Artigos
O Brasil dos juros altos e os impactos silenciosos na economia da Bahia
Multimídia
Vereador Randerson Leal fala sobre autoria do projeto da faixa azul na Bonocô: “Quando o filho é bonito, todo mundo quer ser pai”
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
paula patricia moreira goncalves
A Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) informou que a portuguesa condenada por tráfico de drogas, alcançada na quarta-feira (1º), em Salvador, é investigada por possível conexão com “agiota” da facção baiana Bonde do Maluco (BDM). As informações foram divulgadas pela pasta nesta quinta-feira (2).
De acordo com o informativo, as Forças Estaduais e Federais da Segurança Pública analisam a possível parceria estabelecida com o intuito de repasse de drogas para a Europa.
A traficante mantém um relacionamento com uma pessoa apontada como braço-financeiro de um grupo criminoso baiano, que possui parceria com uma organização criminosa paulista.
Ela foi presa após ser identificada pelo sistema de reconhecimento facial durante o Carnaval. Condenada a quatro anos de prisão em processo julgado na cidade do Porto, em Portugal, a mulher vivia na capital baiana utilizando um nome falso e documentos adulterados. Ela foi identificada como Paula Patrícia Moreira Gonçalves, mas estava com um documento falso com o nome Elizandra Oliveira.
Após a identificação, forças estaduais e federais passaram a monitorar a movimentação da foragida. Segundo a SSP-BA, o sistema de reconhecimento facial foi decisivo para a captura.
A mulher foi encaminhada à Coordenação de Polícia Interestadual (Polinter), onde foi confirmado o mandado de prisão internacional. De acordo com a secretaria, a suspeita não foi detida durante o carnaval porque o sistema é integrado ao Banco Nacional de Mandados de Prisão, que não inclui ordens judiciais estrangeiras, o que exigiu etapas adicionais de verificação e acompanhamento.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flora Gil
"Foi um descanso pra ela".
Disse a empresária Flora Gil, madrasta de Preta Gil, ao comentar sobre sobre a artista nesta segunda-feira (20), data em que marca 1 ano da morte da cantora em decorrência de complicações do câncer.