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pautar foro privilegiado
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), decidiu não incluir na pauta desta semana a proposta que acaba com o foro privilegiado para os parlamentares, frustrando os membros da casa de oposição do governo. A discussão da medida fez parte do acordo firmado por líderes do centrão após "motim" feito por deputados bolsonaristas que ocorreu na última semana. O presidente não participou da negociação.
Segundo o líder do PP, Dr. Luizinho (RJ), o texto seria votado apenas quando houvesse consenso entre os líderes.
"Ele deve pautar quando tiver um maior consenso entre os líderes", disse Luizinho ao sair da reunião de líderes.
Segundo O Globo, ainda se há dúvidas em qual texto será votado, em relação ao fim do foro privilegiado. O que tramita atualmente é uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) aprovada em 2017 no Senado, mas acaba por não agradar a todos. Nessa versão, a prerrogativa de ser julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) seria mantida para os presidentes da República, da Câmara, do Senado e da própria Corte.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.