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A Transalvador iniciou, nesta quarta-feira (13), a implantação de placas de sinalização nos acessos à passarela do Bairro da Paz, na Av. Paralela, reforçando a proibição da circulação de motocicletas no local. Segundo a autarquia, a sinalização também será ampliada para outros pontos da cidade, como na Av. Bonocô.
A medida integra as ações da Prefeitura de Salvador voltadas à promoção da segurança viária e à preservação de vidas. Além da instalação das placas, agentes de trânsito seguem intensificando a fiscalização presencial e por meio do sistema de videomonitoramento para coibir a infração.
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), transitar com veículo em passarelas é infração gravíssima, sujeita à multa de R$ 880,41 e sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Somente nos quatro primeiros meses deste ano, 45 condutores precisaram ser notificados por estarem realizando a conduta irregular. Durante todo o ano de 2025, esse número foi de 89.
O superintendente de Trânsito de Salvador, Diego Brito, destacou que a ação busca reforçar a conscientização e evitar acidentes. “A passarela é um espaço destinado ao pedestre. Quando uma motocicleta circula nesses locais, coloca em risco a vida de quem utiliza a estrutura de forma correta. Estamos reforçando a sinalização e ampliando a fiscalização para coibir essa prática e garantir mais segurança para todos”, afirmou.
A circulação de motocicletas em passarelas representa risco à integridade física de pedestres e dos próprios condutores, comprometendo a segurança nesses espaços destinados exclusivamente à travessia de pessoas.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"Permitir a entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar sobre a revogação, pelo governo Lula, do imposto de importação de 20% cobrado sobre compras internacionais de até US$ 50, a chamada “taxa das blusinhas”, resultará na perda de empregos e impactará principalmente as micro e pequenas empresas brasileiras.