávio tinha 50%, e Lula, 49%. Seis dias depois, o senador do PL ficou estável e o líder petista oscilou um ponto para baixo.
Na véspera da votação em primeiro turno, a Palver mostrava Flávio com 47% e Lula com 43%. Nas urnas, no dia 4 de outubro, o senador teve 47,03% e o presidente, 45,16%.
A pesquisa Palver também mediu a rejeição de ambos. Questionados em quem não votariam “de jeito nenhum”, 49% dos eleitores apontam Lula, e 47% citam Flávio Bolsonaro.
Por outro lado, 49% afirmam que votariam “com certeza” no candidato do PL, ante 47% que garantem o voto no atual presidente. Os que dizem que “poderiam votar” somam 2% para Flávio Bolsonaro e 1% para Lula.
Outro ponto abordado pela pesquisa Palver foi a certeza do voto no segundo turno. Questionados sobre o que poderia fazê-los mudar de candidato, a grande maioria respondeu que nada alteraria a escolha.
Entre os eleitores de Lula, 79% dizem que nada os faria mudar de voto. Entre os de Flávio Bolsonaro, o percentual é de 80%.
O levantamento foi realizado com cinco mil entrevistados pela Palver de 18 a 20 de outubro de 2026. A pesquisa foi contratada pelo próprio instituto. Nível de confiança: 95%. Margem de erro: 2,4 pontos percentuais. Registro no TSE sob o nº BR-04612/2026.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) estaria com 51% das intenções de votos válidos, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) marcaria um percentual de 48,9% no segundo turno. É o que mostra a mais nova pesquisa do instituto Meio/Ideia, divulgada nesta quarta-feira (21).
Como a margem de erro da pesquisa é de 2,5 pontos percentuais, a situação dos dois candidatos seria de empate técnico.
Em votos totais, o senador do PL registra 48% e o líder petista 46%. Entre os entrevistados, 3,4% dizem que votarão branco ou nulo e 2,6% não sabem quem indicar como seu candidato.
O estudo também perguntou em qual dos candidatos os eleitores não votariam “de jeito nenhum” para presidente. Segundo a pesquisa, 47,7% dos entrevistados disseram isso em relação a Lula, enquanto 46,5% responderam o mesmo em relação a Flávio Bolsonaro.
A pesquisa entrevistou 1.500 pessoas de 15 a 19 de outubro de 2026. A margem de erro é 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos. O grau de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-08251/2026.
Big Data: Flávio mantém liderança no segundo turno, marcando 52% contra 48% de Lula em votos válidos
Faltando apenas seis dias para o segundo turno das eleições 2026, o senador Flávio Bolsonaro (PL) segue liderando a disputa contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), embora com margem no limite da margem de erro. É o que mostra a nova pesquisa Real Time Big Data, divulgada nesta terça-feira (20), que apresenta o candidato do PL com 52% das intenções de voto contra 48% do líder petista.
Como a margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, a diferença de quatro pontos percentuais entre Flávio e Lula representa um empate técnico no limite da margem de erro do levantamento Big Data.
Na modalidade estimulada, em que os entrevistados recebem uma lista com os nomes dos candidatos, Flávio Bolsonaro alcança 48% das intenções de voto, contra 45% de Lula. Os votos brancos e nulos representam 5% das respostas, enquanto 2% dos entrevistados não souberam ou preferiram não responder.
Já na pesquisa espontânea, quando os eleitores indicam seus candidatos sem receber uma lista de nomes, o senador também aparece numericamente à frente. Flávio Bolsonaro registra 47% nas menções espontâneas, enquanto Lula alcança 44%.
Nessa modalidade da pesquisa Big Data, 5% dos entrevistados declararam intenção de votar em branco ou anular o voto. Outros 4% não souberam responder.
O levantamento revela que, entre os homens, o candidato Flávio Bolsonaro registra 52% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 41%. A vantagem numérica do senador nesse segmento é de 11 pontos percentuais.
No eleitorado feminino, entretanto, este cenário se inverte. O presidente Lula alcança 49% das intenções de voto, contra 45% do candidato do PL, uma diferença de quatro pontos percentuais favorável ao petista.
A renda dos entrevistados também apresenta relação com as preferências eleitorais. Lula obtém seu melhor desempenho entre os eleitores que recebem até dois salários mínimos, segmento no qual registra 54% das intenções de voto. Flávio Bolsonaro aparece com 39% nesse grupo.
Entre os entrevistados com renda superior a cinco salários mínimos, o senador do PL apresenta uma vantagem numérica mais expressiva. Flávio alcança 61% das intenções de voto, enquanto Lula registra 33%, uma diferença de 28 pontos percentuais.
A pesquisa também avaliou a rejeição aos dois candidatos que disputam a Presidência da República. Nesse indicador, Lula registra 35%, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 33%. A diferença é de dois pontos percentuais.
Outros 28% dos entrevistados afirmaram rejeitar tanto o presidente quanto o senador. Já 4% declararam não rejeitar nenhum dos dois candidatos.
A pesquisa ouviu 2 mil eleitores em todo o território nacional entre os dias 15 e 19 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número BR-02952/2026.
Depois de registrar um empate em 50% no último dia 15 de outubro, a nova pesquisa PoderData/Aya, divulgada nesta segunda-feira (19), mostra uma recuperação do candidato Flávio Bolsonaro, que abriu uma vantagem sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva acima da margem de erro.
De acordo com a pesquisa, Flávio subiu dois pontos em relação à semana passada e chegou a 52% dos votos válidos. Já Lula caiu os mesmos dois pontos percentuais e desceu para 48%. Como a margem de erro é de 1,8%, a diferença não representa um empate técnico.
Os números do levantamento do PoderData já captaram o impacto da entrevista dada pela lobista Roberta Luchsinger à CNN na noite de sábado (17), com críticas duras ao presidente Lula. Já o debate presidencial da noite deste domingo (18) influenciou a decisão de intenção de voto dos eleitores devido às entrevistas terem sido encerradas antes.
Quando se consideram os votos totais, Lula preserva a preferência em segmentos estratégicos do eleitorado. Entre as mulheres, o presidente registra 51% das intenções de voto, contra 42% do senador do PL.
Já Flávio Bolsonaro vai melhor no Centro-Oeste (60%) e no Sul (62%). Lula mantém grande vantagem no seu reduto histórico, o Nordeste (61%). E, no Sudeste, onde está o maior eleitorado do país, o candidato do PL tem 53% contra 42% do líder petista.
A oscilação negativa das intenções de voto em Lula teve impacto na taxa de potencial de voto do candidato. Na nova pesquisa do PoderData/Aya, 48% dos entrevistados dizem que não votariam “de jeito nenhum” no atual presidente. Esse percentual estava em 46% no levantamento anterior.
E enquanto Lula é o “único em que votariam” na opinião de 42%, esse percentual está em 44% em relação a Flávio Bolsonaro. O candidato do PL também viu oscilar um ponto percentual para baixo a sua rejeição, que desde de 45% para 44%.
A pesquisa foi realizada pelo PoderData, em parceria de divulgação com o Aya Bancah. Os dados foram coletados por meio de ligações para celulares e telefones fixos.
Foram três mil entrevistas em 695 municípios das 27 unidades da Federação de 16 a 18 de outubro. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual. O intervalo de confiança é de 95%. Está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o nº BR-02586/2026.
Um percentual de 66,2% dos eleitores apoia a aprovação do projeto que modificou a jornada de trabalho 6x1, enquanto 26,4% não concordam com a decisão do Congresso de aprovar a matéria. A visão positiva dos brasileiros sobre a redução da jornada foi apurada pela pesquisa BTG/Nexus, divulgada nesta segunda-feira (19).
O projeto que modifica a jornada 6x1 foi aprovado no Senado na última quarta (14). Em sessão solene convocada pelo presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), na última sexta (16), e que contou com a presença do presidente Lula, a emenda constitucional da mudança de jornada foi promulgada e já está valendo.
Entre os eleitores que dizem votar no presidente Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno, o apoio ao projeto da jornada 6x1 chega a 91,4%, contra apenas 5,35% de desaprovação. Já entre os eleitores do senador Flávio Bolsonaro (PL), a aprovação cai para apenas 41,1%, enquanto a desaprovação é de 48,6%.
O levantamento apurou que o maior apoio à aprovação do projeto de mudança da jornada se deu em meio a quem declara ser trabalhador doméstico, com 81,7% de aprovação à mudança de jornada. Veja abaixo como se colocou o apoio entre divisões de pessoas por trabalho remunerado:
Sou trabalhador doméstico - 81,7%
Sou empregado do setor público - 75,9%
Sou empregado do setor privado - 67,3%
Trabalho por conta própria - 58,5%
Microempreendedor individual (MEI) - 50,8%
Sou empresário - 36,1%
Na estratificação de eleitores por diversos recortes, é possível avaliar que a mudança na jornada de trabalho tem mais apoio entre as mulheres, em meio aos mais jovens, junto a quem tem apenas o ensino fundamental e recebe apenas um salário mínimo, e mais forte na região Nordeste.
