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Aline Peixoto é a nova conselheira do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). Em votação no plenário da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), nesta quarta-feira (8), Peixoto recebeu 40 votos dos deputados estaduais, já seu adversário, o ex-deputado Tom Araújo (União), recebeu 19 votos. Quatro votos acabaram sendo nulos. Aline tomará posse na próxima sexta-feira (10).
A nova conselheira é esposa do ministro da Casa Civil, o ex-governador da Bahia Rui Costa (PT). A indicação de Aline gerou diversos debates, inclusive com membros do PT e no arco de apoio entre os partidos.
Durante sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), a ex-primeira-dama Aline Peixoto se emocionou durante sua apresentação aos deputados presentes na reunião (veja mais).
"Passei a ser alvo de uma série de ataques. Críticas são normais na democracia e eu as aceito tranquilamente, ainda que discorde delas, o problema maior é que muitas dessas críticas foram de cunho pessoal, agressões a uma mulher", disse Aline, em referência às críticas que recebeu desde que seu nome foi confirmado na indicação para o cargo.
Aline teve o nome aprovado pelos membros da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), por unanimidade, no relatório da deputada estadual Ivana Bastos (PSD) com a indicação da ex-primeira dama Aline Peixoto para a vaga aberta no Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).
Enfermeira de formação, Aline esteve à frente do Voluntárias Sociais, onde conduziu programas de assistência social e de saúde com ênfase em Jequié, sua cidade natal, no sudoeste baiano, que foi uma das primeiras a receber um mutirão de cirurgias eletivas, lançado por Costa e a então primeira-dama em 2016. Eles se casaram em 2013 e têm duas filhas.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.