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paulo jr
O filho do ex-comandante geral da PM-BA, Paulo Coutinho, se envolveu em um episódio de agressão, em uma partida de futebol, na manhã deste domingo (17), em Salvador. O caso ocorreu durante um jogo do famoso campeonato de ex-alunos do Marista, denominado de Fut-EX, realizado no Clube Costa Verde, em Piatã.
O torneio, de organização independente, sem vínculo com a instituição de ensino, é realizado e promovido por ex-estudantes do colégio. Em vídeos gravados por uma câmera no campo, Paulo Jr corre em direção a outro adversário e lança uma cabeçada no jogador.
Nas imagens obtidas pelo Bahia Notícias, outro atleta, do mesmo time de Paulo, acaba recebendo o impacto do golpe efetuado por ele. Na sequência, o primeiro jogador agredido cai no chão por conta de ferimentos na região do rosto e da cabeça. Em seguida uma confusão generalizada é iniciada dentro do campo.
Informações preliminares apontam que a situação teria começado após provocações e brincadeiras durante a competição. No entanto, Jr foi expulso e não poderá mais jogar na competição. Conforme informações obtidas pelo BN, Jr é filho do ex-comandante geral da Polícia Militar da Bahia (PM-BA), Paulo Coutinho. O coronel, natural de Recife, ingressou na Polícia Militar da Bahia em 1986.
Ele passou e ocupou companhias e batalhões, comandando, inclusive, o Batalhão de Operações Especiais (Bope). Além disso, ele tem especialização e pós-graduação na área de Segurança Pública. Coutinho é bacharel em Direito pela Universidade Católica do Salvador (UCSal) e possui pós-graduação em Gestão Governamental pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB).
Nomeado em janeiro de 2021 para o cargo de maior autoridade na corporação, Coutinho conduziu a PM-BA durante o bicentenário da instituição e ficou até março de 2025, sendo sucedido pelo Coronel Antônio Carlos Silva Magalhães. Após sair do comando, teve sua ida para a reserva (aposentadoria) decretada pelo Governo do Estado.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Carlos Viana
"Agora, imagina se fosse alguém da direita. Uma cantora fazendo lá o 22 no palco. Seriam pelo menos 24 horas para se explicar, depois multa, prisão, condenação e Deus sabe o que mais de perseguição".
Disse o senador e candidato à reeleição por Minas Gerais, Carlos Viana (PSD) ao afirmar que vai denunciar a cantora baiana Ivete Sangalo por suposta promoção de “showmício” ao declarar apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por meio de um gesto com as mãos. O parlamentar confirmou a denúncia em vídeo publicado nas redes sociais nesta terça-feira (29).