Confira abaixo como é colocado o apoio ao projeto da jornada 6x1 em meio aos diversos estratos da população:
Mulheres - 70,9%
Homens - 61%
16 a 24 anos - 72,6%
25 a 40 anos - 63,8%
41 a 59 anos - 66,3%
60 anos ou mais - 66%
Ensino fundamental - 73,1%
Ensino médio - 62,3%
Ensino superior - 63,2%
Católicos - 68,8%
Evangélicos - 60%
Outras religiões - 62,9%
Sem religião - 73,7%
Até 1 salário mínimo - 78.3%
De 1 a 2 salários mínimos - 72,7%
De 2 a 5 salários mínimos - 62,9%
Acima de 5 salários mínimos - 57,7%
Região Norte/Centro-Oeste - 66,9%
Região Nordeste - 78,8%
Região Sudeste - 62,4%
Região Sul - 54,1%
Capital - 68,8%
RM - 65%
Interior - 65,4%
A pesquisa BTG/Nexus entrevistou 2.002 eleitores de 16 a 18 de outubro de 2026. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O grau de confiança do levantamento é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04499/2026.
A mais nova pesquisa BTG/Nexus sobre a disputa presidencial no segundo turno, divulgada nesta segunda-feira (19), revela uma situação de quase total empate entre os dois candidatos. Pelo levantamento, o senador Flávio Bolsonaro (PL) estaria com 50,3% dos votos válidos, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chega a 49,7%.
Como a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, o resultado obtido pela BTG/Nexus revela uma situação de empate técnico. Na pesquisa anterior, divulgada em 13 de outubro, Flávio Bolsonaro havia registrado 52% dos votos válidos, enquanto Lula somava 48%.
Na avaliação da rejeição aos dois candidatos, a pesquisa revela que 47,8% dos eleitores declararam que não votariam “de jeito nenhum” no presidente Lula. Outros 46,8% responderam o mesmo em relação ao senador Flávio Bolsonaro.
Em relação à aprovação do trabalho do presidente Lula, a pesquisa mostra que a desaprovação do líder petista está em 48,8%, e a aprovação chegou a 47,2%. Aqueles que não souberam responder somaram 4,1%.
A pesquisa BTG/Nexus entrevistou 2.002 eleitores de 16 a 18 de outubro de 2026. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O grau de confiança do levantamento é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04499/2026.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparecem em situação de empate técnico em mais uma pesquisa divulgada neste sábado (17). Segundo o novo levantamento Ipespe/Abrasel, Flavio aparece com 51,2% das intenções de voto na disputa de segundo turno, contra 48,8% do líder petista.
Na semana passada, a pesquisa Ipespe/Abrasel havia registrado um placar de 52,7% para Flávio contra 47,3% de Lula. No espaço de sete dias, o senador do PL caiu 1,5% e o presidente Lula subiu os mesmos 1,5% nas intenções de voto dos brasileiros.
A pesquisa espontânea, em que os eleitores dizem sua preferência de voto sem verificar nenhuma lista de candidatos, o candidato Flávio Bolsonaro tem 47%, contra 44% registrados para o presidente Lula.
Outro dado apresentado pelo levantamento revela que caiu a desaprovação ao governo do presidente Lula. Na semana passada, o índice de desaprovação estava em 50% e caiu para 48% no levantamento divulgado neste sábado.
No caminho contrário, a aprovação do governo Lula subiu de 43% para 45% no espaço de uma semana das pesquisas feitas pela Ipespe/Abrasel.
O levantamento entrevistou 1.500 eleitores de todo o Brasil de 13 a 15 de outubro. A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95,45%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-00223/2026.
A primeira pesquisa do Instituto Veritá no segundo turno, divulgada neste sábado, mostra um resultado aproximado de diversos outros levantamentos revelados nos últimos dias. De acordo com a Veritá, o senador Flávio Bolsonaro (PL) alcança 51,07% dos votos válidos, diante de 48,93% atribuídos ao presidente Lula.
A vantagem de 2,14 pontos percentuais coloca o candidato do PL à frente no levantamento acima da margem de erro da pesquisa, que é de um ponto percentual. O percentual apurado pela Veritá reforça o cenário de elevada competitividade entre os dois postulantes ao comando do Palácio do Planalto em 2027.
A Veritá foi um dos quatro dos 11 institutos que divulgaram pesquisas poucos dias antes do primeiro turno e que previram a liderança de Flávio Bolsonaro. A última pesquisa da Veritá antes do primeiro turno mostrou um resultado de 45,14% para Flávio Bolsonaro e 44,65% para Lula.
No levantamento deste sábado, o instituto apurou a percepção dos brasileiros sobre quem vencerá a eleição presidencial de 2026. Para 52,7% dos entrevistados, o vencedor será Flávio Bolsonaro, e outros 47,3% afirmam que Lula será reeleito para o seu quarto mandato presidencial.
O recorte da pesquisa feito por renda familiar dos eleitores revela uma das divisões mais expressivas de todo o levantamento. No segmento das famílias com renda abaixo de dois salários mínimos, correspondente a 42,7% da amostra, Lula registra 53,4%, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 43,3%.
Trata-se do segmento de renda em que Lula apresenta seu melhor desempenho entre as três categorias divulgadas. Entre os entrevistados com renda entre dois e cinco salários mínimos, que representam 38,6% da amostra, Flávio Bolsonaro registra 55,4%, contra 43% de Lula.
O levantamento foi realizado entre os dias 12 e 16 de outubro. A peça divulgada pelo instituto informa margem de erro de um ponto percentual e nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01107/2026 e foi feita por iniciativa do próprio Veritá.
A mais nova pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT) em parceria com o Instituto MDA, divulgada nesta sexta-feira (16/10), mostra um quadro de empate técnico na disputa presidencial em segundo turno. De acordo com o levantamento, Flávio Bolsonaro (PL) tem 50,5% dos votos válidos e o presidente Lula estaria com 49,5%.
Nas intenções de votos totais, o senador Flávio Bolsonaro tem 46,8% das intenções de voto contra 45,9% de Lula. Brancos e nulos somam 4,9%, e 2,4% se disseram indecisos.
A diferença entre Lula e Flávio Bolsonaro é de um ponto percentual, dentro da margem de erro da pesquisa, que é de 2,2 pontos. Por isso, os dois candidatos estão empatados tecnicamente.
Esta foi a primeira vez que o senador do PL aparece à frente do líder petista na série de pesquisas da CNT/MDA, desde o primeiro turno. Na rodada anterior, divulgada em 3 de outubro, véspera do primeiro turno, Lula tinha 47,3% na simulação de segundo turno, e Flávio, 43,1%.
No primeiro turno, em 4 de outubro, Flávio terminou em primeiro lugar, com 47,03% dos votos válidos (56,1 milhões de votos). Lula teve 45,16% (53,9 milhões).
Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados ao entrevistado, Flávio Bolsonaro aparece com 45,6% e Lula, com 44,1%. Brancos e nulos somam 5,2% e indecisos, 5%.
As entrevistas foram feitas presencialmente entre terça-feira (13/10) e quinta-feira (15/10). Foram ouvidos 2.002 eleitores com 16 anos ou mais, nas 27 unidades da Federação, em cerca de 140 municípios.
A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi contratada pela própria CNT, custou R$ 222.453 e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00652/2026.
Assim como outros levantamentos que vieram a público nos últimos dias já haviam apurado, a primeira pesquisa Indexa/Broadcast no segundo turno das eleições, divulgada nesta quinta-feira (15), mostrou um quadro de empate técnico na disputa presidencial em segundo turno.
De acordo com os resultados do levantamento, a disputa em segundo turno tem o candidato Flávio Bolsonaro (PL) com 44% das intenções de voto, contra 42% registrados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Com a margem de erro de 2,2%, a situação é considerada como empate técnico.
A Indexa/Broadcast apurou também que 8% dos eleitores afirmam que não devem votar no segundo turno. Nulos e brancos foram 4%, e 2% afirmaram estar indecisos sobre a escolha para presidente.
Em votos válidos, a pesquisa Indexa/Broadcast apurou que Flávio Bolsonaro chegaria a 51%, enquanto o presidente Lula estaria com 49%.
“A diferença entre Flávio Bolsonaro e Lula permanece muito estreita, dentro da margem de erro da pesquisa. A disputa agora será pela conquista dos eleitores que não se identificam plenamente com nenhum dos dois candidatos e que podem ser decisivos para o resultado da eleição”, afirma Arilton Freres, sociólogo e CEO da Indexa Pesquisas.
Um total de 87% dos eleitores ouvidos pela pesquisa disseram que sua decisão para o segundo turno é definitiva. Outros 11% afirmam que ainda podem mudar de ideia até o dia do segundo turno, em 25 de outubro, e 2% não sabem ou não opinaram. Os eleitores dos dois candidatos possuem a mesma certeza de voto: 91% dizem que sua decisão é definitiva, e os mesmos 8% de Flávio e Lula afirmam que ainda podem mudar de ideia.
Em relação à rejeição, 51% dos entrevistados afirmam que jamais votariam no candidato Flavio Bolsonaro. Já a rejeição do presidente Lula está em 50%.
A pesquisa Indexa/Broadcast foi realizada entre os dias 13 e 14 de outubro, com duas mil entrevistas. O método da coleta foram entrevistas individuais por telefone. A taxa de confiança é de 95% e a margem de erro de 2,2%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04629/2026.
O instituto Palver divulgou na manhã desta quinta-feira (15) a sua primeira pesquisa no segundo turno das eleições 2026. Os números da Palver mostram os candidatos Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) empatados dentro da margem de erro do levantamento.
De acordo com a Palver, Flávio Bolsonaro teria 50% dos votos totais, enquanto o presidente Lula aparece com 49% das intenções de voto. Votos brancos e nulos estariam em 1%.
Entre todas as 11 pesquisas divulgadas na véspera da realização do primeiro turno, em 4 de outubro, a Palver foi a pesquisa que mais se aproximou do resultado das urnas em votos válidos. O levantamento do instituto marcou 47% para Flávio Bolsonaro e 43% para Lula (o resultado final foi de 47% a 45% a favor do senador do PL).
