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Reajustes de mensalidades escolares, aumento no preço das passagens aéreas e altas no setor de combustíveis. Esses foram os principais vilões da aceleração dos índices que medem a prévia da inflação, que passou de 0,20% em janeiro para 0,84% agora em fevereiro.
O resultado foi divulgado nesta sexta-feira (27) pelo IBGE. O instituto apresentou os dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), indicador que mede a prévia da inflação no mês de fevereiro.
Segundo o IBGE, no ano, o IPCA-15 acumula alta de 1,04% e, nos últimos 12 meses, de 4,10%, abaixo dos 4,50% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Apesar da alta, o índice de 0,84% ficou abaixo do que foi apurado em fevereiro de 2025, quando o indicador foi de 1,23%.
A maior contribuição para a formação do indicador saiu do grupo Educação (5,20%), com aumento maior verificado nos cursos regulares (6,18%). As maiores variações foram registradas nos preços do ensino médio (8,19%), ensino fundamental (8,07%) e pré-escola (7,49%).
Já no grupo dos Transportes (1,72%), a maior variação foi nas passagens aéreas, que aumentaram 11,64%. Os combustíveis subiram 1,38%, com acréscimos nos preços do etanol (2,51%), da gasolina (1,30%) e do óleo diesel (0,44%), enquanto o gás veicular teve resultado negativo de 1,06%.
No grupo Saúde e cuidados pessoais (0,67%), os destaques foram os artigos de higiene pessoal e o plano de saúde, que subiram 0,91% e 0,49%. Já no grupo Alimentação e Bebidas (0,20%), a alimentação no domicílio aumentou 0,09% em fevereiro, abaixo do resultado de janeiro (0,21%).
As principais variações positivas foram registradas no tomate (10,09%) e nas carnes (0,76%) e, no lado das quedas, destacaram-se o arroz (-2,47%), o frango em pedaços (-1,55%) e as frutas (-1,33%). A alimentação fora do domicílio registrou maior variação que aquela no domicílio: 0,46%, com as altas da refeição (0,62%) e do lanche (0,28%).
Quanto aos índices regionais, a maior variação foi observada em São Paulo (1,09%), por conta das altas nos subitens passagens aéreas (16,92%) e nos cursos regulares (6,34%), com destaque para o ensino fundamental (8,32%). Já o menor resultado ocorreu em Recife (0,35%) em razão das quedas no transporte por aplicativo (-10,34%) e na energia elétrica residencial (-2,32%).
A cidade de Salvador teve índice de 0,69% no mês de fevereiro, abaixo da média nacional de 0,84%. No ano, entretanto, a capital baiana chegou a um índice de 1,16% em relação à prévia da inflação, acima dos 1,04% da totalização do país.
Na inflação acumulada no resultado dos últimos 12 meses, a cidade de Salvador está melhor do que o índice brasileiro. Enquanto o IPCA-15 apura um total de 4,10% de média nacional, a capital da Bahia ficou com 3,31% no período de um ano.
Graças aos aumentos de preços das despesas escolares, típicas do período, a inflação oficial no Brasil acelerou e chegou a 0,83% em fevereiro, bem acima do resultado verificado em janeiro deste ano (0,42%). Foi o que revelou nesta terça-feira (12) o IBGE, ao divulgar os resultados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador que marca a inflação oficial do país.
De acordo com o IBGE, o IPCA em 2024 já soma 1,25%. E o índice de inflação acumulado permanece estável, atingindo agora 4,50% em 12 meses (estava em 4,51%).
Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE para a composição do indicador, sete tiveram alta no mês de fevereiro. A maior variação (4,98%) e o maior impacto (0,29 ponto percentual) vieram de educação. Outros destaques foram os grupos alimentação e bebidas (0,95% e 0,20%) e transportes (0,72% e 0,15%). Os demais grupos ficaram entre o -0,44% de vestuário e o 1,56% de comunicação.
“O resultado do IPCA se deve aos reajustes habitualmente praticados no início do ano letivo”, afirma o gerente da pesquisa, André Almeida. Segundo o estatístico, as maiores altas nos preços vieram do ensino médio (8,51%), ensino fundamental (8,24%), pré-escola (8,05%) e creche (6,03%).
Também tiveram aumento: curso técnico (6,14%), ensino superior (3,81%) e pós-graduação (2,76%). Dessa forma, apenas o grupo Educação, com alta de 4,98% no mês passado, representou impacto de 0,29 ponto percentual na taxa geral.
