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paulo wanderley
Os uniformes confeccionados para a utilização do Brasil nos Jogos Olímpicos de Paris seguem sendo motivo de muita polêmica nos bastidores. Na tarde desta quarta-feira (24) o presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB), Paulo Wanderley, rebateu as críticas negativas que os modelos vêm recebendo nas redes sociais.
“Não é Paris Fashion Week, são os Jogos Olímpicos. Então nosso foco está nisso (...) A gente sempre tem comentários excelentes, basta ver os vídeos dos próprios atletas nas redes sociais”, disparou Paulo.
A repercussão sobre o assunto tomou ainda mais força quando Anitta se posicionou a respeito da escolha dos designs das peças. A cantora fez duras críticas ao COB, falta de criatividade à desvalorização no país.
"Acho que o look representa exatamente como o atleta é tratado no país. Sem estrutura, sem oportunidades, desvalorizado. O atleta no Brasil é um grande vencedor só por resistir na decisão de ser atleta. Por que é triste a desvalorização e a falta de investimento nos talentos do esporte nacional. Acho que o look veio para reafirmar exatamente isso, como que o atleta precisa ser guerreiro e passar por poucas e boas para seguir seu sonho", reclamou a popstar brasileira em comentário nas redes sociais.
Paulo Wanderley tornou a reforçar que a escolha das roupas passou por um processo de longa escolha da equipe organizadora do comitê.
“A gente, obviamente, participou de todo o processo de escolha desse uniforme, a gente aprovou com muito orgulho. Se precisasse a gente aprovaria esse uniforme de novo”, finalizou.
Entre as características do uniforme, estão as listras nas cores verde e branca ou amarelo e branca. Por cima do modelo, os atletas utilizarão uma jaqueta jeans com um bordado desenhado nas costas, remetendo à fauna e flora brasileira.

Foto: Divulgação / Elas no Tapete Vermelho
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Donald Trump
"O governo cubano está conversando conosco e eles têm problemas muito sérios, como vocês sabem. Eles não têm dinheiro, não têm nada agora, mas estão conversando conosco e talvez vejamos uma tomada de poder amigável em Cuba”, disse o presidente a repórteres ao sair da Casa Branca para uma viagem ao Texas. “Sabe, temos pessoas morando aqui que querem voltar para Cuba".
Disse o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao comentar que está considerando uma "tomada de controle amigável" de Cuba, enquanto Washington pressiona a ilha comunista.