A Palver foi o único instituto a prever um percentual de 47% para Flávio Bolsonaro. O segundo instituto que mais acertou no primeiro turno foi o Gerp, que deu 46% para Flávio e 44% para Lula.
A margem de erro da nova pesquisa da Palver é de 2,3 pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento entrevistou 5.000 eleitores por questionário online entre os dias 10 e 13 de outubro. O nível de confiança é de 95% e o número de identificação no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é BR-08028/2026.
Pesquisa PoderData mostra recuperação de Lula, que chega a 49% contra 51% de Flávio no segundo turno
No espaço dos últimos cinco dias, a vantagem do senador Flávio Bolsonaro (PL) sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva caiu de seis para apenas dois pontos percentuais, e a disputa em segundo turno passou a estar empatada tecnicamente. Foi o que revelou a pesquisa PoderData/Aya divulgada nesta terça-feira (13).
De acordo com o levantamento, Flavio Bolsonaro estaria com 51% dos votos válidos, enquanto Lula marcou 49%. Na pesquisa anterior do PoderData, divulgada na semana passada, o senador do PL tinha 53% contra 47% do líder petista.
Como a margem de erro da pesquisa é de 1,8%, os dois candidatos, no momento, estão empatados tecnicamente. No primeiro turno das eleições, Flávio teve 47,03% dos votos e Lula, 45,16%.
Nas urnas do primeiro turno, a vantagem do senador do PL sobre o líder petista havia sido de 1,87 ponto percentual. Agora, essa é quase a mesma diferença entre os dois candidatos, segundo mostra a mais nova pesquisa PoderData/Aya.
Em índice de rejeição, o presidente Lula supera o seu adversário, com 46% de eleitores dizendo que não votariam dele “de jeito nenhum”. Já a rejeição de Flávio Bolsonaro está na casa de 44%.
A pesquisa foi realizada pelo PoderData com recursos próprios. O levantamento teve parceria de divulgação com o Aya Bancah. Os dados foram coletados por meio de ligações para celulares e telefones fixos.
Foram três mil entrevistas em 686 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual. O intervalo de confiança é de 95%. Está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o nº BR-01209/2026.
BTG/Nexus revela que Lula tem rejeição maior do que a de Flávio e aumentou a desaprovação ao governo
Da semana anterior ao primeiro turno das eleições 2026 até esta terça-feira (13), a rejeição dos eleitores ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva aumentou três pontos percentuais e chegou a 51%. Já o candidato Flávio Bolsonaro (PL) fez o caminho inverso, com sua rejeição caindo quatro pontos e chegando agora a 47%.
Esses dados foram apurados pela primeira pesquisa BTG/Nexus deste segundo turno das eleições. O levantamento revela que para 43%, Flávio Bolsonaro é o único candidato em quem os eleitores votaria, percentual que fica em 42% para o presidente Lula.
Na estratificação da rejeição aos candidatos, o presidente Lula é mais rejeitado entre os homens (61% dizem que não votariam nele de jeito nenhum). Já Flávio Bolsonaro tem sua rejeição mais numerosa entre as mulheres (56%).
Em relação ao potencial de voto, 51% das mulheres dizem que o presidente Lula é o único candidato em quem votariam. Flávio Bolsonaro, por sua vez, alcança 53% de potencial de voto entre os homens.
Além de uma rejeição mais alta do que a de seu adversário, o presidente Lula também enfrenta uma análise negativa sobre seu governo. Um total de 45% dos entrevistados desaprovam a administração do líder petista, contra 34% que aprovam o terceiro mandato de Lula.
O levantamento também mostra uma forte desaprovação ao desempenho pessoal do presidente Lula. Um total de 50% dos entrevistados disse desaprovar o desempenho do líder petista, contra 45% dos que afirmam aprovar o trabalho realizado por Lula.
A pesquisa BTG/Nexus entrevistou 2.002 eleitores, entre os dias 10 e 12 de outubro, por meio de entrevista por telefone. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
O levantamento foi contratado pelo Banco BTG Pactual e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-07997/2026.
A primeira pesquisa BTG/Nexus neste segundo turno das eleições 2026 mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL) abriu uma vantagem de quatro pontos percentuais para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Pela pesquisa, Flávio estaria com 52%, enquanto Lula marca 48% dos votos válidos.
O resultado da BTG/Nexus indica uma situação de empate técnico, já que a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais.
Nos votos totais, o senador do PL estaria com 48%, enquanto Lula chega a 45%. Brancos e nulos são 5%, e os que não sabem ou não responderam são 2% dos entrevistados.
A pesquisa perguntou aos eleitores se já têm certeza do voto ou ainda podem mudar sua escolha no segundo turno. Um total de 92% disse estar convicto do voto e não vai mais mudar, e 7% afirmaram que ainda podem alterar seu candidato.
Dos 7% de eleitores consultados pela pesquisa que disseram que ainda poderiam mudar de opção para o segundo turno, 20% disseram que escolheriam o presidente Lula caso houvesse essa mudança. Outros 16% afirmaram que alterariam sua posição para o candidato Flávio Bolsonaro, enquanto 52% afirmam que votariam nulo ou em branco, e 12% não sabem ou não responderam.
A BTG/Nexus entrevistou 2.002 eleitores, entre os dias 10 e 12 de outubro, por meio de entrevista por telefone. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
O levantamento foi contratado pelo Banco BTG Pactual e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-07997/2026.
A primeira pesquisa Datafolha para o segundo turno no Distrito Federal, divulgada nesta quinta-feira (8), mostra a governadora Celina Leão (PP) confirmando seu favoritismo e abrindo já 18 pontos percentuais sobre seu adversário, Leandro Grass, do PT. Pelos números do Datafolha, Celina tem 55% das intenções de voto contra 37% de Grass.
No primeiro turno, a governadora do DF teve 49,93% dos votos válidos, e não foi eleita em primeiro turno por ter deixado de receber 168 votos. O segundo colocado, Leandro Grass, teve 34,47% dos votos válidos.
Segundo a candidata à reeleição, sua vitória no primeiro turno não aconteceu porque muitos de seus eleitores confundiram seu número, apertando o 22 do PL e não o 11 do PP. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mais de 26 mil eleitores do DF digitaram 22, e como não havia concorrente ao Palácio do Buriti com essa identificação, os votos foram anulados.
Para 90% dos eleitores ouvidos pelo Datafolha, a escolha do candidato no segundo turno é definitiva. Outros 9% dizem que ainda podem mudar o voto e 1% não soube dizer.
A pesquisa foi contratada pela Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo". O Datafolha ouviu 910 pessoas entre os dias 6 e 8 de outubro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O número de registro da pesquisa é DF-03365/2026.
A liderança com vantagem de seis pontos percentuais do candidato Flávio Bolsonaro (PL) sobre o presidente Lula no segundo turno, conforme revelou a primeira pesquisa PoderData/Aya, divulgada nesta quinta-feira (8), se consolidou pelo avanço que o senador teve entre os homens, em meio aos eleitores acima de 60 anos, nas regiões Sul e Sudeste e junto a quem recebe acima de dois salários mínimos.
A pesquisa PoderData, a primeira a ser divulgada por qualquer instituto neste início de campanha em segundo turno, revelou um placar de 53% para Flávio Bolsonaro contra 47% a favor do presidente Lula. O resultado já está consignado em votos válidos.
Do lado do presidente Lula, o maior apoio à sua candidatura ocorre em meio às mulheres, aos mais jovens, junto aos moradores da região Nordeste, a quem tem apenas o ensino fundamental e no contingente de quem recebe até dois salários mínimos.
Confira abaixo a estratificação da intenção de voto em Flávio Bolsonaro e Lula, de acordo com a pesquisa PoderDataq/Aya:
Por sexo
Mulheres
Lula 50% x 42% Flávio
Homens
Flávio 57% x 37% Lula
Por idade
16 a 24 anos
Lula 52% x 40% Flávio
25 a 44 anos
Flávio 50% x 43% Lula
45 a 59 anos
Flávio 49% x 44%
60 anos ou mais
Flávio 52% x 42%
Por região
Norte
Lula 48% x 43% Flávio
Nordeste
Lula 52% x 41% Flávio
Centro-Oeste
Flávio 54% x 39% Lula
Sudeste
Flávio 51% x 41% Lula
Sul
Flávio 58% x 36% Lula
Por escolaridade
Ensino Fundamental
Lula 53% x 39% Flávio
Ensino Médio
Flávio 55% x 38% Lula
Ensino Superior
Flávio 51% x 45% Lula
Por renda
Até dois salários mínimos
Lula 48% x 42% Flávio
De dois a cinco salários mínimos
Flávio 57% x 39% Lula
Acima de cinco salários mínimos
Flávio 55% x 43% Lula
A pesquisa foi realizada pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, em parceria com o Aya Bancah. Os dados foram coletados por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 3.000 entrevistas em 705 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual. O intervalo de confiança é de 95%. Está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o nº BR-08134/2026.
A primeira pesquisa divulgada sobre o segundo turno das eleições presidenciais saiu nesta quinta-feira (8), e revela que o candidato Flávio Bolsonaro (PL) saiu na frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com seis pontos de vantagem. De acordo a pesquisa PoderData/Aya, Flávio tem 53% no segundo turno em votos válidos, contra 47% de Lula.
Em relação ao resultado do primeiro turno, Flávio Bolsonaro, que teve 47,03% dos votos válidos, estaria conquistando seis pontos percentuais. Já o presidente Lula, que saiu das urnas com 45,16%, estaria subindo dois pontos percentuais.