Já o grupo Alimentação e Bebidas subiu bem menos do que em janeiro: de 1,38% para 0,95%. Contribuíram para o resultado os aumentos de produtos como cebola (7,37%), batata inglesa (6,79%), frutas (3,74%), arroz (3,69%) e leite longa vida (3,49%).
Por outro lado, a alimentação fora do domicílio foi de 0,25%, no mês anterior, para 0,49%. Isso porque a refeição teve variação superior – de 0,17% para 0,67%. O lanche aumentou 0,25%, desacelerando.
Em Transportes (alta de 0,72%), o IBGE apurou aumentos em todos os combustíveis: etanol (4,52%), gasolina (2,93%), gás veicular (0,22%) e óleo diesel (0,14%). Já o táxi teve alta (0,64%), com reajustes no Rio de Janeiro, Salvador e em Belo Horizonte. Em contrapartida, os preços das passagens aéreas caíram: -10,71%, com impacto de -0,09 ponto.
Entre as regiões pesquisadas, a cidade de Salvador teve o terceiro maior índice de inflação entre todas as capitais pesquisadas pelo IBGE: 0,96%. O percentual em fevereiro ficou bem acima do que tinha sido verificado em janeiro, quando o IPCA da capital da Bahia havia sido de 0,13%.
Com a inflação em 0,96% no mês de fevereiro, Salvador só teve resultado melhor que Aracaju-SE (1,09%) e São Luís-MA (1,06%). No ano de 2024, a inflação da capital baiana está em 1,10%, e no resultado dos últimos 12 meses chegou a 3,65%. Apesar do aumento em fevereiro, o resultado da inflação nos últimos meses em Salvador ainda está bem abaixo da média nacional no mesmo período (4,50%).
O IBGE divulgou na manhã desta quinta-feira (28) o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação oficial, e o resultado foi acima do que era esperado pelos analistas do mercado. Segundo o IBGE, o IPCA-15 subiu 0,40% em dezembro, após ter registrado alta de 0,33% em novembro (em média o mercado aguardava subida de 0,27%).
O resultado do IPCA-15 foi influenciado principalmente pela alta de 0,77% nos preços de transportes, puxado pelas passagens aéreas, que subiram 9,02% e exerceram o maior impacto individual no mês. O subitem ônibus urbano (1,91%) também contribuiu para a alta no grupo transportes, influenciado pelo reajuste de 6,12% em Salvador (5,69%), a partir de 13 de novembro.
Dos nove grupos pesquisados pelo IBGE, sete tiveram alta na prévia de dezembro. Os grupos que mais contribuíram para uma inflação maior em dezembro foram as despesas pessoais (0,56%), alimentação e bebidas (0,54%) e habitação (0,48%).
Por outro lado, nos combustíveis (-0,27%), houve queda nos preços do óleo diesel (-0,75%), do etanol (-0,35%) e da gasolina (-0,24%). Já o gás veicular (0,08%) registrou alta de preços.
Com o resultado de dezembro, o acumulado da inflação na apuração de 12 meses fecha o ano em 4,72%. O índice está abaixo do que foi verificado em novembro (4,84%) e em outubro (5,05%). Já na comparação com dezembro de 2022, o indicador neste ano se encontra bem abaixo do ano passado, quando o IPCA-15 registrou alta de 5,90%.
A meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para este ano de 2023 foi de 3,25%, com uma tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Isso significa que o limite tolerado para a inflação deste ano é de 4,75%. Desta forma, o IPCA-15 verificado em dezembro (4,72%) mostra uma inflação que não estourou o teto da meta.
O aumento de preços apurado para o mês de dezembro, de 0,40%, é o maior patamar do IPCA-15 desde maio, quando o IBGE divulgou um indicador de 0,51% naquele mês. O mês de 2023 com maior alta de preços verificados na elaboração do IPCA-15 segue sendo fevereiro, quando a prévia da inflação ficou em 0,76%.
Para o cálculo do IPCA-15, a metodologia utilizada é a mesma do IPCA, com diferença no período de coleta dos preços e na abrangência geográfica. Os preços foram coletados no período de 15 de novembro a 14 de dezembro (referência) e comparados com aqueles vigentes de 14 de outubro a 14 de novembro (base).
O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários-mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e do município de Goiânia.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"O diálogo é partidário, em momento algum a gente personaliza. Então, é o PSD, o PCdoB e o PT. Espero que a gente possa, agora em março, no prazo [definir a chapa]. Eu não estou com pressa. Estou preocupado com a qualidade dessa montagem […]".
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