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pega o guanabara
O juiz, Gerfran Carneiro Moreira, da 4ª Vara do Trabalho de Manaus citou a música "Pega o Guanabara", que se tornou sucesso na voz do cantor Wesley Safadão, para indeferir o pedido de uma advogada para que uma audiência designada na forma presencial acontecesse de modo telepresencial.
A canção tem como temática o amor a distância e o seu título se refere a uma empresa de ônibus. Por esse motivo, o julgador fez uma adaptação em sua decisão, tomada na véspera da audiência afirmando: “Em se tratando de Manaus, onde se lê Guanabara, pode ser Azul, Gol ou Latam”.
Além disso, o magistrado observou que já havia decidido pela audiência presencial no último dia 1º de abril, por isso, o pedido da parte se reveste de status de reconsideração, admissível apenas em situação extraordinária, não verificada no caso dos autos. O juiz destacou que ele não “redecide” o que já decidiu, salvo se mudam os fatos, conforme dispõe o artigo 505 do Código de Processo Civil.
Moreira acrescentou que a Resolução 354/2020 e o Estatuto da Advocacia não preveem a prerrogativa de advogados elegerem o lugar da audiência e a sua forma. Ele alertou que, “se a parte escolhe um advogado não residente na comarca, deve assumir os ônus disso”, pois o modelo presencial é a possibilidade “real e normal” em todas as ações.
As informações são do Conjur.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.