Os entrevistados também responderam sobre quem tem maior chance de vitória no dia 25 de outubro. Para 57% dos entrevistados, Flávio Bolsonaro é quem tem mais chances de se eleger presidente, e outros 37% afirmam que Lula é que sairá vencedor.
A pesquisa mostra ainda um sentimento de derrota maior entre os eleitores de Lula que os de Flávio. Os que declaram ter votado em Flávio no 1º turno, 92% confiam que o senador será eleito.
No grupo lulista, a taxa de confiança no seu candidato cai para 76%. Entre os eleitores que declaram voto em outros candidatos no 1º turno, Flávio é mais citado que o petista como provável vencedor do confronto.
A pesquisa foi realizada pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, em parceria com o Aya Bancah. Os dados foram coletados por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 3.000 entrevistas em 705 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual. O intervalo de confiança é de 95%. Está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o nº BR-08134/2026.
A mais nova rodada da pesquisa PoderData/Aya, divulgada neste sábado (3), revela um cenário de pequena vantagem do candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa presidencial em primeiro turno, e de empate técnico na simulação de segundo turno.
De acordo com a pesquisa, o presidente Lula cresceu dois pontos em relação ao último levantamento, em 23 de setembro, e alcançou 45% dos votos válidos na simulação de primeiro turno. Como Flávio Bolsonaro cresceu apenas um ponto, Lula estaria com 45% x 43% neste cenário de resultado das urnas do próximo domingo.
Confira abaixo a projeção feita pelo PoderData para o primeiro turno, já em votos válidos, descontadas as escolhas de branco, nulo e quem não escolheu candidato:
Lula (PT) - 45%
Flávio Bolsonaro (PL) - 43%
Augusto Cury (Avante) - 4%
Renan Santos (Missão) - 3%
Ronaldo Caiado (PSD) - 3%
Romeu Zema (Novo) - 1%
Samara Martins (UP) - 1%
Rui Costa Pimenta (PCO) - 1%
Clariana Barão (DC) - 0%
Wilson Grassi (Democrata) - 0%
Edmilson Costa (PCB) - 0%
Hertz Dias (PSTU) - 0%
Para o segundo turno, Lula e Flávio Bolsonaro estariam rigorosamente empatados, com 46% cada um. Em relação à última pesquisa, o presidente Lula subiu um ponto na projeção de segundo turno, e Flávio Bolsonaro ficou no mesmo patamar. Em votos válidos, os dois estariam com 50% cada.
O PoderData/Aya mediu também a rejeição dos dois principais candidatos à presidência. Em relação ao presidente Lula, 47% dizem que não votariam nele “de jeito nenhum”, e o senador do PL tem 46% que marcam a mesma afirmação.
Os resultados desta rodada mostram que a rejeição ao líder petista caiu dois pontos percentuais em relação à pesquisa anterior. A taxa passou de 49% para 47%. No caso de Flávio, houve oscilação de um ponto percentual para baixo, de 47% para 46%.
Apesar de ter rejeição maior, o presidente Lula tem mais eleitores certos de votar nele do que em seu adversário. Enquanto 40% dizem ser Lula o único candidato em quem votariam, esse número cai para 38% em relação a Flávio Bolsonaro.
O levantamento PoderData teve parceria de divulgação com o Aya Bancah. Os dados foram coletados de 30 de setembro a 2 de outubro de 2026, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 4.000 entrevistas em 786 municípios das 27 unidades da Federação.
A margem de erro da pesquisa é de 1,5 ponto percentual. O intervalo de confiança é de 95%. Está registrada no TSE sob o nº BR-03519/2026.
Cleitinho pode ser eleito governador de Minas Gerais já no primeiro turno, revela pesquisa Datafolha
A mais nova rodada da pesquisa Datafolha, divulgada nesta quinta-feira (1º), revela que o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) está próximo de conquistar a vitória para o governo de Minas Gerais já no primeiro turno. Cleitinho alcançou a marca de 49% dos votos válidos, contra 51% do restante dos candidatos.
Em votos válidos, a segunda posição para o governo mineiro é ocupada pelo deputado federal Patrus Ananias, do PT, que tem 20%. Em terceiro está Alexandre Kalil, do PDT, que alcançou 13% dos votos válidos.
O Datafolha mostra ainda que Flávio Roscoe (PL) e Mateus Simões (PSD) têm 5% dos votos válidos cada. Gabriel Azevedo (MDB), apoiado pelo ex-governador Romeu Zema (Novo), aparece com 3%, enquanto Ben Mendes (Missão) registra 2%.
Há ainda os candidatos Túlio Lopes (PCB), Rafael Duda (PSTU), Indira Xavier (UP) e Henrique Áreas (PCO), com 1% cada. Os votos válidos desconsideram os eleitores indecisos e aqueles que pretendem votar em branco ou nulo.
Quando são considerados todos os entrevistados, Cleitinho tem 40% das intenções de voto. Patrus registra 16%, e Kalil, 11%. Roscoe e Simões aparecem com 4% cada, enquanto Gabriel tem 2%.
Os demais candidatos registram 1% cada. Brancos e nulos somam 9%, e 8% dos entrevistados estão indecisos.
Na rodada anterior, divulgada em 24 de setembro, Cleitinho também tinha 40%, enquanto Patrus registrava 15% e Kalil, 9%. Duas semanas antes, os três marcavam 37%, 13% e 11%, respectivamente. As oscilações ocorreram dentro da margem de erro.
A pesquisa Datafolha também elaborou dois cenários de disputa em segundo turno. Nas duas o senador Cleitinho ganha de seus adversários com alta soma de intenções de voto.
Veja os cenários de segundo turno na disputa para o governo de Minas Gerais:
Cleitinho Azevedo 56% x 27% Alexandre Kalil
Cleitinho Azevedo 60% x 24% Patrus Ananias
O Datafolha entrevistou presencialmente 1,2 mil eleitores, com 16 anos ou mais, em 55 municípios de Minas Gerais, entre 28 de setembro e 1º de outubro. A margem de erro é de três pontos porcentuais, para mais ou para menos. A pesquisa foi contratada pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número MG-09729/2026.
A mais nova rodada da pesquisa do instituto Real Time Big Data, divulgada nesta quinta-feira (1º), mostra um cenário de segundo turno em que o candidato Flávio Bolsonaro (PL) chega a 46% das intenções de voto, contra 45% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A margem de erro da pesquisa Big Data é de dois pontos percentuais, o que faz com a que disputa em segundo turno seja considerada como empate técnico. Os votos em branco e nulos somam 5%, enquanto 4% dos entrevistados não sabem ou não responderam.
Na comparação com o levantamento anterior do instituto Big Data, divulgado em 24 de setembro, o presidente Lula manteve o mesmo patamar de 45% das intenções de voto no confronto direto. Já o senador Flávio Bolsonaro subiu um ponto e oscilou de 45% para 46%.
Em relação à simulação de disputa no turno, o presidente Lula segue na liderança, mas com vantagem no limite da margem de erro sobre o seu adversário principal. Confira abaixo como está a disputa em primeiro turno.
Lula (PT): 43%
Flávio Bolsonaro (PL): 39%
Renan Santos (Missão): 4%
Augusto Cury (Avante): 3%
Ronaldo Caiado (PSD): 3%
Romeu Zema (Novo): 1%
Outros: 1%
Branco/Nulo: 3%
Não sabe/Não respondeu: 3%
O Instituto Real Time Big Data também questionou os seus entrevistados de forma espontânea sobre quem seria o seu escolhido para presidente da República. A pesquisa espontânea não conta com apresentação de lista de nomes de candidatos. Veja o resultado abaixo:
Lula (PT): 38%
Flávio Bolsonaro (PL): 34%
Renan Santos (Missão): 3%
Augusto Cury (Avante): 3%
Ronaldo Caiado (PSD): 2%
Outros: 1%
Branco/Nulo: 8%
Não sabe/Não respondeu: 11%
A pesquisa Real Time Big Data entrevistou 2.000 eleitores, entre os dias 26 e 30 de setembro de 2026, por meio de entrevista por telefone. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-09503/2026.
Pesquisa Futura/100% Cidades, divulgada nesta quarta-feira (30), revela um cenário em que os candidatos Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante) aparecem à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nos cenários de disputa em segundo turno.
A melhor posição foi registrada pelo candidato Flávio Bolsonaro. O senador do PL aparece nos cenários de segundo turno com 49% das intenções de voto, contra 43,5% do presidente Lula.
Já o candidato Ronaldo Caiado (PSD) tem 45,6% de intenções de voto em um eventual segundo turno contra Lula. Na disputa contra Caiado, Lula registrou 42,4% neste cenário, o que significa um empate técnico dentro da margem de erro.
Contra o escritor Augusto Cury, o presidente Lula também sofre derrota no segundo turno, apesar de haver empate técnico. De acordo com a pesquisa, Cury acumula 45,1% das intenções de voto, enquanto o líder petista tem 42%.
No embate contra o candidato Romeu Zema (Novo) em um possível segundo turno, Lula está na frente, mas também em situação de empate técnico. Neste confronto, o petista soma 45,1% das intenções de voto, ante 42,2% do ex-governador de Minas Gerais.
Lula também lidera o cenário contra Renan Santos: o presidente tem 44,6% das intenções de voto, contra 40,7% do candidato do partido Missão.
A Futura/100% Cidades entrevistou 2.000 eleitores entre os dias 25 e 29 de setembro, por meio de entrevista telefônica. A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
O levantamento foi contratado pela Futura e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-01122/2026.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL) em um cenário de disputa segundo turno, mas com vantagem de apenas 0,5%, o que configura uma situação de empate técnico. Foi o que mostrou a mais nova pesquisa Meio/Ideia, divulgada nesta quarta-feira (30).
