Artigos
Os “meninus” do trio
Multimídia
Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador
Entrevistas
Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
perda florestal
O Brasil e a Bolívia lideram o ranking de perda florestal da Floresta Amazônica, tanto em número absoluto quanto em número proporcional ao total da vegetação que está em cada território. Os dados foram divulgados pela Global Forest Watch, que mostram que o Brasil registrou 8,46% de perda nas duas últimas décadas.
A Bolívia obteve uma perda de bioma, em 9,06% entre 2002 e 2022, sendo o país que mais perdeu cobertura florestal original do bioma.
O termo "Perda florestal" indica a remoção ou mortalidade da cobertura arbórea, por diferentes motivos, além do desmatamento. Essa perda pode estar relacionada a diferentes fatores, como queimadas, danos decorrentes de fenômenos naturais, entre outros.
"Brasil e Bolívia têm tido as maiores taxas de perda de floresta", disse Jefferson Ferreira-Ferreira, coordenador de ciência de dados do World Resources Institute Brasil (WRI Brasil), responsável pela plataforma Global Forest Watch.
O Brasil obteve registro negativo por conta da área total perdida. "Não percentualmente, mas historicamente o Brasil é o que mais perde floresta em toda a Amazônia em área total", explicou. A média de floresta brasileira perdida de 2002 a 2022 foi de 1,3 milhão de hectares por ano.
No ano passado, o número chegou a 1,69 milhão de hectares, registrando um dos piores resultados desde 2017, que totalizou 1,96 milhão de hectares de floresta a menos que no ano anterior.
Os dados compilados se deram através de colaboração entre a Universidade de Maryland, a Google, a USGS e a Nasa. As imagens utilizadas foram do satélite Landsat para mapear a perda de cobertura de árvores anual a uma resolução de 30 × 30 metros.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.