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A aprovação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, caiu para 31%, o menor índice registrado em seus mandatos, segundo pesquisa Reuters/Ipsos divulgada nesta segunda-feira (19). O levantamento também aponta vantagem de 12 pontos percentuais dos democratas sobre os republicanos na preferência dos eleitores para as eleições legislativas de 3 de novembro.
Na chamada votação genérica para o Congresso, 47% dos eleitores registrados disseram que votariam em candidatos democratas, enquanto 35% escolheriam republicanos. A diferença aumentou em relação à pesquisa anterior, realizada duas semanas antes, quando os democratas lideravam por 44% a 37%.
Os homens também demonstraram preferência pelos democratas, mas com uma diferença menor. As eleições de meio de mandato serão realizadas em 3 de novembro e definirão a composição da Câmara dos Representantes e de parte do Senado. A pesquisa foi realizada pela internet com 1.679 adultos norte-americanos, incluindo 1.279 eleitores registrados. A margem de erro é de dois pontos percentuais para o total de entrevistados e de três pontos para os eleitores registrados.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, encerrou nesta quinta-feira (10) a convenção do Partido Republicano realizada no American Airlines Center, em Dallas, no Texas. O evento de dois dias reuniu lideranças conservadoras com o objetivo de mobilizar a base eleitoral para as eleições de meio de mandato (midterms), agendadas para o dia 3 de novembro.
Durante a apresentação final, que durou cerca de 25 minutos, o chefe de Estado norte-americano fez apelos diretos para que seus apoiadores compareçam às urnas. Em uma de suas declarações no palco, Trump afirmou aos presentes que aqueles que deixarem de votar nas eleições intercalares "irão para o inferno", e pediu ao público que levantasse a mão direita para realizar um ato simbólico de compromisso com o voto no partido.
As informações foram obtidas pela revista Veja. Trump reiterou a promessa de conceder um benefício de US$ 5 mil (cerca de € 4,3 mil) a cada cidadão caso os republicanos preservem o controle da Câmara dos Representantes e do Senado. A proposta não detalhou a origem do custeio e foi recebida com ceticismo por adversários políticos.
O pleito renovará a totalidade dos assentos da Câmara dos Representantes e um terço das vagas do Senado. O resultado definirá a governabilidade da administração republicana nos dois anos restantes do mandato, podendo conceder à oposição a capacidade de bloquear pautas do governo ou abrir investigações no Congresso caso os democratas conquistem a maioria.
De acordo com O Globo, o cachê seria bancado por doadores de campanha e pago ainda antes da apresentação. O show seria na Quicken Loans Arena, que fica próxima ao local onde a convenção nacional do partido estava sendo realizada. Embora os produtores do evento tenham afirmado à agência que não se tratava de apoio ao candidato, o agente de Bieber, Scooter Braunn, que apoia Hillary Clinton, considerou a ação "100% política". Além disso, os músicos da banda do cantor canadense, maioria afro-americanos, teriam se recusado a participar do evento.
Justin Bieber não é o primeiro artista a não querer se aliar a candidatura de Trump. Adele, Aerosmith, Queen e, mais recentemente, a família do guitarrista dos Beatles, George Harrison, se pronunciaram contra o uso de suas canções na campanha do republicano.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Carlos Bolsonaro
"Em determinado momento, eu me emocionei na frente dele e falei: 'desculpa, pai, a gente falhou".
Disse Carlos Bolsonaro (PL), segundo filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ao publicar um vídeo nas redes sociais após visitar a casa do pai, em Brasília, onde cumpre prisão domiciliar. A gravação foi divulgada nesta quarta-feira (28) três dias após a derrota do filho mais velho de Jair, Flávio Bolsonaro (PL) nas eleições presidenciais de 2026.