Como a margem de erro é de dois pontos percentuais, a pesquisa mostra uma situação de total imprevisibilidade sobre quem pode se eleger presidente nestas eleições de 2026. Do total de eleitores, 2,1% disseram votar em branco ou nulo, enquanto 1,5% afirmaram não saber.
A pesquisa Meio/Ideia fez simulações de disputa em segundo turno entre Lula e os outros candidatos. Confira abaixo os resultados:
Lula (PT) 48,5% x 48% Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT) 48% x 44% Augusto Cury (Avante)
Lula (PT) 48,5% x 44,6% Ronaldo Caiado (PSD)
Lula (PT) 48% x 41,3% Renan Santos (Missão)
Lula (PT) 48,5% x 44% Romeu Zema (Novo)
Para o cenário de primeiro, a pesquisa Meio/Ideia também apurou um resultado de empate técnico, com o presidente Lula liderando a disputa com apenas um ponto percentual de vantagem sobre Flávio Bolsonaro. Veja abaixo:
Lula (PT) - 39,4%
Flávio Bolsonaro (PL) - 38,4%
Augusto Cury (Avante) - 6,7%
Renan Santos (Missão) - 4,5%
Ronaldo Caiado (PSD) - 4,4%
Romeu Zema (Novo) - 3,5%
Samara Martins (UP) - 0,4%
Clariana Barão (DC) - 0,3%
Hertz Dias (PSTU) - 0,3%
Wilson Grassi (Democrata) - 0,1%
Leonardo Avalanche (PSTU) - 0,1%
Rui Costa Pimenta (PCO) - 0,1%
Edmilson Costa (PCB) - 0,1%
Ninguém/branco/nulo - 0,7%
Não sabe - 1,5%
Em relação à rejeição, os dois principais adversários seguem sendo também os que mais são repudiados pelos eleitores. O presidente Lula apareceu na pesquisa com a maior rejeição, marcando 47,1%, enquanto Flávio Bolsonaro registrou 46,1%.
A pesquisa Meio/Ideia entrevistou 2.000 eleitores, entre os dias 25 e 28 de setembro, por meio de entrevista por telefone. A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pelo Canal Meio e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-08706/2026.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL) em um cenário de disputa segundo turno, mas com vantagem de apenas 0,5%, o que configura uma situação de empate técnico. Foi o que mostrou a mais nova pesquisa Meio/Ideia, divulgada nesta quarta-feira (30).
Como a margem de erro é de dois pontos percentuais, a pesquisa mostra uma situação de total imprevisibilidade sobre quem pode se eleger presidente nestas eleições de 2026. Do total de eleitores, 2,1% disseram votar em branco ou nulo, enquanto 1,5% afirmaram não saber.
A pesquisa Meio/Ideia fez simulações de disputa em segundo turno entre Lula e os outros candidatos. Confira abaixo os resultados:
Lula (PT) 48,5% x 48% Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT) 48% x 44% Augusto Cury (Avante)
Lula (PT) 48,5% x 44,6% Ronaldo Caiado (PSD)
Lula (PT) 48% x 41,3% Renan Santos (Missão)
Lula (PT) 48,5% x 44% Romeu Zema (Novo)
Para o cenário de primeiro, a pesquisa Meio/Ideia também apurou um resultado de empate técnico, com o presidente Lula liderando a disputa com apenas um ponto percentual de vantagem sobre Flávio Bolsonaro. Veja abaixo:
Lula (PT) - 39,4%
Flávio Bolsonaro (PL) - 38,4%
Augusto Cury (Avante) - 6,7%
Renan Santos (Missão) - 4,5%
Ronaldo Caiado (PSD) - 4,4%
Romeu Zema (Novo) - 3,5%
Samara Martins (UP) - 0,4%
Clariana Barão (DC) - 0,3%
Hertz Dias (PSTU) - 0,3%
Wilson Grassi (Democrata) - 0,1%
Leonardo Avalanche (PSTU) - 0,1%
Rui Costa Pimenta (PCO) - 0,1%
Edmilson Costa (PCB) - 0,1%
Ninguém/branco/nulo - 0,7%
Não sabe - 1,5%
Em relação à rejeição, os dois principais adversários seguem sendo também os que mais são repudiados pelos eleitores. O presidente Lula apareceu na pesquisa com a maior rejeição, marcando 47,1%, enquanto Flávio Bolsonaro registrou 46,1%.
A pesquisa Meio/Ideia entrevistou 2.000 eleitores, entre os dias 25 e 28 de setembro, por meio de entrevista por telefone. A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pelo Canal Meio e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-08706/2026.
Com uma variação muito pequena em relação ao último levantamento, a nova pesquisa AtlasIntel, divulgada nesta terça-feira (29), mostra que a disputa entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) segue sendo totalmente imprevisível. Na simulação de segundo turno, a AtlasIntel/Bloomberg obteve um resultado de 47,7% para o candidato do PL contra 47,6% de Lula.
Na pesquisa anterior, divulgada há alguns dias, Lula tinha 47,7% e Flávio Bolsonaro, 47,4%. Essa situação, de ambos praticamente empatados nas intenções de voto, vem se repetindo nos levantamentos da Atlas/Bloomberg desde o início de setembro.
O levantamento da Atlas/Bloomberg também testou o desempenho do presidente Lula contra outros quatro potenciais candidatos no segundo turno. Em todas essas simulações, o candidato do PT aparece à frente com vantagem acima da margem de erro.
No confronto contra o ex-governador Ronaldo Caiado (PSD), o petista vence por 45,9% contra 43,4% do adversário, com 10,8% de brancos e nulos.
Já contra o também ex-governador Romeu Zema (Novo), Lula anota 47,4% ante 41,2% do político mineiro, além de 11,4% de indecisos e brancos.
Diante do escritor Augusto Cury (Avante), a vantagem de Lula é de 46,2% contra 36,1%. No início de setembro, a distância entre ambos era de apenas 2,7%, e agora aumentou para 10,1%.
Por fim, enfrentando Renan Santos (Missão), o presidente marca 46,4% contra 28,9% do oponente, cenário que registra o maior índice de brancos e nulos (24,7%).
A pesquisa Atlas/Bloomberg entrevistou 5.005 eleitores, entre os dias 23 e 28 de setembro, por meio de recrutamento digital. A margem de erro do levantamento é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi contratada pela Bloomberg e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-04391/2026.
A nova pesquisa Quaest sobre a eleição presidencial, contratada pelo GLOBO e a TV Globo, reforça o cenário acirrado na simulação de segundo turno entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). Ambos têm 42%.
Em relação ao levantamento da semana passada, trata-se de oscilação favorável ao petista, já que pontuava 41% e o adversário marcava os mesmos 42% de agora. No entanto, como a margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos, a variação se dá dentro dela.
Além dos 42% de cada lado, 13% afirmam que vão votar em branco ou nulo, e 3% ainda estão indecisos. No primeiro turno, Lula lidera com 39%, e Flávio registra 34%. Os demais postulantes aparecem em patamar muito inferior e não passam de 4%.
Simulações de segundo turno antes do primeiro apontam como seria no momento o embate direto entre os candidatos. Analistas, contudo, ponderam que a eleição muda depois da primeira rodada, já que novos fatores entram em campo. Um deles é o apoio dos demais presidenciáveis a um ou outro candidato. Também há distribuição pela metade do tempo de propaganda eleitoral na TV e no rádio.
A pesquisa divulgada nesta segunda-feira é a primeira depois que Lula decidiu, via medida provisória, proibir o funcionamento das bets no país. Como a Quaest foi a campo entre quinta-feira e domingo, e a proibição foi anunciada na sexta, as entrevistas se deram parte antes e parte depois da iniciativa.
OUTROS CENÁRIOS
Embora seja improvável um embate no segundo turno entre outros candidatos, o instituto testou Lula contra os demais presidenciáveis. Ronaldo Caiado (PSD) teria uma derrota por 43% a 40%; Renan Santos (Missão) também perderia, mas por 42% a 39%. Diante de Augusto Cury (Avante), a vantagem petista é maior, 42% a 33%. E Romeu Zema (Novo) tem o pior desempenho, com 46% a 30% para o presidente.
A Quaest ouviu 2004 eleitores entre os dias 24 e 27 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Na Justiça Eleitoral, a pesquisa está registrada com o protocolo BR-06520/2026.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) subiu um ponto e o senador Flávio Bolsonaro (PL) caiu um ponto em relação à semana passada na simulação de disputa em segundo turno, e o cenário agora é de vitória do líder petista por 46% a 44%. Foi o que revelou a mais nova rodada da pesquisa presidencial BTG/Nexus, divulgada nesta segunda-feira (28).
Apesar da vantagem, a disputa em segundo turno ainda está dentro do cenário de empate técnico, dentro da margem de erro. A mesma situação se dá em uma simulação de Lula contra Ronaldo Caiado (PSD), que ficou em 46% a 42% para o petista. Já contra o escritor Augusto Cury (Avante), Lula marca 46% contra 41%.
Lula também lidera nas duas outras simulações de segundo turno. Contra Romeu Zema, Lula marca 48% x 39%, e em uma eventual disputa contra Renan Santos (Missão), a vitória é de 48% x 37%.
Já no cenário de disputa em primeiro turno, o presidente Lula ampliou sua vantagem sobre Flávio Bolsonaro em relação à pesquisa BTG/Nexus da semana passada. Lula subiu dois pontos percentuais, alcançando 42%, enquanto o senador do PL se manteve em 37%.
