Artigos
O Esporte como recomeço - Construindo o futuro do Paradesporto no Brasil
Multimídia
"Nosso grupo tem 14 anos que não faz política em Salvador", diz Bacelar
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
paula patricia moreira goncalves
A Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) informou que a portuguesa condenada por tráfico de drogas, alcançada na quarta-feira (1º), em Salvador, é investigada por possível conexão com “agiota” da facção baiana Bonde do Maluco (BDM). As informações foram divulgadas pela pasta nesta quinta-feira (2).
De acordo com o informativo, as Forças Estaduais e Federais da Segurança Pública analisam a possível parceria estabelecida com o intuito de repasse de drogas para a Europa.
A traficante mantém um relacionamento com uma pessoa apontada como braço-financeiro de um grupo criminoso baiano, que possui parceria com uma organização criminosa paulista.
Ela foi presa após ser identificada pelo sistema de reconhecimento facial durante o Carnaval. Condenada a quatro anos de prisão em processo julgado na cidade do Porto, em Portugal, a mulher vivia na capital baiana utilizando um nome falso e documentos adulterados. Ela foi identificada como Paula Patrícia Moreira Gonçalves, mas estava com um documento falso com o nome Elizandra Oliveira.
Após a identificação, forças estaduais e federais passaram a monitorar a movimentação da foragida. Segundo a SSP-BA, o sistema de reconhecimento facial foi decisivo para a captura.
A mulher foi encaminhada à Coordenação de Polícia Interestadual (Polinter), onde foi confirmado o mandado de prisão internacional. De acordo com a secretaria, a suspeita não foi detida durante o carnaval porque o sistema é integrado ao Banco Nacional de Mandados de Prisão, que não inclui ordens judiciais estrangeiras, o que exigiu etapas adicionais de verificação e acompanhamento.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Marcinho Oliveira
"Venho a público esclarecer que fui surpreendido, nesta quarta-feira (1º), com o cumprimento de mandado de busca e apreensão relacionado a uma investigação sobre contratos no município de Serrinha. Reforço que nunca exerci cargo público nem tive função de gestão no município de Serrinha, não tendo qualquer participação na condução desses contratos".
Disse o deputado estadual Marcinho Oliveira (PRD) ao usar as redes sociais no início da tarde desta quarta-feira (1°) para se pronunciar sobre a operação da Polícia Federal (PF).