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O futuro de LeBron James segue indefinido e rumores sobre uma possível aposentadoria movimentam os bastidores dos Los Angeles Lakers. Em entrevista coletiva nesta quinta-feira (25), o gerente geral da franquia, Rob Pelinka, afirmou que adoraria ver o astro encerrar a carreira com a camisa amarela e roxa, mas destacou que a decisão será exclusivamente do jogador.
Atualmente com 40 anos, LeBron renovou contrato em junho, com vínculo válido até o fim da temporada 2025/26.
“A primeira coisa que queremos fazer, em relação ao LeBron e ao futuro dele, é simplesmente dar a ele total respeito para escolher sua própria história, com a família, em termos de quantos anos ele vai continuar jogando. Ele conquistou esse direito, e é a melhor pessoa para falar sobre quantos anos gostaria de jogar. Adoraríamos que a história do LeBron fosse se aposentar como um Laker. Seria uma história positiva”, disse Pelinka.
A chegada de Luka Doncic também mexeu com o protagonismo de LeBron na última temporada. O esloveno foi contratado para liderar uma nova fase dos Lakers, cercado por reforços que tiveram aval do próprio camisa 23, que pressionou a diretoria por um elenco mais competitivo.
“Fomos muito intencionais neste verão em relação às peças que adicionamos ao lado de Luka e LeBron, assim que LeBron exerceu a opção de permanecer, garantindo que eles tivessem as peças necessárias ao redor para estarem em um time realmente competitivo e forte. Montamos o elenco pensando nisso”, completou Pelinka.
Desde a estreia na NBA em 2003, LeBron construiu um currículo histórico: 4 títulos da NBA (2012, 2013, 2016 e 2020), 4 prêmios de MVP da temporada regular, 4 MVPs das Finais, além de 20 convocações para o All-Star Game, 19 seleções para o All-NBA Team e 6 presenças no NBA All-Defensive Team. Em 2023, se tornou o maior pontuador da história da liga, ultrapassando Kareem Abdul-Jabbar, com mais de 39 mil pontos.
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Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.