Confira abaixo o cenário de primeiro turno:
Lula (PT) - 42%
Flávio Bolsonaro (PL) - 37%
Augusto Cury (Avante) - 5%
Ronaldo Caiado (PSD) - 5%
Renan Santos (Missão) - 4%
Romeu Zema (Novo) - 1%
Samara Martins (UP) - 1%
Rui Costa Pimenta (PCO) - 0%
Hertz Dias (PSTU) - 0%
Edmilson Costa (PCB) - 0%
Wilson Grassi (Democrata) - 0%
Clariana Barão (DC) - 0%
Leonardo Avalanche (PRTB) - 0%
Nenhum/branco/nulo - 3%
Não sabe/não respondeu - 2%
A pesquisa mostra ainda que o senador Flávio Bolsonaro se mantém na liderança no potencial de rejeição verificado atualmente entre os candidatos à Presidência da República. O senador do PL é rejeitado por 51% dos eleitores e o presidente Lula, por 48%.
Entre os entrevistados, 30% afirmam que Flávio é o único em quem votariam e 17% dizem que poderiam votar nele, mas também em outro nome. No caso de Lula, 37% ressaltam que ele é o único em quem votariam, enquanto 13% dizem que poderiam votar nele, mas também em outro.
O levantamento foi encomendado pelo BTG Pactual e realizado pela Nexus – Pesquisa e Inteligência de Dados, da FSB Holding. Foram ouvidos dois mil eleitores, por telefone, entre os dias 25 de setembro e 27 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa BTG/Nexus está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07557/2026.
A ex-deputada Manuela D´Ávila (Psol) se distanciou na liderança da disputa pelas duas vagas ao Senado pelo estado do Rio Grande do Sul. Foi o que mostrou pesquisa Quaest encomendada Grupo RBS e divulgada nesta quinta-feira (24).
Segundo o levantamento, Manuela D´Ávila tinha 12% na pesquisa do final de agosto, e agora chegou a 14% das intenções de voto. O segundo colocado é o deputado Marcel van Hatten (Novo), que registrou 11% de menções como escolhido ao Senado pelos gaúchos (em agosto tinha 9%).
Na pesquisa espontânea da Quaest — em que os entrevistados não têm acesso a uma lista prévia de nomes —, 74% dos eleitores gaúchos afirmam estarem indecisos, porque não souberam citar um candidato. Em agosto, essa fatia do eleitorado gaúcho era de 83%.
Confira abaixo o cenário da disputa para o Senado no Rio Grande do Sul, com a soma das menções de primeiro e segundo votos.
Manuela d'Ávila (PSOL): 14% (eram 12% em agosto)
Marcel van Hattem (Novo): 11% (eram 9% em agosto)
Paulo Pimenta (PT): 10% (eram 9% em agosto)
Ubiratan Sanderson (PL): 10% (eram 8% em agosto)
Germano Rigotto (MDB): 9% (eram 8% em agosto)
Frederico Antunes (PSD): 2% (era 1% em agosto)
Daniela Mulheres Socialistas (PSTU): 1% (era 1% em agosto)
Milton Cardoso (PSDB): 1% (era 1% em agosto)
Tania Peres (UP): 1% (era 0% em agosto)
Renato Jaguarão (Cidadania): 0% (era 0% em agosto)
Luciano do MLB (UP): 0% (era 0% em agosto)
Ric Jones (PCO): 0% (era 0% em agosto)
Regis Ethur (PSTU): 0% (era 0% em agosto)
Indecisos/não sabe/não respondeu: 30% (eram 37% em agosto)
Branco/nulo: 11% (eram 14% em agosto)
A Quaest ouviu 900 eleitores de 16 anos ou mais no Rio Grande do Sul entre os dias 20 e 23 de setembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro no TSE é RS-01390/2026.
A mais nova rodada da pesquisa Quaest no Ceará revela que, no espaço das últimas três semanas, a vantagem do candidato Ciro Gomes (PSDB) sobre seu adversário, o governador Elmano de Freitas (PT), foi reduzida de 11 pontos percentuais para apenas 2%. O resultado da Quaest foi divulgado nesta quarta-feira (23).
Na pesquisa anterior, Ciro Gomes tinha 45% das intenções de voto na disputa para o governo do Ceará, contra 34% do atual governador do estado. O novo levantamento da Quaest mostra Ciro com 43% e Elmano de Freitas com 41%, em situação de empate técnico, já que a margem de erro é de três pontos percentuais.
O candidato Delegado Huggo (Missão) tem 1% das intenções de voto, mesmo percentual da candidata Vera Lúcia (Novo). Ainda segundo a pesquisa, 75% dos eleitores consideram definitiva a escolha do candidato, enquanto 24% afirmam que ainda podem mudar o voto até 4 de outubro.
Os dados da Quaest apontam que 56% dos eleitores cearenses aprovam o governo Elmano — eram 49% na sondagem de 4 de setembro — e 36%, o desaprovam (eram 38%). Outros 8% não souberam responder.
Além disso, para 55% dos entrevistados, Elmano merece ser reeleito, cinco pontos a mais que o registrado na pesquisa anterior. Desta vez, 40% disseram que ele não merece um novo mandato (eram 42%) e 5% não souberam/não responderam.
Na corrida pelas duas vagas do estado ao Senado, é Cid Gomes (PSB) quem lidera, com 25% das intenções de voto, seguido por Capitão Wagner (União), com 21%. A deputada federal Luizianne Lins (Rede) variou seis pontos para cima, a 19%, e encostou nos dois concorrentes que até então polarizavam a dianteira do pleito.
Na sequência, vem o candidato do bolsonarismo Alcides Fernandes (PL), com 8%. Para 68% dos eleitores, a escolha neste caso é definitiva.
A Quaest ouviu 900 pessoas de ao menos 16 anos entre os dias 19 e 22 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o código CE-08268/2026.
Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (23) consolida a liderança da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) na disputa por uma das duas vagas ao Senado pelo Distrito Federal. Já a outra cadeira é fruto de disputa acirrada entre outras três mulheres.
De acordo com a pesquisa, Michelle Bolsonaro tem 26% das intenções de voto, mesmo patamar que ela havia alcançado no levantamento anterior. Na segunda posição desponta a senadora Leila Barros (PDT), que subiu dois pontos percentuais e passou de 17% para 19% de intenções de voto entre os eleitores do Distrito Federal.
Na terceira colocação há um empate entre duas deputadas federais. Erika Kokay (PT) e Bia Kicis (PL) registram 15% cada, mas foi a candidata do PT que mais cresceu em relação ao último levantamento da Quaest. Erika estava com 13% e foi a 15%, enquanto Bia Kicis subiu quatro pontos, saindo de 11% para os mesmos 15% da candidata do PT.
Mais abaixo, o desembargador aposentado Sebastião Coelho (Novo) registra 2%. Também pontuaram na pesquisa Ronaldo Fonseca (PSD), Professor Guilherme Amorim (UP) e Guto Felício dos Santos (PSDB), com 1% cada. Zanata (PSTU), Tiago (Agir), Marley (Avante) e David Horn (PCO) não pontuaram.
Brancos, nulos ou os que dizem que não vão votar somam 9%, ante 13% na rodada anterior. Os indecisos são 11%, contra 16% anteriormente.
O levantamento da Quaest considera as respostas para a primeira e a segunda vagas ao Senado em um total que soma 100% das intenções de voto, mantendo a proporção entre candidatos, indecisos e votos brancos ou nulos.
A Quaest ouviu 1.104 eleitores do Distrito Federal com 16 anos ou mais entre os dias 19 e 22 de setembro. O levantamento foi encomendado pela Globo. A margem de erro é de três pontos porcentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o número DF-02596/2026.
O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) segue liderando a disputa pelo governo de Minas Gerais, mas viu sua distância para o segundo colocado, o deputado federal Patrus Ananias (PT), cair de 11% para 8,3% nas últimas duas semanas. Foi o que mostrou a mais nova rodada da pesquisa Atlas/Estadão, divulgada nesta quarta-feira (23).
Na pesquisa Atlas/Estadão de 9 de setembro, Cleitinho estava com 41%, enquanto Patrus Ananias marcava 30% das intenções de voto. Neste novo levantamento, o senador mineiro aparece com 39,3%, enquanto o deputado petista subiu para 31%.
A disputa pela terceira posição, segundo o levantamento, é acirrada, com o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT) marcando 8,3%, contra 7,3% do empresário e ex-presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) Flávio Roscoe (PL). Já o governador Mateus Simões (PSD) registra 5,6%.
Confira abaixo o cenário completo de primeiro turno:
Cleitinho Azevedo (Republicanos) - 39,3%
Patrus Ananias (PT) - 31%
Alexandre Kalil (PDT) - 8,3%
Flávio Roscoe (PL) - 7,3%
Mateus Simões (PSD) - 5,6%
Gabriel (MDB) - 2,7%
Ben Mendes (Missão) - 1,4%
Outros - 0,5%
Voto branco/nulo - 2,3%
Não sei - 1,5%
O levantamento Atlas/Estadão também simulou diversos cenários de segundo turno. Na disputa entre Cleitinho Azevedo e o deputado Patrus Ananias, o senador leva vantagem sobre o petista, com 12 pontos de frente: 53,1% a 41,1%. Contra Alexandre Kalil, Cleitinho teria 51,2% contra 36,8%.
Já contra Gabriel Azevedo, o candidato do Republicanos somaria 51,4% contra 23,3% do emedebista. Outros dois cenários foram testados, sem a presença de Cleitinho. No primeiro, Patrus Ananias venceria Mateus Simões por 43,8% a 31,9%. No segundo, Patrus somaria 42,7% contra 33,9% de Flávio Roscoe.
Outro recorte da pesquisa avaliou a opinião da população mineira sobre a corrida presidencial. No primeiro turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) somaria hoje 48,8% dos votos em Minas Gerais, contra 43,4% de Flávio Bolsonaro (PL).
Na sequência apareceriam: Renan Santos (Missão), com 3,6%; Augusto Cury (Avante), com 1,6%; Romeu Zema (Novo), com 0,8%; e Ronaldo Caiado (PSD), com 0,5%.
A pesquisa Atlas/Estadão ouviu 1.799 eleitores de Minas Gerais entre os dias 15 e 20 de setembro por meio de recrutamento digital aleatório (pela internet). A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado sob os protocolos MG-03290/2026 e BR-06996/2026.
A ministra Cármen Lúcia é a única integrante do Supremo Tribunal Federal (STF) cuja avaliação positiva supera a negativa, com uma diferença de nove pontos percentuais, aponta a pesquisa Atlas/Estadão divulgada nesta terça-feira (22). Segundo o levantamento, 47% dos entrevistados veem a ministra de forma positiva, enquanto 38% possuem uma imagem negativa. Outros 15% não souberam opinar.
A pesquisa foi realizada entre os dias 17 e 21 de setembro, período posterior à conturbada sessão plenária em que os magistrados debateram a possibilidade de abertura de uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes — análise que acabou adiada após pedido de vista de Flávio Dino.
Durante a sessão, marcada por discussões e troca de acusações, Cármen Lúcia declarou estar "envergonhada", pediu desculpas à população e afirmou que o STF provocou um "mal-estar cívico" no país. A ministra, até o momento, segue sendo a única da corte sem nenhuma ligação empresarial de julgamento. Após uma sessão tumultuada, chegou a receber flores de magistradas de todo o país.
Relembre:
???????? “Me sinto envergonhada”, diz Carmen Lúcia, única ministra do Supremo, sobre crise na Corte. pic.twitter.com/0QKXiIbEBy
— Eixo Político (@eixopolitico) September 15, 2026
O estudo indica ainda um cenário de forte desconfiança em relação ao Tribunal, com cerca de seis em cada dez brasileiros declarando não confiar na Corte. Confira como cada membro da corte foi avaliado:
Entre os demais magistrados, André Mendonça, protagonista de um embate público com Alexandre de Moraes, aparece tecnicamente empatado com Cármen Lúcia no percentual de avaliações positivas (47%), mas registra 48% de avaliações negativas.
Na sequência surgem:
-
Flávio Dino: 50% de menções negativas e 44% de positivas;
-
Alexandre de Moraes: 59% de avaliação negativa e 36% de positiva;
-
Luiz Fux: 49% de menções negativas e 36% de positivas;
-
Cristiano Zanin: 48% de reprovação e 34% de aprovação.
O decano Gilmar Mendes e o presidente da Corte, Edson Fachin, também figuram entre os nomes com avaliações desfavoráveis elevadas. Gilmar Mendes acumula 59% de imagem negativa frente a 26% positiva, enquanto Fachin registra 54% de avaliações negativas contra 22% positivas.
Os desempenhos mais desfavoráveis na pesquisa foram atribuídos aos ministros Dias Toffoli e Kassio Nunes Marques. Toffoli lidera a taxa de rejeição com 79% de avaliações negativas. Nunes Marques aparece em seguida com 63% de imagem negativa — registrando o maior crescimento no índice de reprovação, visto que na pesquisa anterior somava 43%.
A disputa pelas duas vagas ao Senado pelo estado de Alagoas sofreu uma reviravolta nesta semana. Foi o que revelou o mais novo levantamento do instituto Paraná Pesquisas, que mostra a ascensão da ex-primeira-dama Marina JHC (PSDB), ultrapassando o veterano senador Renan Calheiros (MDB) para assumir a segunda colocação nas intenções de voto.
Marina é casada com o ex-prefeito de Maceió, JHC, que concorre ao governo de Alagoas. A ex-primeira-dama vem dividindo o palanque com o deputado federal Arthur Lira (PP), primeiro colocado nas pesquisas.
Veja abaixo o resultado do Paraná Pesquisas para o Senado no estado de Alagoas.
Arthur Lira (PP) - 41,2%
Marina JHC (PSDB) - 37,8%
Renan Calheiros (MDB) - 34,6%
Davi Davino Filho (Republicanos) - 25,7%
Dr. Wanderley (MDB) - 12,3%
Alexandre Fleming (UP) - 2%
Mariedson (Democrata) - 0,6%
Não sabe/não opinou - 5,8%
Nenhum/branco/nulo - 6,5%
Na disputa para o governo do estado, o ex-prefeito JHC lidera os cenários de primeiro e segundo turno. No primeiro turno, JHC tem 48,6% das intenções de voto, deixando o ex-ministro Renan Filho (MDB) em segundo lugar, com 41,6%.
Já na simulação de segundo turno, JHC chegou a 49,6% das intenções de voto, segundo o levantamento do Paraná Pesquisas. Renan Filho aparece com 43,2% neste cenário.
O instituto Paraná Pesquisas entrevistou 1.400 eleitores de Alagoas entre os dias 18 e 20 de setembro, por meio de entrevista presencial. A margem de erro da pesquisa é de 2,7 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
O levantamento foi contratado pela TV Pajuçara e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo AL-05775/2026.
Um recorte da pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (21) revela que aumentou a quantidade de eleitores que passou a associar o escândalo do Banco Master à família Bolsonaro. O levantamento mostra que passou de 15% da pesquisa anterior para 21% nesta mais recente o percentual de pessoas que dizem que o escândalo afeta mais os políticos do grupo do candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL).
A parcela dos entrevistados que acredita que o escândalo do Master prejudica a “todos”, por outro lado, caiu nove pontos percentuais em uma semana. Na rodada anterior, 46% dos entrevistados respondiam que o caso Master afetava “todos”, percentual que caiu para 37%.
Outros 16% dos entrevistados pela Quaest dizem que as descobertas do Banco Master afetam o Supremo Tribunal Federal (STF). Já o governo Lula é visto como o mais afetado pelo escândalo por 11% dos eleitores.
A mudança ganha peso eleitoral porque Flávio Bolsonaro é o candidato da família Bolsonaro à Presidência da República e disputa diretamente com Lula a liderança da corrida eleitoral.
A leitura sobre quem é mais afetado pelo escândalo varia de acordo com a preferência política dos entrevistados. Entre os eleitores de Lula, 46% apontam a família Bolsonaro como a mais atingida. Entre os bolsonaristas, por outro lado, 37% citam o governo Lula, enquanto 22% apontam o STF.
A Quaest também mediu a influência da crise institucional e das tensões no STF sobre a decisão dos eleitores na disputa presidencial. Para 62% dos entrevistados, a turbulência na Corte não influencia o voto para presidente.
Outros 26% afirmam que os acontecimentos reforçam a escolha que já haviam feito, enquanto 7% dizem que podem mudar de candidato por causa da crise. Segundo a Quaest, 74% dos entrevistados afirmaram ter tomado conhecimento do episódio da crise no STF.
A Quaest ouviu 2.004 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 17 e 20 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança de 95%. O número de registro da pesquisa é BR-06004/2026.
Um levantamento realizado pela consultoria AP Exata revela que desde o início do mês de setembro até o final desta semana, em meio à escalada da crise institucional que envolve o Supremo Tribunal Federal (STF), houve um crescimento significativo das menções negativas nas redes sociais sobre a atuação do ministro André Mendonça.
No dia 4 de setembro, o levantamento da AP Exata, que tem como base as mensagens postadas no Instagram e na da rede X, mostrava o ministro André Mendonça com 32% de comentários negativos. Por outro lado, as menções positivas sobre o ministro tinham percentual de 26%, enquanto as neutras ficavam em 42%.
Duas semanas depois e após diversos desdobramentos da crise, inclusive com a realização de uma tensa sessão no plenário do STF na última terça-feira (15), com direito a bate-boca e troca de acusações, as menções negativas a Mendonça alcançaram um patamar de 59%, um crescimento de 27%. As menções positivas subiram pouco, ficando em 29%, e as neutras caíram para o patamar de 12%.
Do outro lado, a rejeição ao ministro Alexandre de Moraes, principal opositor de André Mendonça, permaneceu acima dos 70%, apresentando ligeira queda. No levantamento de 4 de setembro, Moraes tinha 77,5% de menções negativas, e apenas 3% de comentários positivos (menções neutras foram de 19,5%).
Nesta pesquisa mais recente, as menções negativas a Alexandre de Moraes nas redes caíram para 74%. Houve também uma alta de oito pontos percentuais nas menções positivas ao ministro: passaram de 3% para 11%. Os comentários neutros caíram de 19% para 15%.
Um recorte da pesquisa PoderData/Aya divulgado nesta sexta-feira (18) revela como a orientação política dos eleitores determina a opinião a respeito da atuação dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), mais propriamente de Alexandre de Moraes e André Mendonça, que desde o começo de setembro se acusam mutuamente e tentam abrir investigações um contra o outro.
A pesquisa questionou seus entrevistados sobre a aprovação ao trabalho de Alexandre de Moraes e de André Mendonça. Moraes teve aprovação de 33% e desaprovação de 57%, enquanto Mendonça teve sua atuação aprovada por 50% e desaprovada por 36% dos eleitores brasileiros.
O PoderData/Aya cruzou as respostas dos eleitores sobre a avaliação dos ministros e a declaração de voto em um eventual segundo turno da eleição presidencial entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Entre os que declaram voto em Flávio, 75% aprovam a atuação de André Mendonça no Supremo, enquanto outros 16% o desaprovam e 9% não sabem responder.
O cenário se inverte quando a avaliação de Mendonça é feita entre os eleitores de Lula. Nesse caso, apenas 21% aprovam Mendonça, enquanto 60% desaprovam sua atuação e outros 19% não sabem.
Já na avaliação do ministro Alexandre de Moraes, 91% dos eleitores do candidato do PL desaprovam o trabalho dele, enquanto apenas 4% aprovam e 5% não sabem responder. Os percentuais se invertem quando a avaliação de Moraes é feita por quem declara voto em Lula: 67% aprova atuação do ministro, contra 18% que desaprovam e 15% que não souberam responder.
A pesquisa foi realizada pelo PoderData, com recursos próprios. O levantamento teve parceria de divulgação com o Aya Bancah. Os dados foram coletados de 13 a 16 de setembro de 2026, por meio de ligações para celulares e telefones fixos.
Foram 3.000 entrevistas em 623 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual. O intervalo de confiança é de 95%. Está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o nº BR-00360/2026.
A desaprovação do trabalho do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) chegou a 57%, entre eleitores que dizem ter alguma informação sobre ele. Já a aprovação do ministro André Mendonça está na faixa de 50%, também entre os que afirmam conhecê-lo.
Os números foram divulgados nesta quinta-feira (17) por meio da pesquisa PoderData/Aya. O levantamento fez alguns questionamentos sobre a atuação do STF como um todo e dos ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça em particular.
Confira as impressões dos brasileiros sobre a atuação dos dois ministros do STF:
Alexandre de Moraes
Aprova - 33%
Desaprova - 57%
Não sabe - 11%
Conhece bem - 63%
Conhece de ouvir falar - 29%
Não conhece - 8%
André Mendonça
Aprova - 50%
Desaprova - 36%
Não sabe - 14%
Conhece bem - 47%
Conhece de ouvir falar - 35%
Não conhece - 19%
A PoderData/Aya também questionou os seus entrevistados sobre a aprovação do trabalho do Supremo Tribunal Federal como um todo. Veja o resultado abaixo:
Desaprova o STF - 53%
Aprova o STF - 30%
Não sabe - 17%
A pesquisa foi realizada pelo PoderData, com recursos próprios. O levantamento teve parceria de divulgação com o Aya Bancah. Os dados foram coletados de 13 a 16 de setembro de 2026, por meio de ligações para celulares e telefones fixos.
Foram 3.000 entrevistas em 623 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual. O intervalo de confiança é de 95%. Está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o nº BR-00360/2026.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue liderando no primeiro turno, mas nas simulações de segundo turno, foi ultrapassado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL), apesar de ambos estarem em uma situação de empate técnico. Em resumo, esses foram os resultados da mais nova rodada da pesquisa Atlas/Bloomberg, divulgada nesta quinta-feira (17).
No principal cenário testado em segundo turno, Flávio Bolsonaro aparece com 47,2%, enquanto Lula registra 46,8%. A diferença é de 0,4 ponto percentual, dentro da margem de erro de um ponto, o que configura empate técnico. Nos votos válidos, Flávio Bolsonaro tem 50,2%, contra 49,8% de Lula.
Além do confronto entre Lula e Flávio, a Atlas/Bloomberg simulou outros quatro cenários. Confira abaixo:
Flávio Bolsonaro 47,2% x Lula 46,8%
Lula 46,3% x Romeu Zema 43,7%
Lula 46,0% x Ronaldo Caiado 41,7%
Lula 45,6% x Augusto Cury 37,8%
Lula 46,1% x Renan Santos 29,7%
Já na simulação de primeiro turno, o presidente Lula mantém a liderança da disputa presidencial, mas houve redução na distância para o segundo colocado. Lula marcou 44,1% das intenções, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 41,7%.
A diferença entre Lula e Flávio Bolsonaro é de 2,4 pontos percentuais, acima da margem de erro de um ponto percentual para mais ou para menos, o que mantém o líder petista numericamente à frente no levantamento. Nos votos válidos, Lula aparece com 45%, contra 42,6% de Flávio Bolsonaro.
Confira os números:
Lula (PT): 44,1%
Flávio Bolsonaro (PL): 41,7%
Renan Santos (Missão): 5,1%
Augusto Cury (Avante): 3,5%
Ronaldo Caiado (PSD): 1,7%
Romeu Zema (Novo): 1,1%
Samara (UP): 0,7%
Branco/nulo: 1,6%
Não sei: 0,5%
Os candidatos Clariana Barão (DC), Rui Costa Pimenta (PCO), Veterinário Wilson Grassi (Democrata), Hertz Dias (PSTU) e Edmilson Costa (PCB) não pontuaram na pesquisa.
A Atlas/Bloomberg entrevistou 5.018 pessoas entre os dias 11 e 16 de setembro. A margem de erro é de um ponto percentual para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o número BR-06221/2026.
Cerca de dois terços dos brasileiros são a favor de um processo de impeachment de ministros envolvidos no escândalo do Banco Master, e Alexandre de Moraes é o principal responsável pela crise enfrentada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Essas são algumas conclusões retiradas da pesquisa Indexa/Broadcast divulgada nesta terça-feira (15).
De acordo com o levantamento, que teve entrevistas realizadas entre os dias 10 e 13 de setembro, um total de 68% dos brasileiros afirmam que são “totalmente a favor’ de um processo de impeachment contra os ministros do STF. Por outro lado, segundo a pesquisa, 9% dizem ser mais a favor do que contra, ante 4% que dizem ser mais contra do que a favor.
Apenas 15% dos entrevistados da Indexa/Broadcast dizem ser totalmente contra o afastamento dos magistrados. Os que afirmam que não conhecem o assunto o suficiente para avaliar totalizam 3%, e os que não sabem ou não responderam marcam 1% no levantamento.
Em outro recorte da pesquisa, 46% dos eleitores atribuem a responsabilidade da crise ao ministro Alexandre de Moraes. Já 16% dos entrevistados afirmam que André Mendonça seria o principal responsável pelos problemas da Corte.
Há também um grupo de 6% de eleitores que acreditam que a responsabilidade seja do ministro Dias Toffoli, que foi o primeiro relator do caso Master antes de os trabalhos serem assumidos por Mendonça. A pesquisa também aponta que 4% atribuem a responsabilidade a Flávio Dino; e 3% a Fachin.
Uma parcela de 2% dos entrevistados acredita que a crise pode ser atribuída a outro ministro, sem especificar qual. Eleitores que não conhecem o assunto o suficiente para responderem a a aparecem em 10%, ante 5% que não acham que há uma crise na Corte, e 5% que afirmam que nenhum deles são responsáveis.
A sondagem mediu ainda a percepção do eleitorado sobre os critérios usados pelos ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça para basearem suas decisões no Supremo. Para 45% dos entrevistados, Moraes age baseado em critérios políticos, 16% acreditam que o ministro age por critérios técnicos e jurídicos e outros 24% apontam que as duas alternativas são usadas pelo magistrado.
Sobre a atuação de Mendonça, 33% acreditam que o ministro utiliza critérios técnicos e políticos, ante 28% que apontam o uso de critérios políticos. Já os que acreditam ser os dois tipos de critério somam 17% dos entrevistados.
O Indexa/Broadcast ouviu 2.000 entrevistados entre os dias 10 a 13 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com o nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03482/2026.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abriu 10 pontos percentuais sobre seu adversário, Flávio Bolsonaro (PL), nas simulações de primeiro turno, e se distanciou 7,3% do seu oponente no cenário de segundo turno. Foi o que revelou a 170ª rodada da Pesquisa CNT de Opinião, divulgada nesta terça-feira (15) pela Confederação Nacional do Transporte, em parceria com o Instituto MDA.
Na simulação de disputa em primeiro turno, o presidente Lula registra 40,6% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, com 30,4%. Em seguida, aparece Augusto Cury (Avante) aparece com 6%, Ronaldo Caiado, do PSD, com 3%, e Renan Santos, do Missão, com 2,7%. Os demais candidatos registram menos de 2%.
Em uma eventual disputa de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, Lula tem 47,3%, ante 40% de Flávio. A diferença entre os dois é de 7,3 pontos percentuais.
A pesquisa CNT divulgada no mês de agosto mostrava uma distância de nove pontos entre Lula e Flávio. Na simulação atual, brancos e nulos somam 10,2%, e 2,5% estão indecisos.
Na pesquisa espontânea, o presidente Lula registra 36,6% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro tem 26,7%. Os indecisos somam 20,8%.
A avaliação negativa do governo federal é de 39,4%, enquanto a positiva registra 33,8%. Outros 25,4% consideram o governo regular.
Outro recorde da pesquisa da CNT revela que, na avaliação pessoal do presidente Lula, 49,7% desaprovam o desempenho dele, enquanto 45,9% aprovam.
O levantamento mostra que 79,8% dos eleitores que indicaram um candidato consideram a decisão definitiva, enquanto 20,2% dizem que ainda podem mudar de escolha. Em agosto, 71,2% afirmavam que a decisão era definitiva.
As respostas dos entrevistados revelam ainda que para 35,5%, o maior receio é a volta de alguém da família Bolsonaro ao governo. Outros 34,7% apontam que seu maior medo é a continuidade do governo Lula.
A 170ª rodada foi realizada pelo Instituto MDA Pesquisa entre 9 e 13 de setembro de 2026, com 2.002 entrevistas em todas as regiões do país. A coleta foi feita de forma presencial, em domicílios e pontos de fluxo. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-06902/2026.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.